Percurso pela Transilvânia, Bucovina e Cárpatos

Percurso pela Transilvânia, Bucovina e Cárpatos

Roménia, 10 Dias · Ao seu gosto de carro

Faça esta rota fascinante que lhe permitirá descobrir os quatro cantos do centro e sul da Roménia

Procura um destino diferente? Propomos-lhe um país pouco conhecido, mas com um enorme potencial como a Roménia. Uma região de florestas, neste caso, conhecida em todo o mundo como a Transilvânia, com as suas igrejas fortificadas e imponentes fortalezas... entre elas o Castelo de Bran, que inspirou Bram Stoker para a residência do Conde Drácula. Uma região que abrange a misteriosa Transilvânia e a bela Moldávia bem como a Bucovina, com os seus belos mosteiros ortodoxos e exteriores lindamente pintados. A região muito tradicional de Maramures, onde o tempo parece ter parado há séculos. Os impressionantes e sinistros Montes Cárpatos que pode atravessar graças a uma das estradas mais espetaculares do planeta. E a capital do país, Bucareste, uma cidade vibrante e cosmopolita com uma herança histórica e monumental de primeira linha. Tudo isto e muito mais tem ao seu alcance nesta rota fabulosa através do centro e sul da Roménia.

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Percurso pela Transilvânia, Bucovina e Cárpatos

Datas de Partida:Partidas de julho 2026 Até junho 2027

partidas desde:Lisboa

Itinerário da viagem

Cidade de origem - Bucareste

Dia 1: Saída do voo da cidade de origem até Bucareste. Chegada e recolha do carro alugado. Tem o resto do tempo livre para passear pelas suas ruas com encanto e começar a descobrir o peculiar estilo de vida deste país europeu. A vibrante capital da Roménia recebe o viajante com um passado surpreendente, elegantes edifícios históricos e valiosas joias artísticas. E com uma importante oferta de lazer e entretenimento, porque na Roménia e na sua capital há sempre algo para ver e fazer. Conhecida pela aristocracia europeia como a "Paris do Leste", a cidade esconde no seu interior tesouros de diferentes estilos como o neoclássico, a arte decó ou a belle epoque, passando por modernos edifícios que o irão aproximar da cidade mais atual e capitalista, bem como por faraónicas e sóbrias construções herdadas do seu passado comunista. Nesta temática, recomendamos-lhe vários locais de interesse que marcaram a época comunista e a ditadura de Nicolai Ceaucescu. Da Bucareste comunista sobressai, sem dúvida, o Palácio do Parlamento, que de acordo com o livro Guiness dos recordes é o edifício administrativo mais dispendioso, volumoso e pesado do planeta. No total, é composto por 20 andares, 8 deles subterrâneos, que poderá explorar graças às suas visitas guiadas diárias. Atenção, não se esqueça de levar o CC, ou não poderá entrar. Situado em frente ao Parlamento, localiza-se outro dos símbolos do comunismo romeno, a Bulevar Unirii (Boulevard da Unidade), que atravessa a Piata Unirii (Praça da Unidade), ambas concebidas pelo próprio Ceaucescu tentando imitar os Campos Elísios parisienses. Por último, destaca-se a Piata Revolutiei (Praça da Revolução), a partir da qual os cidadãos de Bucareste podiam escutar os discursos que o líder comunista realizada a partir da varanda do Comité Central do Partido. Alojamento em Bucareste.

Bucareste - Sinaia

Dia 2: Recomendamos-lhe que comece o dia a tomar um típico pequeno-almoço romeno, composto por uma salada de enchidos locais, como as "Caltabosi", salsichas secas de carne de porco e vitela ligeiramente fumadas e picantes, ou os "Chiftele", pequenos filetes de carne picada com rodelas de tomate e pepino por descascar. Acompanhe o seu pequeno-almoço com um soberbo café vienense com nata e os deliciosos gelados artesanais romenos. Quando estiver pronto, chega o momento de seguir rumo a Sinaia, que se encontra a cerca de 130 quilómetros a norte da capital romena. Sinaia é na atualidade um dos principais destinos turísticos para a prática de desportos de inverno e atividades ao ar livre da Roménia. É, de facto, um autêntico paraíso para as caminhadas, com inúmeras rotas bem sinalizadas e atrações naturais dignas de explorar. Para além do seu maravilhoso meio ambiente, Sinaia conta com autênticas maravilhas arquitetónicas que o deixarão boquiaberto. Sobretudo o Castelo de Valea Peles, uma impressionante fortaleza encaixada entre frondosos bosques e montanhas, construído entre 1873 e 1914 como residência de verão do rei Carol I da Roménia. Para além do seu ostentoso e exuberante interior, bem como do seu belo exterior de estilo neorrenascentista, este castelo conta com a peculiaridade de ter sido o primeiro a ter eletricidade e elevador graças à sua própria central elétrica. Não é em vão que é considerado como um dos monumentos mais importantes da Europa da segunda metade do século XIX, sendo a segunda atração turística mais visitada da Roménia. Também pode perder-se no Manastirea Sinaia (Monasterio de Sinaia) fundado pelo príncipe Mihail Cantacuzino em 1695 e restaurado recentemente para o seu antigo esplendor, com os seus fascinantes mosaicos, pinturas e mobiliário de época: nem o Castelo de Pelisor, que parece tirado de um conto de fadas devido ao seu encanto e às suas dimensões reduzidas. Consegue visitar as suas 99 divisões? (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Para o jantar, recomendamos que vá à Rua Cuza Voda e arredores, onde encontrará vários restaurantes onde pode saborear comida típica romena, como por exemplo no restaurante Snow. A qualidade é excelente, os preços muito baratos e a decoração, típica da Transilvânia, inesquecível. Experimente a deliciosa salada de repolho e um dos pratos mais típicos da região, os "sarmales", uns rolos de carne picada com legumes e arroz, embrulhados em folhas de repolho. Alojamento em Sinaia.

Sinaia - Busteni - Azuga - Castelo de Bran - Rasnov - Brasov

Dia 3: Continue a viagem para Busteni para norte na DN1/E60, uma cidade que alcançará depois de um percurso de cerca de 12 quilómetros de carro. Busteni é uma pequena cidade de montanha localizada 890 metros acima do nível do mar, o local ideal para praticar desportos e atividades relacionadas com a montanha. Uma localidade que graças à sua situação excecional oferece belas vistas e paisagens de sonho. Na verdade, em Busteni pode ir de teleférico até 1.400 metros, ao planalto de Bucegi, onde é possível admirar Babele e a Esfinge, duas espetaculares formações geológicas esculpidas pelo vento. Aprecie também do Castelo de Cantacuzino, construído em 1911 em estilo neoromeno, cuja sala de entrada inclui uma coleção heráldica única na Roménia. E o Museu Memorial de Cezar Petrescu, que valoriza o trabalho deste conhecido escritor romeno e tem cerca de 12.000 livros. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Quando estiver pronto, continue para norte e percorra os 7 quilómetros que separam Azuga de Busteni, onde as antigas vinícolas reais são hoje propriedade da empresa inglesa Halewood. Continue para noroeste na DN73A até chegar ao Castelo de Bran, que fica a cerca de 37 quilómetros de Busteni. O Castelo de Bran é, sem sombra de dúvidas, a atração turística mais importante da Roménia e a que recebe o maior volume de visitas de todo o país. A explicação não é outra senão que, de acordo com as lendas e, sobretudo, devido ao relato de Bram Stocker, é considerado como Castelo de Drácula, o vampiro mais famoso da história, inspirado em Vlad Tepes. Parece que o escritor irlandês tomou o Castelo de Bran como inspiração para descrever o lar deste ser das profundezas no seu romance... Apesar de nunca ter posto um pé na Transilvânia! As más-línguas dizem que foi o ditador Nicolar Ceaucescu que escolheu o Castelo de Bran, um dos mais bem conservados do país, como residência permanente de Vlad "o Empalador" para atrair para estas terras o turismo que responde ao chamamento do mítico vampiro. O certo é que a residência oficial de Vlad Draculea foi o Castelo de Poenari, que se encontra parcialmente em ruínas e cujo acesso é mais tortuoso, já que em Bran só passou duas noites encerrado nas masmorras, durante o domínio otomano. Castelo de Drácula ou não, a fortaleza de Bran continua a ser uma impressionante construção erigida em 1377 por ordem de Luís I da Hungria. Em cerca de uma hora e meia, poderá descobrir todos os segredos deste nada aterrador castelo que alberga cerca de 60 divisões ligadas por sinuosas e estreitas escadas e até por passagens subterrâneas nas quais se exibem coleções de móveis, armas e armaduras dos séculos XIV e XIX. Não perca, vale a pena. Faça o caminho de volta para chegar ao seu próximo destino do dia, a cidade de Rasnov, com a sua espetacular cidadela medieval que fica a caminho do Castelo de Bran. Não se preocupe, porque a Cidadela de Rasnov não passa despercebida. Irá avistar esta impressionante fortaleza de longe, pois coroa uma colina alta. É uma das fortificações mais bem conservadas da Transilvânia e as suas origens datam dos tempos dos primeiros saxões que se fixaram na região durante o século XIII. Na base do monte existe um estacionamento amplo onde deixar o automóvel, para depois subir até à entrada, a pé (demora cerca de 15 minutos na subida), ou num dos comboios que realizam o dito percurso. (Nota. Não incluído). Percorra as suas intrincadas e empinadas vielas de calçada, ou até de pó e terra, e compre alguma recordação nas antigas casas dos povoadores da Citadela, transformadas nos nossos dias como lojas de souvenirs. Aproveite para se deleitar com as fabulosas vistas que as muralhas da fortaleza oferecem, como a cidade de Rasnov, os Montes Fagaras, os Cárpatos e o Parque Natural Bucegi. Em Rasnov, irá encontrar outra paragem obrigatória, sobretudo se viaja em família: o Dino Parc, um parque temático sobre dinossauros inaugurado em 2015. Este centro conta com meia centena de figuras em tamanho real destes impressionantes animais, assim como com um museu, lojas e restaurantes. Quando estiver pronto, siga para noroeste na DN73 para ir à famosa cidade de Brasov. Situada no sudeste da Transilvânia, a privilegiada situação geográfica de Brasov transformou-a através dos séculos numa das cidades mais importantes e florescentes da região. O seu encantador centro histórico medieval alberga autênticos tesouros arquitetónicos como a Biserica Neagra (Igreja Negra), o templo principal de Brasov, construído pelos saxões transilvanos em finais do século XIV, sendo o maior monumento religioso em estilo gótico, não só do país, mas de todo o Sudeste da Europa. A igreja sofreu um grande incêndio durante a invasão austríaca da região em 1689, deixando nos seus muros uma característica tonalidade escura que lhe deu o seu nome atual. A igreja mede 89 metros de comprimento e apresenta uma altura total de 65 metros, para além de contar com um sino de seis toneladas de peso, o maior da Roménia, um espetacular órgão de 4000 tubos e uma impressionante coleção de tapetes de Anatólia. Na mesma praça Sfatului encontra-se a Casa Sfatului (Casa do Concelho), antigamente o edifício da câmara e, nos nossos dias, sede do Museu de História. A sua antiga muralha medieval ainda conserva algumas das suas impressionantes torres, como a Turnul Negru (Torre Negra) e a Turnul Alb (Torre Branca), onde irá obter uma fantástica panorâmica do centro de Brasov. Ao anoitecer, durante o pôr-do-sol, as vistas são inigualáveis. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Na rua Republicii, também no centro, irá encontrar inúmeras lojas, pequeno comércio e restaurantes. Atreve-se a provar as "Mici sau Miticei", as típicas mini salsichas romenas elaboradas com carne de porco, borrego ou vitela e misturadas com alho e outras especiarias, como pimenta, cominhos e coentros? Acompanhe-as de batatas fritas, cornichons, pimentos e mostarda picante ou doce. Deliciosas! Porém, cuidado onde anda e a que hora, pois muito próximo da cidade habitam ursos. Durante a noite costumam vaguear em busca de comida entre o lixo. É proibido passear pelos bosques que rodeiam a cidade de noite. Alojamento em Brasov.

Brasov - Prejmer - Harman - Viscri - Sighisoara

Dia 4: As famosas igrejas fortificadas da região são as autênticas protagonistas do dia de hoje. Deve ter em conta que as estradas que tem de atravessar não se encontram no melhor estado de conservação possível, pelo que é bem certo que conseguirá imagens do mais pitoresco. Conduza com cuidado e não irá ter nenhum problema. A apenas 18 quilómetros de Brasov encontra-se uma das mais impressionantes e turísticas de todas, a Biserica fortificata din Prejmer (igreja fortificada de Prejmer). Exemplo perfeito da função religiosa e defensiva destes templos medievais, a igreja de Prejmer tem a capacidade de albergar no seu interior mais de um milhar de pessoas. O seu estado de conservação é excelente e poderá percorrer sem pressa as suas muralhas, o templo, as casas, as escolas e as cozinhas que transformavam esta igreja numa mini-fortaleza que protegia a população contra os ataques inimigos. Uma autêntica joia. Muito perto de Prejmer, a apenas 9 quilómetros para oeste, encontra-se outro bonito exemplo desta curiosa arquitetura, a Biserica fortificata din Harman (igreka fortificada de Harman). Tal como em Prejmer, em Harman também fortificaram a sua igreja durante o século XV, apesar de não de forma tão grandiosa. De facto, o que mais se destaca neste templo é a beleza do seu interior, com um estilo decorativo mais cuidado e diversos espaços de lazer face ao pragmatismo que inunda Prejmer. Em Harman, também poderá percorrer a seu contento o perímetro do complexo defensivo, como as muradas, a rede de passadiços do interior do muro, a torre da igreja (a partir da qual poderá desfrutar de uma bela panorâmica do ambiente natural). E não deixe passar a oportunidade de admirar um dos poucos frescos antigos conservados na Roménia. A paragem seguinte do dia desenrola-se na aldeia de Viscri, localizada a 80 quilómetros para nordeste de Harman. Viscri é uma das muitas aldeias fundadas pelos colonos saxões que foram chamados durante os séculos XI-XIII pelo rei da Hungria para povoar e defender esta parte da sua fronteira. Ali se encontra uma das igrejas fortificadas transilvanas declaradas Património da Humanidade pela UNESCO. Por estarem situados numa região onde a ameaça das invasões era constante, fortificaram as cidades e, no caso das comunidades mais pequenas, como é o caso de Viscri, criaram perímetros defensivos em redor da sua igreja. O certo é que é um lugar ideal para tirar fotos enquanto passeia pelas suas ruas e compara algum par das suas tradicionais luvas de lã. Como nas ocasiões anteriores, poderá aceder ao interior da igreja, às torres, à despensa e a um museu. Não perca a cama tripla onde dormiam os avós, os pais e os filhos! Assim que tiver explorado a fundo a igreja fortificada de Viscri, está na hora de seguir rumo ao noroeste pela DN13/E60 para percorrer os cerca de 45 quilómetros que o separam do último destino do dia. Fundada no século XII por colonos saxões convidados pelos monarcas húngaros a povoar e defender o sudeste do reino, Sighisoara é uma das cidades mais belas da Transilvânia. A passagem do tempo parece ter parado no centro histórico, que conserva de maneira exemplar a tipologia de uma pequena cidade medieval fortificada. Não é de estranhar, portanto, que no ano 1999 tenha sido classificado como Património da Humanidade pela UNESCO. Comece a sua excursão em Sighisoara pela iniludível Torre do Relógio (Turnul cu Ceas), um proeminente edifício histórico que remonta ao século XIV e que constitui o principal símbolo da cidade. Só no ano 1648 é que se colocou o relógio suíço que dá o seu nome à torre, uma construção que mede 64 metros de altura e que oferece umas excelentes vistas de toda a localidade. Para além disso, a torre acolhe na atualidade o Museu de História de Sighisoara. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Continue a explorar este fantástico centro antigo passeando pelas suas ruas calcetadas e flanqueadas por antigas casas de cores, como por exemplo pela sua "Escadaria Escolar", um troço de escadaria coberto construído em 1642 que une a parte baixa da cidadela à parte alta. Era ali que se encontravam as escolas da cidade e assim, no inverno, as crianças estavam resguardadas do frio e da neve. Apesar de serem 176 degraus, vale a pena subi-los, pois na parte alta do centro antigo poderá desfrutar da Igreja na Colina (Biserica din Deal), do século XV, do Cemitério Saxão e da Antiga Escola (Schola Reipublicae Seminarium), de 1619. Para recuperar forças, depois de percorrer as atrações de Sighisoara, que melhor do que comer na casa onde nasceu e vive os seus primeiros anos Vlad Tepes? É que, na atualidade, a casa-natal de Vlad III é ocupada pelo restaurante "Casa Vlad Dracul" (Strada Cositorarilor 5), um edifício considerado como o mais antigo da cidade. Para além de poder visitar o quarto de infância deste herói romeno e tirar fotos em frente ao mural com o retrato de Vlad Tepes, poderá degustar alimentos típicos locais, como a "Ciorba de Fasole cu Ciolan", uma sopa de feijões com fiambre fumado, toucinho, cebola, pimento e cenoura que se pode comer no prato ou dentro de um pão de fogaça oco. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Alojamento em Sighisoara.

Sighisoara - Targu Mures - Bistrita - Sighetu Marmatiei

Dia 5: Depois de tomar o pequeno-almoço, pode voltar ao roteiro. Hoje tem à sua espera um dia exigente a nível dos quilómetros e muitas surpresas. Por isso, aconselhamos que se ponha a caminho de manhã cedo. Entre Sighisoara e Targu Mures, o primeiro destino do dia, a distância é de 55 quilómetros.Trata-se de uma das localidades onde melhor se manifesta a grande influência húngara nestas terras, tanto a nível arquitetónico como nas suas tradições e folclore. De facto, em 1482 o rei da Hungria, Matias Corvino, declarou-a residência real. Entre as suas muitas atrações destacam-se o Castelo de Targu Mures (Cetatea medievala), construído no século XV por ordem do príncipe Stefan Bathory; o Palácio da Cultura (Palatul Culturii, Piata Trandafirilor 11), que remonta ao início do século XIX e que abriga vários museus da cidade, como o Museu Etnográfico e Folclórico (Muzeul de Etnografie e Arta Populara) e o Museu Histórico (Muzeul de Istorie); o Palácio de Apolo (Palatul Apolo, Piata Trandafirilor 5), centro social da aristocracia local e palco de bailes opulentos durante o século XIX; e a Teleki House (Strada Bolyai 17), uma das bibliotecas mais importantes do país, com mais de 250.000 exemplares, incluindo incunábulos científicos e matemáticos autênticos. Após a visita, pode retomar a rota. Continue a explorar a zona norte da Roménia, dirigindo-se até à cidade de Bistriţa. Cidade de transição entre a Transilvânia e a região de Bucovina, Bistrita entrou para a posteridade em 1897 graças ao romance "Drácula" de Bram Stoker, já que foi onde o autor irlandês colocou o castelo fictício do conde vampiro. Esta cidade, uma das cidades mais importantes do país, é outra das muitas fundadas pelas comunidades saxónicas que se estabeleceram na zona a partir do ano 1206. No século XIV, Bistrita seria fortificada com muralhas defensivas das quais apenas restam alguns exemplos nas ruas Kogalniceanu e Teodoroiuque. As muralhas também possuíam 18 torres de defesa, embora atualmente exista apenas uma torre, a Torre dos Tonones, que abriga a Galeria de Masti si Papusi (o museu de máscaras e marionetes). Outro ponto de destaque da cidade é o Muzeul Judetean (Municipal Museum, Blvd.General Grigore Balan), que dá abrigo, entre muitos outros tesouros arqueológicos, a uma impressionante armadura micénica do século XIV a.C.! Também integra uma coleção etnográfica romena formada a partir de temas saxões, romenos e húngaros. Na Piata Unirii encontrará a igreja luterana de estilo gótico do século XV, com contribuições da Renascença que foram adicionadas um século depois, e a igreja ortodoxa de 1270, também gótica, mas neste caso com elementos barrocos. No primeiro caso, o edifício religioso tem uma torre de relógio de 76 metros de altura, o que a torna a igreja de pedra mais alta de toda a Roménia, e abriga um órgão com mais de 500 anos de idade. E chegamos à ultima paragem do dia! Cluj-Napoca, ou Cluj, como é coloquialmente chamada, não é apenas a terceira cidade mais populosa da Roménia, mas uma das mais ativas, vibrantes e cosmopolitas do país, assim como a capital histórica da região da Transilvânia. Grande parte da culpa por esse entusiasmo contagiante está na segunda maior universidade da Roménia, cujos estudantes injetam grandes doses de dinamismo e criatividade na localidade. Como se diz na cidade, em Cluj-Napoca há sempre algo para fazer a qualquer hora do dia... ou da noite. As suas grandes e confortáveis avenidas estão ligadas às suas 3 principais praças onde se concentram a maioria das atrações da cidade: a Piata Unirii (Union Square), a Piata Muzeului (Praça dos Museus) e a Piata Avram Iancu (Praça Avram Iauncu). Na primeira delas está a majestosa Biserica Sfantul Mihail (Catedral de São Miguel), o elemento mais destacado do extenso legado patrimonial de Cluj-Napoca. Obra-prima gótica construída entre os séculos XIV e XV, é a segunda maior catedral do país e apresenta elementos notáveis como a torre sineira de 80 metros de altura, o pórtico frontal decorado com diferentes brasões e os maravilhosos frescos da capela Schleunig. Um edifício impressionante. Além disso, a Piata Unirii abriga o Castelo Bánffy, um edifício barroco do século XVIII que atualmente abriga o Museu Nacional de Belas Artes; os palácios Josika e Rhédey; e o Monumentul Matei Corvin (Monumento a Matías Corvino), uma estátua equestre em homenagem a quem era rei da Hungria e da Croácia de 1458 até sua morte em 1490. Não se preocupe se a qualquer momento quiser beber alguma coisa, já que todo o centro está cheio de lugares para comer e jantar, ou simplesmente tomar uma Timisoreana, uma cerveja local. Alojamento em Cluj-Napoca.

Cluj-Napoca - Alba Iulia - Sibiu

Dia 6: Depois do pequeno-almoço, continuamos o roteiro. Ao sul fica a cidade milenar de Alba Iulia - em homenagem à mãe do imperador romano Marco Aurélio, Júlia Augusta - que é uma das cidades historicamente mais importantes da Transilvânia. Em 1600 testemunhou a coroação de Mihai Viteazul como Príncipe da Valáquia, Moldávia e Transilvânia, pelo qual ele é considerado o precursor da atual Roménia, unindo sob seu comando os três principados romenos da época. Mais tarde, em 1918, acolheu a proclamação da adesão dos representantes do povo romeno da Transilvânia ao estado da Roménia, o que marca a fundação do moderno estado romeno. Os pontos de interesse mais destacados de Alba Iula encontram-se protegidos dentro da sua cidadela espetacular e perfeitamente preservada na forma de uma estrela, Alba Carolina, que tem um perímetro murado de 12 quilómetros e foi construída pelos Habsburgos entre 1715 e 1738. No coração histórico da cidade, pode visitar a Catedral Sfantul Mihail (Catedral de São Miguel), a mais antiga do país uma vez que data do século XII; a Catedrala Reintegririi (Catedral Ortodoxa da Reunificação), construída entre 1921 e 1922; a biblioteca Batthyaneum, que desde 1794 acumulou mais de 60.000 volumes, incluindo obras de arte autênticas na forma de manuscritos incunábulos; e o Museu Nacional da União, que exibe peças de arqueologia, arte popular e história da Roménia e cujo Salão Unirii (Salão da União) foi o cenário da integração da Transilvânia no estado romeno. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Não hesite em parar para petiscar algo na Praça da Cidadela, como por exemplo os típicos "Kurtoskalacs", uma massa cozida na brasa e à qual são adicionados ingredientes como nozes, coco e chocolate. Originalmente da Transilvânia, é famoso por ser o mais antigo doce húngaro. Tome a auto-estrada A1 em direção ao sul e percorra os 74 quilómetros que separam Sibiu de Alba Iulia. A cidade de Sibiu tem fama de ser a localidade mais moderna e vanguardista de toda a Roménia. Não em vão, ali se fundaram o primeiro hospital, a primeira escola, o primeiro museu ou a primeira farmácia do país. Para além disso, Sibiu é considerada uma das urbes mais bonitas da Roménia. O seu formoso centro antigo articulado em torno de três preciosas praças foi distinguido pela UNESCO em 2004 com a designação de Património da Humanidade. A Piata Mare (Plaça Grande) constitui o epicentro social da cidade desde o século XVI e, com 142 metros de comprimento e 93 metros de largura, é uma das maiores da Transilvânia. Numa das suas esquinas ergue-se um dos principais monumentos barrocos da Roménia, o Palácio Brukenthal, sede do Muzeul National Brukenthal (primeiro museu fundado na Roménia, em 1817) e, junto a ele, a "Casa Azul", que luz o antigo escudo de armas da cidade. Também alberga dois dos símbolos mais característicos de Sibiu: os "olhos da cidade", uma série de casas com sótãos altos e pequenas janelas que parecem olhar para si quando passa à sua frente; e a Turnul Sfatului (Torre do Concelho), uma antiga fortaleza do século XIV, sob a qual passa um beco que conduz à praça seguinte, a Piata Mica (Plaça Pequena). Não hesite em subir à torre para desfrutar das excelentes vistas que oferece o centro histórico de Sibiu. Por seu turno, a Piata Mica é muito popular, pois concentra grande parte da oferta de restauração da cidade, apesar de não lhe faltarem outras atrações turísticas, como a Casa Luxemburg, a Casa das Artes ou o Museu de Farmácia. Porém, antes de tudo, vá até à popular Ponte dos Mentirosos, sempre adornada com flores e associada a inúmeras lendas sobre mentirosos desde a sua construção, em 1859, apesar de ser certo que se chama assim devido a uma má tradução do alemão. Aproveite para jantar em algum dos restaurantes adjacentes que, para além das vistas, oferecem uma atmosfera perfeita para uma noite romântica. A ponte irá conduzi-lo à terceira praça mais importante do centro, a Piata Huet, onde se encontra a Catedrala Evanghelica de estilo gótico, construída em 1520 e cujo órgão é o maior de toda a Roménia. A zona amuralhada é outra excelente opção para dar um passeio até chegar à Catedrala Sfanta Treime (Catedral Ortodoxa da Santíssima Trindade), cujo interior profusamente decorado com pinturas murais é simplesmente impressionante. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Alojamento em Sibiu.

Sibiu - Curtea de Arges - Poienari - Pitesti

Dia 7: É conveniente começar o dia cedo para enfrentar o itinerário proposto para hoje. A primeira coisa a fazer é seguir para sul pela DN7/E81 e percorrer os 135 quilómetros que separam Curtea de Arges, o seu próximo destino, da cidade de Sibiu. Capital do antigo Voivodato ou Principado da Valáquia, Curtea de Arges alberga um importante legado monumental na forma de imponentes igrejas que demonstram bem a glória passada. A maravilha que luz com mais brilho é, sem dúvida, o Manastirea Curtea de Arges (a catedral-mosteiro de Curtea de Arges), uma joia da arte bizantina romena impulsionada pelo príncipe Neagoe Besarab na primeira metade do século XIV. Deixe-se enfeitiçar pela beleza dos seus mármores de Bizâncio e pelos frescos do pintor Dragomir que decoram o seu formoso interior. Frente à igreja encontra-se a Fonte Manole, outra das atrações de Curtea de Arges, que esconde um dos mitos mais conhecidos da Roménia. Conta a lenda que o voivoda Radu Negru contratou o arquiteto Mesterul Manole para construir a catedral. Como não era capaz de terminar os muros e perante as ameaças de Radu, Manole sugeriu o antigo costume de emparedar nas fundações a primeira mulher viva que aparecesse na obra. E a primeira que apareceu não foi outra que a esposa de Manole, que não teve mais remédio do que sacrificar a sua própria mulher. Uma placa indica o facto. Mas não terminaria aqui o suplício do mítico arquiteto, pois uma vez finalizada a catedral, o próprio Radu Negru abandonou-o no telhado para que não pudesse voltar a construir nada parecido. Então, Manole fabricou umas asas de madeira e tentou escapar a voar... para acabar por se estampar contra o solo no local onde agora se ergue a fonte construída em sua honra. Também não perca a Curtea Domneasca, a corte do príncipe, fundada também por Besarab I em 1340. É uma impressionante residência medieval, atualmente em ruínas. E, junto a ela, a Biserica, a igreja que conserva frescos com cenas do Velho e do Novo Testamento. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Um pouco mais ao norte, cerca de 22 quilómetros pela DN7C, irá deparar-se com o Castelo de Poienari, que foi a verdadeira residência de Vlad III ou Vlad Tepes ("o Empalador"), em vez do Castelo de Bran. Situado num enclave natural dificilmente igualável, estando na atualidade praticamente em ruínas, a subida até à sua localização no alto da montanha requer determinado esforço. Não em vão, deverá subir uns impactantes 1500 degraus que o separam do amplo estacionamento sob os seus pés. Mas não pense muito e realize esta fantástica excursão ao coração do mito, vale a pena. Depois de ter explorado Poienari a seu gosto, é necessário ir para sul para chegar a Pitesti, que fica a cerca de 60 quilómetros da autêntica residência de Drácula. Alojamento em Bucareste.

Pitesti - Bucareste

Dia 8: Aproveite o dia para visitar Pitesti, conhecida no país como a "Cidade das Tulipas". Ali se celebra todos os anos um importante festival anual chamado Simfonia Lalelelor (Sinfonia da Tulipa). A principal atração de Pitesti é a sua Biserica Domneasca Sfabtul Gheorghe (a igreja de São Jorge), a mais antiga da cidade. Construída em 1656 por ordem do Príncipe da Valáquia, Constantin Serban, este monumento reflete o refinamento de meados do século XVII na construção eclesiástica nesta histórica região romena. Outro dos seus pontos fortes é a Galeria de Arta Rudolf Schweitzer-Cumpana, uma galeria de arte que ocupa um edifício que data de 1886 e que até 1970 albergava a Câmara Municipal. Conta com uma coleção de mais de 1100 quadros e esculturas clássicas e contemporâneas. No andar superior são exibidas obras de reconhecidos artistas romenos, como Nicolae Grigorescu, Stefan Luchian, Pallady, Gh. Petrascu e Nicholas Tonitza, que deram personalidade à pintura romena fundando a escola nacional de pintura moderna. Não perca a Poarta Eroilor (Porta dos Heróis), que com a sua majestosa forma de arco triunfal presta homenagem aos mais de 1100 heróis caídos na conquista da unidade nacional romena. "Pelo país, pela glória e pela sua bandeira" reza uma placa comemorativa situada no seu arco interior. Também não é menos meritório o Muzeul Judetean Arges (Museu do Condado de Arges), onde se expõem uma série de achados arqueológicos na forma de moedas, objetos de culto e adornos que examinam a sucessão de épocas históricas da Valáquia. Inclui, para além disso, uma exposição sobre ecologia que foi a primeira do seu tipo no país. Assim que estiver pronto, dirija-se para leste pela E81 e percorra os 120 quilómetros de distância que separam Piteste de Bucareste, a capital romena. Bucareste é uma das cidades mais atraentes da Europa oriental. Monumentos históricos nacionais, belos parques onde descontrair, mais de 30 museus, palácios e igrejas são apenas alguns dos seus muitos atrativos. Aproveite para conhecer algum dos seus atraentes parques, como o parque Herastrau, o maior de todos, onde poderá alugar um barco e navegar pelo seu precioso lago. No centro da cidade encontra-se o bucólico parque Cismigiu, que também tem um lago e, apesar de ser mais pequeno do que o parque Herastrau, vale a pena conhecê-lo a passear ao cair do dia. Pode jantar em algum dos inúmeros restaurantes divididos pelo centro da capital romena, próximos do parque Cismigiu. E, depois, rume ao bairro de Lipscani, epicentro da noite de Bucareste. Alojamento em Bucareste.

Bucareste

Dia 9: Bucareste tem muito mais coisas a visitar do que o seu amplo legado comunista e os seus belos parques. Entre o seu património arquitetónico vale a pena visitar o Arcul de Triumf, que comemora os heróis nacionais da guerra da independência e da Primeira Guerra Mundial. A versão que se pode ver na atualidade foi inaugurada em 1936 e assemelha-se ao arco de triunfo de Paris, apesar de mais pequeno. Também sobressaem o Ateneu Romeno, inaugurado em 1888 e sede da filarmónica da Roménia, bem como a Ópera de Bucareste, que foi fundada mais recentemente, em 1953. No bairro de Lipscani localiza-se a Curtea Veche, a primeira Corte Real e um dos primeiros edifícios de Bucareste. Atualmente, é um campo arqueológico, onde se pode ver, entre outras coisas, um busto de Vlad Tepes. No que diz respeito à arquitetura religiosa, destaca-se o Palácio do Patriarcado Ortodoxo, sede da Igreja ortodoza romena, que foi finalizado em 1658. E a Igreja de Stavropoleos, construída em 1724 no estilo brancovenesc, também conhecido como Renascimento valaco ou Renascimento romeno. Tem uma biblioteca que alberga mais de 8000 livros sobre teologia, música bizantina, história e arte. E, se falamos de museus, poderá visitar o Museu de História da Roménia, que explora a história e cultura do país desde os tempos pré-históricos, a época dácia, a romana, a Idade Média e a Idade Moderna; o Museu Satului, um museu etnográfico ao ar livre; o Museu de História Natural, um dos melhores museus desta disciplina na Europa; bem como o Museu George Enescu, o compositor mais célebre da Roménia. Alojamento em Bucareste.

Bucareste - Cidade de origem

Dia 10: Se a partida do seu voo lhe permite fazer um pouco mais de turismo em Bucareste, recomendamos-lhe a visita a Mogosoaia, situada a cerca de 10 quilómetros a noroeste da capital romena. Ali encontra-se o Palácio de Mogosoaia, construído por ordem de Constantin Broncoveanu entre 1698 e 1702. É uma mistura de estilos muito particular, pois inclui detalhes renascentistas, barrocos, otomanos e até influências venezianas. Para além disso, o palácio é rodeado por belos e enormes jardins e por um bonito lago. Apresentação no aeroporto com tempo suficiente de antecedência para devolver o carro alugado e voo de regresso à cidade de origem. Chegada. Fim da viagem e dos nossos serviços.

A sua viagem inclui

  • Voo de ida e volta.

  • Estadia no hotel seleccionado em Bucareste.

  • Regime seleccionado em Bucareste.

  • Estadia no hotel seleccionado em Sinaia.

  • Regime seleccionado em Sinaia.

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  • Aluguer de carro.

  • Seguro de viagem.

A sua viagem não inclui

  • Taxas de alojamento em Roménia é paga localmente no hotel.

  • Possibilidade de pagamento de portagens.

Opiniões Percurso pela Transilvânia, Bucovina e Cárpatos

Vicente De...

Las iglesias fortificadas , la mina de sal y los castillos

Rosa Pena

La zona de los carpatos

Michel Verdier

LA VILLE DE BUCAREST, DES ETAPES PAS TROP LONGUES EN KM, DES PAYSAGES DIVERS ET VARIES, DES GENS SYMPAS.....

Clara Martin

Nos ha gustado mucho.Pongo 4 estrellas porque no avisáis de que las carreteras son infames(salvo en Bucarest que hay autovias), te das con un canto en los dientes si sacas una media de 50 km /h y por supuesto no da tiempo a hacer el programa . Echo de menos que entre lo que se recomienda haya una puntuación con estrellas para obviar lo q no merezca tanto la pena. Los hoteles muy bien.

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Notas importantes

  • Conduzir na Roménia: 1. É obrigatório pôr o cinto de segurança nos bancos da frente do veículo. 2. Limites de velocidade na estrada. 2.1 Zonas urbanas até 50 km/h. 2.2 Em estrada até 90 km/h. 2.3 Em autoestradas até 130 km/h. 3. Não é permitida utilização de telemóvel ao volante. 4. Não se esqueça de levar no carro um triângulo vermelho de advertência e um colete refletor amarelo para usar em caso de avaria ou acidente. 5. Consumo de álcool. O limite legal é de 0,0 g/l. Existem penalidades severas para os motoristas que passem o limite permitido. 6. Recomenda-se encher o depósito em cada oportunidade que se tenha, sobretudo na zona montanhosa do país. 7. Estacionamento. É permitido estacionar apenas do lado direito do passeio e deve ser feito na direção de circulação do tráfego. 8. É aconselhável conduzir com prudência porque os romenos geralmente não são muito respeitosos e há muitas estradas em más condições. Tudo isto faz com que as deslocações sejam mais longas do que o esperado. Além disso, há muito poucas autoestradas. A maioria das estradas é de dois sentidos e pequena, algumas têm asfalto duvidoso. 9. Outras recomendações: 9.1.As luzes, sempre acesas. 9.2.Conserve uma grande distância de segurança; ainda maior quando estiver na autoestrada. 9.3.Use sempre o pisca. 9.4.Não circule a alta velocidade. 9.5.Na estrada, circule sempre com um automóvel ou camião à sua frente. 9.6.Com chuva, ou ao anoitecer, circule ainda mais devagar e com maior prudência.
  • Os quartos triplos em Europa são geralmente quartos com duas camas individuais ou uma de casal, nos quais se instala uma cama extra para a terceira pessoa, com os inconvenientes que isso implica, por essa razão, desaconselhamos o seu uso na medida do possível.
  • A hora de entrada no hotel no dia da chegada depende de cada estabelecimento, mas em caso algum será antes das 15h00, salvo indicação em contrário.
  • As excursões e visitas sugeridas para cada dia são indicativas, podendo o turista personalizar a viagem de acordo com o seu programa, gostos e necessidades.
  • O cartão de crédito é considerado uma garantia, pelo que, por vezes, o seu uso é imprescindível para se registar nos hotéis.
  • Normalmente os hotéis dispõem de berços para bebés. Caso contrário, terão de dividir cama com um adulto.
  • Para a recolha do automóvel de aluguer é necessário um cartão de crédito (não de débito) em nome do titular da reserva, que também deve ser o principal condutor do veículo.
  • Consulte a documentação necessária para entrar os destinos visitados e para trânsito nos países onde são feitas escalas aéreas.