Percurso pela Trânsilvânia

Percurso pela Trânsilvânia

Roménia, 9 Dias · Ao seu gosto de carro

Cárpatos romenos, muito mais que inquietantes castelos, montanhas nebulosas e o lendário Conde Drácula

Rodeada pelos Cárpatos, a Trânsilvânia ocupa a parte central da Roménia e constitui uma das regiões mais conhecidas fora do país. E a personagem literária criada por Bram Stocker e inspirada em Vlad III Draculea, o famoso vampiro Conde Drácula, decerto tem muita parte de culpa. Graças a esta fascinante Rota de automóvel, poderá seguir os passos do famoso príncipe romeno conhecido por empalar cruelmente os seus inimigos e até explorar a sua velha fortaleza, o Castelo de Poienari, atualmente em ruínas. Também poderá visitar o perfeitamente conservado Castelo de Bran, o bastião escolhido pelo ditador comunista Nicolai Ceaucescu para situar a residência de Vlad Tepes e do imaginário conde vampiro e, assim, atrair mais turismo para a Roménia. Ou a casa onde residiu nos seus primeiros anos de vida, em Sighisoara, e que tinha sido propriedade do seu pai, Vlad II Dracul. Porém, apesar de tê-la colocado no mapa turístico, a Transilvânia oferece ao visitante muitos outros atrativos do que os que rodeiam o imortal Drácula. De facto, esta região foi dominada durante muito tempo pelos dácios, os romanos, os húngaros, os saxões transilvanos e os otomanos, deixando nas suas terras uma espetacular herança multicultural que é muito patente hoje em dia. Transilvânia, que significa "mais além dos bosques" em latim, recebe o nome de “Ardeal”, em romeno; “Erdély”, em húngaro; e “Siebenbürgen”, em alemão. E ali poderá deixar-se enfeitiçar pela beleza das suas paisagens montanhosas, dos seus frondosos bosques e do seu legado monumental, que inclui edifícios emblemáticos como o Palácio do Parlamento de Bucareste, da era comunista, a Biserica Neagra de Brasov, o maior templo gótico da Roménia e do Sudeste da Europa; a Cidadela de Rasnov; as famosas igrejas fortificadas de Prejmer e Harman; bem como a catedral-mosteiro de Curtea de Arges, entre muitos outros pontos turísticos de exceção. Não quer aproveitar?

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Percurso pela Trânsilvânia

Datas de Partida:Partidas de julho 2026 Até junho 2027

partidas desde:Lisboa

Itinerário da viagem

Cidade de origem - Bucareste

Dia 1: Saída do voo da cidade de origem até Bucareste. Chegada e recolha do carro alugado. Tem o resto do tempo livre para passear pelas suas ruas com encanto e começar a descobrir o peculiar estilo de vida deste país europeu. A vibrante capital da Roménia recebe o viajante com um passado surpreendente, elegantes edifícios históricos e valiosas joias artísticas. E com uma importante oferta de lazer e entretenimento, porque na Roménia e na sua capital há sempre algo para ver e fazer. Conhecida pela aristocracia europeia como a "Paris do Leste", a cidade esconde no seu interior tesouros de diferentes estilos como o neoclássico, a arte decó ou a belle epoque, passando por modernos edifícios que o irão aproximar da cidade mais atual e capitalista, bem como por faraónicas e sóbrias construções herdadas do seu passado comunista. Nesta temática, recomendamos-lhe vários locais de interesse que marcaram a época comunista e a ditadura de Nicolai Ceaucescu. Da Bucareste comunista sobressai, sem dúvida, o Palácio do Parlamento, que de acordo com o livro Guiness dos recordes é o edifício administrativo mais dispendioso, volumoso e pesado do planeta. No total, é composto por 20 andares, 8 deles subterrâneos, que poderá explorar graças às suas visitas guiadas diárias. Atenção, não se esqueça de levar o CC, ou não poderá entrar. Situado em frente ao Parlamento, localiza-se outro dos símbolos do comunismo romeno, a Bulevar Unirii (Boulevard da Unidade), que atravessa a Piata Unirii (Praça da Unidade), ambas concebidas pelo próprio Ceaucescu tentando imitar os Campos Elísios parisienses. Por último, destaca-se a Piata Revolutiei (Praça da Revolução), a partir da qual os cidadãos de Bucareste podiam escutar os discursos que o líder comunista realizada a partir da varanda do Comité Central do Partido. Alojamento em Bucareste.

Bucareste - Sinaia - Castelo de Bran - Brasov

Dia 2: Recomendamos-lhe que comece o dia a tomar um típico pequeno-almoço romeno, composto por uma salada de enchidos locais, como as "Caltabosi", salsichas secas de carne de porco e vitela ligeiramente fumadas e picantes, ou os "Chiftele", pequenos filetes de carne picada com rodelas de tomate e pepino por descascar. Acompanhe o seu pequeno-almoço com um soberbo café vienense com nata e os deliciosos gelados artesanais romenos. Quando estiver pronto, chega o momento de seguir rumo a Sinaia, que se encontra a cerca de 130 quilómetros a norte da capital romena. Sinaia é na atualidade um dos principais destinos turísticos para a prática de desportos de inverno e atividades ao ar livre da Roménia. É, de facto, um autêntico paraíso para as caminhadas, com inúmeras rotas bem sinalizadas e atrações naturais dignas de explorar. Para além do seu maravilhoso meio ambiente, Sinaia conta com autênticas maravilhas arquitetónicas que o deixarão boquiaberto. Sobretudo o Castelo de Valea Peles, uma impressionante fortaleza encaixada entre frondosos bosques e montanhas, construído entre 1873 e 1914 como residência de verão do rei Carol I da Roménia. Para além do seu ostentoso e exuberante interior, bem como do seu belo exterior de estilo neorrenascentista, este castelo conta com a peculiaridade de ter sido o primeiro a ter eletricidade e elevador graças à sua própria central elétrica. Não é em vão que é considerado como um dos monumentos mais importantes da Europa da segunda metade do século XIX, sendo a segunda atração turística mais visitada da Roménia. Também pode perder-se no Manastirea Sinaia (Monasterio de Sinaia) fundado pelo príncipe Mihail Cantacuzino em 1695 e restaurado recentemente para o seu antigo esplendor, com os seus fascinantes mosaicos, pinturas e mobiliário de época: nem o Castelo de Pelisor, que parece tirado de um conto de fadas devido ao seu encanto e às suas dimensões reduzidas. Consegue visitar as suas 99 divisões? (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Continue em direção a norte e percorra os 55 quilómetros que o separam de um dos pontos fortes da viagem, o majestoso Castelo de Bran, da localidade de Sinaia. O Castelo de Bran é, sem sombra de dúvidas, a atração turística mais importante da Roménia e a que recebe o maior volume de visitas de todo o país. A explicação não é outra senão que, de acordo com as lendas e, sobretudo, devido ao relato de Bram Stocker, é considerado como Castelo de Drácula, o vampiro mais famoso da história, inspirado em Vlad Tepes. Parece que o escritor irlandês tomou o Castelo de Bran como inspiração para descrever o lar deste ser das profundezas no seu romance... Apesar de nunca ter posto um pé na Transilvânia! As más-línguas dizem que foi o ditador Nicolar Ceaucescu que escolheu o Castelo de Bran, um dos mais bem conservados do país, como residência permanente de Vlad "o Empalador" para atrair para estas terras o turismo que responde ao chamamento do mítico vampiro. O certo é que a residência oficial de Vlad Draculea foi o Castelo de Poenari, que se encontra parcialmente em ruínas e cujo acesso é mais tortuoso, já que em Bran só passou duas noites encerrado nas masmorras, durante o domínio otomano. Castelo de Drácula ou não, a fortaleza de Bran continua a ser uma impressionante construção erigida em 1377 por ordem de Luís I da Hungria. Em cerca de uma hora e meia, poderá descobrir todos os segredos deste nada aterrador castelo que alberga cerca de 60 divisões ligadas por sinuosas e estreitas escadas e até por passagens subterrâneas nas quais se exibem coleções de móveis, armas e armaduras dos séculos XIV e XIX. Não perca, vale a pena. Quando estiver pronto, encaminhe-se para Brasov apanhando a estrada DN73 na direção nordeste e percorrendo os cerca de 30 quilómetros que a separam do Castelo de Bran. Situada no sudeste da Transilvânia, a privilegiada situação geográfica de Brasov transformou-a através dos séculos numa das cidades mais importantes e florescentes da região. O seu encantador centro histórico medieval alberga autênticos tesouros arquitetónicos como a Biserica Neagra (Igreja Negra), o templo principal de Brasov, construído pelos saxões transilvanos em finais do século XIV, sendo o maior monumento religioso em estilo gótico, não só do país, mas de todo o Sudeste da Europa. A igreja sofreu um grande incêndio durante a invasão austríaca da região em 1689, deixando nos seus muros uma característica tonalidade escura que lhe deu o seu nome atual. A igreja mede 89 metros de comprimento e apresenta uma altura total de 65 metros, para além de contar com um sino de seis toneladas de peso, o maior da Roménia, um espetacular órgão de 4000 tubos e uma impressionante coleção de tapetes de Anatólia. Na mesma praça Sfatului encontra-se a Casa Sfatului (Casa do Concelho), antigamente o edifício da câmara e, nos nossos dias, sede do Museu de História. A sua antiga muralha medieval ainda conserva algumas das suas impressionantes torres, como a Turnul Negru (Torre Negra) e a Turnul Alb (Torre Branca), onde irá obter uma fantástica panorâmica do centro de Brasov. Ao anoitecer, durante o pôr-do-sol, as vistas são inigualáveis. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Na rua Republicii, também no centro, irá encontrar inúmeras lojas, pequeno comércio e restaurantes. Atreve-se a provar as "Mici sau Miticei", as típicas mini salsichas romenas elaboradas com carne de porco, borrego ou vitela e misturadas com alho e outras especiarias, como pimenta, cominhos e coentros? Acompanhe-as de batatas fritas, cornichons, pimentos e mostarda picante ou doce. Delicioso! Porém, cuidado onde anda e a que hora, pois muito próximo da cidade habitam ursos. Durante a noite costumam vaguear em busca de comida entre o lixo. É proibido passear pelos bosques que rodeiam a cidade de noite. Alojamento em Brasov.

Brasov - Rasnov - Zarnesti - Parque Nacional Piatra Craiului - Magura - Brasov

Dia 3: Hoje é dia de fazer um passeio pelos espetaculares arredores de Brasov e, logo à partida, não faltam lugares de interesse para visitar. O primeiro destino do dia será a Cidadela de Rasnov, situada a apenas 20 quilómetros a sudoeste pela estrada DN73. Não se preocupe, porque a Cidadela de Rasnov não passa despercebida. Irá avistar esta impressionante fortaleza de longe, pois coroa uma colina alta. É uma das fortificações mais bem conservadas da Transilvânia e as suas origens datam dos tempos dos primeiros saxões que se fixaram na região durante o século XIII. Na base do monte existe um estacionamento amplo onde deixar o automóvel, para depois subir até à entrada, a pé (Nota: demora cerca de 15 minutos na subida), ou num dos comboios que realizam o dito percurso. (Nota. Não incluído). Percorra as suas intrincadas e empinadas vielas de calçada, ou até de pó e terra, e compre alguma recordação nas antigas casas dos povoadores da Citadela, transformadas nos nossos dias como lojas de souvenirs. Aproveite para se deleitar com as fabulosas vistas que as muralhas da fortaleza oferecem, como a cidade de Rasnov, os Montes Fagaras, os Cárpatos e o Parque Natural Bucegi. Em Rasnov, irá encontrar outra paragem obrigatória, sobretudo se viaja em família: o Dino Parc, um parque temático sobre dinossauros inaugurado em 2015. Este centro conta com meia centena de figuras em tamanho real destes impressionantes animais, assim como com um museu, lojas e restaurantes. Continue para oeste até alcançar Zarnesti, que se encontra a apenas 15 quilómetros de Rasnov, circulando pela estrada DN73A. Zarnesti é uma tranquila e hospitaleira localidade situada no centro da Roménia. Em concreto, está situada no sopé dos impressionantes Cárpatos romenos e é a porta de entrada para o bucólico e agreste Parque Nacional Piatra Craiului. Durante o inverno, Zarnesti cobre-se de neve e é perfeita para a prática de desportos de inverno como o esqui de fundo ou as rotas com raquetes. No verão, transforma-se num destino de exceção para o desenvolvimento de atividades ao ar livre, como a caminhada, mountain bike ou o montanhismo. Para além do seu precioso ambiente natural, Zarnesti conta com uma bela igreja evangélica e com um pequeno e característico cemitério da região que são digno de visita. Para chegar ao Parque Nacional Piatra Caiului a partir da localidade de Zarnesti, deve tomar uma estrada bem preparada para veículos, a DN73/E574, que o irá introduzir plenamente em autênticas paisagens montanhosas de postal após percorrer cerca de 35 quilómetros. O Parque Natural Piatra Crauilui (Rocha do Rei) estende-se por uma superfície de cerca de 150 quilómetros quadrados, o que compreende praticamente a totalidade dos Cárpatos. Ao chegar a partir de Zarnesti, poderá explorar a parte norte da mítica cadeia montanhosa que soa a mistério e lenda. Porém, se desejar fazer um percurso mais longo, recomendamos-lhe que se aproxime da pequena localidade de Magura, outra das formosas aldeias de montanha que salpicam os Cárpatos. Ali poderá respirar um pouco para continuar a sua exploração de Piatra Craiului. Não perca a zona protegida, onde poderá observar até 300 espécies de cogumelos, mais de 1000 plantas e cerca de 300 espécies de borboletas. Quanto estiver pronto, regresse a Brasov passando por Zarnesti e tomando a mesma via que percorreu para chegar ao Parque Natural Piatra Craiului. Alojamento em Brasov.

Brasov - Prejmer - Harman - Viscri - Sighisoara

Dia 4: As famosas igrejas fortificadas da região são as autênticas protagonistas do dia de hoje. Deve ter em conta que as estradas que tem de atravessar não se encontram no melhor estado de conservação possível, pelo que é bem certo que conseguirá imagens do mais pitoresco. Conduza com cuidado e não irá ter nenhum problema. A apenas 18 quilómetros de Brasov encontra-se uma das mais impressionantes e turísticas de todas, a Biserica fortificata din Prejmer (igreja fortificada de Prejmer). Exemplo perfeito da função religiosa e defensiva destes templos medievais, a igreja de Prejmer tem a capacidade de albergar no seu interior mais de um milhar de pessoas. O seu estado de conservação é excelente e poderá percorrer sem pressa as suas muralhas, o templo, as casas, as escolas e as cozinhas que transformavam esta igreja numa mini-fortaleza que protegia a população contra os ataques inimigos. Uma autêntica joia. Muito perto de Prejmer, a apenas 9 quilómetros para oeste, encontra-se outro bonito exemplo desta curiosa arquitetura, a Biserica fortificata din Harman (igreka fortificada de Harman). Tal como em Prejmer, em Harman também fortificaram a sua igreja durante o século XV, apesar de não de forma tão grandiosa. De facto, o que mais se destaca neste templo é a beleza do seu interior, com um estilo decorativo mais cuidado e diversos espaços de lazer face ao pragmatismo que inunda Prejmer. Em Harman, também poderá percorrer a seu contento o perímetro do complexo defensivo, como as muradas, a rede de passadiços do interior do muro, a torre da igreja (a partir da qual poderá desfrutar de uma bela panorâmica do ambiente natural). E não deixe passar a oportunidade de admirar um dos poucos frescos antigos conservados na Roménia. A paragem seguinte do dia desenrola-se na aldeia de Viscri, localizada a 80 quilómetros para nordeste de Harman. Viscri é uma das muitas aldeias fundadas pelos colonos saxões que foram chamados durante os séculos XI-XIII pelo rei da Hungria para povoar e defender esta parte da sua fronteira. Ali se encontra uma das igrejas fortificadas transilvanas declaradas Património da Humanidade pela UNESCO. Por estarem situados numa região onde a ameaça das invasões era constante, fortificaram as cidades e, no caso das comunidades mais pequenas, como é o caso de Viscri, criaram perímetros defensivos em redor da sua igreja. O certo é que é um lugar ideal para tirar fotos enquanto passeia pelas suas ruas e compara algum par das suas tradicionais luvas de lã. Como nas ocasiões anteriores, poderá aceder ao interior da igreja, às torres, à despensa e a um museu. Não perca a cama tripla onde dormiam os avós, os pais e os filhos! Assim que tiver explorado a fundo a igreja fortificada de Viscri, está na hora de seguir rumo ao noroeste pela DN13/E60 para percorrer os cerca de 45 quilómetros que o separam do último destino do dia. Fundada no século XII por colonos saxões convidados pelos monarcas húngaros a povoar e defender o sudeste do reino, Sighisoara é uma das cidades mais belas da Transilvânia. A passagem do tempo parece ter parado no centro histórico, que conserva de maneira exemplar a tipologia de uma pequena cidade medieval fortificada. Não é de estranhar, portanto, que no ano 1999 tenha sido classificado como Património da Humanidade pela UNESCO. Comece a sua excursão em Sighisoara pela iniludível Torre do Relógio (Turnul cu Ceas), um proeminente edifício histórico que remonta ao século XIV e que constitui o principal símbolo da cidade. Só no ano 1648 é que se colocou o relógio suíço que dá o seu nome à torre, uma construção que mede 64 metros de altura e que oferece umas excelentes vistas de toda a localidade. Para além disso, a torre acolhe na atualidade o Museu de História de Sighisoara. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Continue a explorar este fantástico centro antigo passeando pelas suas ruas calcetadas e flanqueadas por antigas casas de cores, como por exemplo pela sua "Escadaria Escolar", um troço de escadaria coberto construído em 1642 que une a parte baixa da cidadela à parte alta. Era ali que se encontravam as escolas da cidade e assim, no inverno, as crianças estavam resguardadas do frio e da neve. Apesar de serem 176 degraus, vale a pena subi-los, pois na parte alta do centro antigo poderá desfrutar da Igreja na Colina (Biserica din Deal), do século XV, do Cemitério Saxão e da Antiga Escola (Schola Reipublicae Seminarium), de 1619. Para recuperar forças, depois de percorrer as atrações de Sighisoara, que melhor do que comer na casa onde nasceu e vive os seus primeiros anos Vlad Tepes? É que, na atualidade, a casa-natal de Vlad III é ocupada pelo restaurante "Casa Vlad Dracul" (Strada Cositorarilor 5), um edifício considerado como o mais antigo da cidade. Para além de poder visitar o quarto de infância deste herói romeno e tirar fotos em frente ao mural com o retrato de Vlad Tepes, poderá degustar alimentos típicos locais, como a "Ciorba de Fasole cu Ciolan", uma sopa de feijões com fiambre fumado, toucinho, cebola, pimento e cenoura que se pode comer no prato ou dentro de um pão de fogaça oco. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Alojamento em Sighisoara.

Sighisoara - Biertan - Sibiel - Sibiu

Dia 5: Começamos o dia rumo a outra magnífica igreja fortificada. E não uma qualquer, mas sim uma das mais espetaculares da Transilvânia, uma das sete que obteve o reconhecimento de Património da Humanidade da parte da UNESCO em 1993. Como se costuma dizer, é uma das visitas imprescindíveis que deve realizar se viaja até à Roménia. A igreja fortificada de Biertan foi construída entre os anos de 1490 a 1516 sob parâmetros do gótico tardio saxão, com duas linhas de muralhas para uma melhor proteção. O destino seguinte é Sibiel, situada a cerca de 100 quilómetros a sudoeste de Biertan. Sibiel é uma pequena aldeia de apenas meia centena de habitantes que parece tirada diretamente da Idade Média. Para lá chegar, deve penetrar progressivamente em montanhas que oferecem vistas magníficas da região. O seu encanto natural encarna plenamente a alma deste formoso país. Para além disso, alberga uma joia do século XVIII como a igreja da Santa Trindade, famosa pelos frescos que decoram o seu interior e a sua importante coleção de ícones de vidro e madeira. De facto, na aldeia também poderá visitar o Museu de Ícones "Pr Zosim Oancea", que exibe a maior coleção de ícones sobre vidro da Transilvânia. Após deixar esta bela localidade, rume a Sibiu, que se encontra a apenas 20 quilómetros para leste de Sibiel. A cidade de Sibiu tem fama de ser a localidade mais moderna e vanguardista de toda a Roménia. Não em vão, ali se fundaram o primeiro hospital, a primeira escola, o primeiro museu ou a primeira farmácia do país. Para além disso, Sibiu é considerada uma das urbes mais bonitas da Roménia. O seu formoso centro antigo articulado em torno de três preciosas praças foi distinguido pela UNESCO em 2004 com a designação de Património da Humanidade. A Piata Mare (Plaça Grande) constitui o epicentro social da cidade desde o século XVI e, com 142 metros de comprimento e 93 metros de largura, é uma das maiores da Transilvânia. Numa das suas esquinas ergue-se um dos principais monumentos barrocos da Roménia, o Palácio Brukenthal, sede do Muzeul National Brukenthal (primeiro museu fundado na Roménia, em 1817) e, junto a ele, a "Casa Azul", que luz o antigo escudo de armas da cidade. Também alberga dois dos símbolos mais característicos de Sibiu: os "olhos da cidade", uma série de casas com sótãos altos e pequenas janelas que parecem olhar para si quando passa à sua frente; e a Turnul Sfatului (Torre do Concelho), uma antiga fortaleza do século XIV, sob a qual passa um beco que conduz à praça seguinte, a Piata Mica (Plaça Pequena). Não hesite em subir à torre para desfrutar das excelentes vistas que oferece o centro histórico de Sibiu. Por seu turno, a Piata Mica é muito popular, pois concentra grande parte da oferta de restauração da cidade, apesar de não lhe faltarem outras atrações turísticas, como a Casa Luxemburg, a Casa das Artes ou o Museu de Farmácia. Porém, antes de tudo, vá até à popular Ponte dos Mentirosos, sempre adornada com flores e associada a inúmeras lendas sobre mentirosos desde a sua construção, em 1859, apesar de ser certo que se chama assim devido a uma má tradução do alemão. Aproveite para jantar em algum dos restaurantes adjacentes que, para além das vistas, oferecem uma atmosfera perfeita para uma noite romântica. A ponte irá conduzi-lo à terceira praça mais importante do centro, a Piata Huet, onde se encontra a Catedrala Evanghelica de estilo gótico, construída em 1520 e cujo órgão é o maior de toda a Roménia. A zona amuralhada é outra excelente opção para dar um passeio até chegar à Catedrala Sfanta Treime (Catedral Ortodoxa da Santíssima Trindade), cujo interior profusamente decorado com pinturas murais é simplesmente impressionante. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Alojamento em Sibiu.

Sibiu - Cartisoara - Lago Vidraru - Castelo de Poienari - Curtea de Arges - Pitesti

Dia 6: Chega o dia de usufruir dos Cárpatos na sua plenitude e, para isso, não existe melhor lugar do que as Montanhas Fagaras. Primeiro, deve dirigir-se para leste em direção a Cartisoara, que se encontra a cerca de 50 quilómetros de distância de Sibiu, pela DN1/E68. Em Cartisoara, poderá visitar o Muzeul Badea Cartan, um museu dedicado à memória de Gheorghe Cartan, com cognome Badea Carta. Pastor de etnia romena, Cartan lutou entre finais do século XIX e inícios do XX em prol da independência dos romenos da Transilvânia, que então fazia parte do Império Austro-húngaro. Para isso, distribuiu mais de 200 000 livros escritos no idioma romeno nas aldeias transilvanas. O museu recorda a vida deste herói local e os seus esforços na alfabetização do seu povo, mostrando, também, muitas das tradições regionais que ainda se mantêm nos nossos dias. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Em Cartisoara, poderá tomar, para além disso, uma das estradas mais famosas do mundo, a Transfagarasan, ou DN7C. É a segunda estrada asfaltada de maior altitude da Roménia e os seus 90 quilómetros de curvas percorrem de cima a baixo as zonas mais altas do sul dos Cárpatos, entre o Moldoveanu, o pico mais alto do país, e o Negoiu, o segundo em altura. Durante o trajeto em direção ao sul, verá lagos cristalinos, frondosos bosques, estrondosas cascatas ou espetaculares miradouros, entre muitas outras coisas. Se gosta de conduzir, a Transfagarasan é a sua estrada. Convém ressalvar que esta fabulosa via costuma permanecer fechada grande parte do ano, devido aos fortes nevões, pelo que deverá tomar a rota alternativa pela DN1/E68 nesses casos. Não hesite em fazer uma paragem no caminho no lago Vidraru e nos seus estupendos miradouros sobre esta gigantesca represa, que oferecem vistas de cortar a respiração. Um pouco mais a sul, irá deparar-se com o Castelo de Poienari, que foi a verdadeira residência de Vlad III ou Vlad Tepes ("o Empalador"), em vez do Castelo de Bran. Situado num enclave natural dificilmente igualável, estando na atualidade praticamente em ruínas, a subida até à sua localização no alto da montanha requer determinado esforço. Não em vão, deverá subir uns impactantes 1500 degraus que o separam do amplo estacionamento sob os seus pés. Mas não pense muito e realize esta fantástica excursão ao coração do mito, vale a pena. Continue rumo ao sul pela Transfagarasan (DN7C) e, após percorrer cerca de 30 quilómetros, irá alcançar o destino seguinte do dia. Capital do antigo Voivodato ou Principado da Valáquia, Curtea de Arges alberga um importante legado monumental na forma de imponentes igrejas que demonstram bem a glória passada. A maravilha que luz com mais brilho é, sem dúvida, o Manastirea Curtea de Arges (a catedral-mosteiro de Curtea de Arges), uma joia da arte bizantina romena impulsionada pelo príncipe Neagoe Besarab na primeira metade do século XIV. Deixe-se enfeitiçar pela beleza dos seus mármores de Bizâncio e pelos frescos do pintor Dragomir que decoram o seu formoso interior. Frente à igreja encontra-se a Fonte Manole, outra das atrações de Curtea de Arges, que esconde um dos mitos mais conhecidos da Roménia. Conta a lenda que o voivoda Radu Negru contratou o arquiteto Mesterul Manole para construir a catedral. Como não era capaz de terminar os muros e perante as ameaças de Radu, Manole sugeriu o antigo costume de emparedar nas fundações a primeira mulher viva que aparecesse na obra. E a primeira que apareceu não foi outra que a esposa de Manole, que não teve mais remédio do que sacrificar a sua própria mulher. Uma placa indica o facto. Mas não terminaria aqui o suplício do mítico arquiteto, pois uma vez finalizada a catedral, o próprio Radu Negru abandonou-o no telhado para que não pudesse voltar a construir nada parecido. Então, Manole fabricou umas asas de madeira e tentou escapar a voar... para acabar por se estampar contra o solo no local onde agora se ergue a fonte construída em sua honra. Também não perca a Curtea Domneasca, a corte do príncipe, fundada também por Besarab I em 1340. É uma impressionante residência medieval, atualmente em ruínas. E, junto a ela, a Biserica, a igreja que conserva frescos com cenas do Velho e do Novo Testamento. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Não abandone a estrada Transfagarasan na sua viagem até ao sul, até alcançar Pitesti, situada a cerca de 40 quilómetros de distância de Curtea de Arges, junto ao rio Arges. Em Pitesti, à qual chegará ao final da tarde, a oferta de restauração é dividida entre a Bulevardul Eroilor, a Bulevardul Bratianu e a Strada Primaverii. Ali poderá encontrar tanto restaurantes de comida regional como locais de cozinha internacional. Alojamento em Pitesti.

Pitesti - Bucareste

Dia 7: Aproveite o dia para visitar Pitesti, conhecida no país como a "Cidade das Tulipas". Ali se celebra todos os anos um importante festival anual chamado Simfonia Lalelelor (Sinfonia da Tulipa). A principal atração de Pitesti é a sua Biserica Domneasca Sfabtul Gheorghe (a igreja de São Jorge), a mais antiga da cidade. Construída em 1656 por ordem do Príncipe da Valáquia, Constantin Serban, este monumento reflete o refinamento de meados do século XVII na construção eclesiástica nesta histórica região romena. Outro dos seus pontos fortes é a Galeria de Arta Rudolf Schweitzer-Cumpana, uma galeria de arte que ocupa um edifício que data de 1886 e que até 1970 albergava a Câmara Municipal. Conta com uma coleção de mais de 1100 quadros e esculturas clássicas e contemporâneas. No andar superior são exibidas obras de reconhecidos artistas romenos, como Nicolae Grigorescu, Stefan Luchian, Pallady, Gh.Petrascu e Nicholas Tonitza, que deram personalidade à pintura romena fundando a escola nacional de pintura moderna. Não perca a Poarta Eroilor (Porta dos Heróis), que com a sua majestosa forma de arco triunfal presta homenagem aos mais de 1100 heróis caídos na conquista da unidade nacional romena. "Pelo país, pela glória e pela sua bandeira" reza uma placa comemorativa situada no seu arco interior. Também não é menos meritório o Muzeul Judetean Arges (Museu do Condado de Arges), onde se expõem uma série de achados arqueológicos na forma de moedas, objetos de culto e adornos que examinam a sucessão de épocas históricas da Valáquia. Inclui, para além disso, uma exposição sobre ecologia que foi a primeira do seu tipo no país. Assim que estiver pronto, dirija-se para leste pela E81 e percorra os 120 quilómetros de distância que separam Piteste de Bucareste, a capital romena. Bucareste é uma das cidades mais atraentes da Europa oriental. Monumentos históricos nacionais, belos parques onde descontrair, mais de 30 museus, palácios e igrejas são apenas alguns dos seus muitos atrativos. Aproveite para conhecer algum dos seus atraentes parques, como o parque Herastrau, o maior de todos, onde poderá alugar um barco e navegar pelo seu precioso lago. No centro da cidade encontra-se o bucólico parque Cismigiu, que também tem um lago e, apesar de ser mais pequeno do que o parque Herastrau, vale a pena conhecê-lo a passear ao cair do dia. Pode jantar em algum dos inúmeros restaurantes divididos pelo centro da capital romena, próximos do parque Cismigiu. E, depois, rume ao bairro de Lipscani, epicentro da noite de Bucareste. Alojamento em Bucareste.

Bucareste

Dia 8: Bucareste tem muito mais coisas a visitar do que o seu amplo legado comunista e os seus belos parques. Entre o seu património arquitetónico vale a pena visitar o Arcul de Triumf, que comemora os heróis nacionais da guerra da independência e da Primeira Guerra Mundial. A versão que se pode ver na atualidade foi inaugurada em 1936 e assemelha-se ao arco de triunfo de Paris, apesar de mais pequeno. Também sobressaem o Ateneu Romeno, inaugurado em 1888 e sede da filarmónica da Roménia, bem como a Ópera de Bucareste, que foi fundada mais recentemente, em 1953. No bairro de Lipscani localiza-se a Curtea Veche, a primeira Corte Real e um dos primeiros edifícios de Bucareste. Atualmente, é um campo arqueológico, onde se pode ver, entre outras coisas, um busto de Vlad Tepes. No que diz respeito à arquitetura religiosa, destaca-se o Palácio do Patriarcado Ortodoxo, sede da Igreja ortodoza romena, que foi finalizado em 1658. E a Igreja de Stavropoleos, construída em 1724 no estilo brancovenesc, também conhecido como Renascimento valaco ou Renascimento romeno. Tem uma biblioteca que alberga mais de 8000 livros sobre teologia, música bizantina, história e arte. E, se falamos de museus, poderá visitar o Museu de História da Roménia, que explora a história e cultura do país desde os tempos pré-históricos, a época dácia, a romana, a Idade Média e a Idade Moderna; o Museu Satului, um museu etnográfico ao ar livre; o Museu de História Natural, um dos melhores museus desta disciplina na Europa; bem como o Museu George Enescu, o compositor mais célebre da Roménia. Alojamento em Bucareste.

Bucareste - Cidade de origem

Dia 9: Se a partida do seu voo lhe permite fazer um pouco mais de turismo em Bucareste, recomendamos-lhe a visita a Mogosoaia, situada a cerca de 10 quilómetros a noroeste da capital romena. Ali encontra-se o Palácio de Mogosoaia, construído por ordem de Constantin Broncoveanu entre 1698 e 1702. É uma mistura de estilos muito particular, pois inclui detalhes renascentistas, barrocos, otomanos e até influências venezianas. Para além disso, o palácio é rodeado por belos e enormes jardins e por um bonito lago. Apresentação no aeroporto com tempo suficiente de antecedência para devolver o carro alugado e voo de regresso à cidade de origem. Chegada. Fim da viagem e dos nossos serviços.

A sua viagem inclui

  • Voo de ida e volta.

  • Estadia no hotel seleccionado em Bucareste.

  • Regime seleccionado em Bucareste.

  • Estadia no hotel seleccionado em Brașov.

  • Regime seleccionado em Brașov.

  • Estadia no hotel seleccionado em Sighișoara.

  • Regime seleccionado em Sighișoara.

  • Estadia no hotel seleccionado em Sibiu.

  • Regime seleccionado em Sibiu.

  • Estadia no hotel seleccionado em Pitești.

  • Regime seleccionado em Pitești.

  • Aluguer de carro.

  • Seguro de viagem.

A sua viagem não inclui

  • Taxas de alojamento em Roménia é paga localmente no hotel.

  • Possibilidade de pagamento de portagens.

Opiniões Percurso pela Trânsilvânia

Manuel Jimenez

El diseño de la ruta, la ubicación de los hoteles y la orientación sobre los puntos de interés recomendados

joan carles

hotel con un encanto especial ... recepcionistas muy amables , la de la tarde habla español . puedes aparcar dentro por 18e dia , porque por la zona es casi imposible aparcar y es zona azul , no muy lejos del centro ...15 minutos andando . volvería sin dudarlo

Santiago Rajadel

Un viaje precioso y sin ningún contratiempo. Totalmente recomendable.

ana Ana

Un buen viaje, un buen servicio, y la calidad precio es muy buena. Un viaje muy recomendable.

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Poupe tempo

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Notas importantes

  • Conduzir na Roménia: 1. É obrigatório pôr o cinto de segurança nos bancos da frente do veículo. 2. Limites de velocidade na estrada. 2.1 Zonas urbanas até 50 km/h. 2.2 Em estrada até 90 km/h. 2.3 Em autoestradas até 130 km/h. 3. Não é permitida utilização de telemóvel ao volante. 4. Não se esqueça de levar no carro um triângulo vermelho de advertência e um colete refletor amarelo para usar em caso de avaria ou acidente. 5. Consumo de álcool. O limite legal é de 0,0 g/l. Existem penalidades severas para os motoristas que passem o limite permitido. 6. Recomenda-se encher o depósito em cada oportunidade que se tenha, sobretudo na zona montanhosa do país. 7. Estacionamento. É permitido estacionar apenas do lado direito do passeio e deve ser feito na direção de circulação do tráfego. 8. É aconselhável conduzir com prudência porque os romenos geralmente não são muito respeitosos e há muitas estradas em más condições. Tudo isto faz com que as deslocações sejam mais longas do que o esperado. Além disso, há muito poucas autoestradas. A maioria das estradas é de dois sentidos e pequena, algumas têm asfalto duvidoso. 9. Outras recomendações: 9.1.As luzes, sempre acesas. 9.2.Conserve uma grande distância de segurança; ainda maior quando estiver na autoestrada. 9.3.Use sempre o pisca. 9.4.Não circule a alta velocidade. 9.5.Na estrada, circule sempre com um automóvel ou camião à sua frente. 9.6.Com chuva, ou ao anoitecer, circule ainda mais devagar e com maior prudência.
  • Os quartos triplos em Europa são geralmente quartos com duas camas individuais ou uma de casal, nos quais se instala uma cama extra para a terceira pessoa, com os inconvenientes que isso implica, por essa razão, desaconselhamos o seu uso na medida do possível.
  • A hora de entrada no hotel no dia da chegada depende de cada estabelecimento, mas em caso algum será antes das 15h00, salvo indicação em contrário.
  • As excursões e visitas sugeridas para cada dia são indicativas, podendo o turista personalizar a viagem de acordo com o seu programa, gostos e necessidades.
  • O cartão de crédito é considerado uma garantia, pelo que, por vezes, o seu uso é imprescindível para se registar nos hotéis.
  • Normalmente os hotéis dispõem de berços para bebés. Caso contrário, terão de dividir cama com um adulto.
  • Para a recolha do automóvel de aluguer é necessário um cartão de crédito (não de débito) em nome do titular da reserva, que também deve ser o principal condutor do veículo.
  • Consulte a documentação necessária para entrar os destinos visitados e para trânsito nos países onde são feitas escalas aéreas.