Percurso pela Confederação Suíça e as suas Paisagens de Cartão-Postal

Percurso pela Confederação Suíça e as suas Paisagens de Cartão-Postal

Suíça, 8 Dias · Ao seu gosto de carro

Partida a 25/09/2026 de Lisboa

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904
por pessoa

Percorra a pitoresca Suíça de ponta a ponta, de Zurique a Genebra.

Esta é uma proposta para viajantes exigentes e dispostos a aproveitar cada segundo desta fascinante experiência. A Rota pela Confederação Suíça e as suas Paisagens de Cartão-Postal permite visitar os principais destinos turísticos e o vasto legado cultural da Suíça, enquanto se maravilha com uma sucessão de belas paisagens durante o trajeto que vão desde impressionantes cumes cobertos de neve e glaciares eternos, a vales verdejantes e exuberantes florestas salpicadas de lagos cristalinos. A verdade é que qualquer um delas parece retirada de um cartão-postal, tal é a beleza deste país pitoresco que também sabe a queijo e chocolate. Ao volante e à sua vontade, poderá mergulhar nas aldeias e cidades que ligam esta Rota às várias culturas e tradições que formam este cadinho chamado Suíça, tão influenciado pelas suas vizinhas França, Alemanha e Itália. A elegância de Zurique, o "glamour" de St. Moritz, o carácter lombardo de Lugano, o espírito olímpico de Lausana, a exuberância de Genebra, e a atmosfera medieval de Berna… Estão são apenas algumas das virtudes das cidades cosmopolitas suíças. Uma viagem de carro inesquecível que o levará a conhecer as paisagens mais belas deste país único.

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Percurso pela Confederação Suíça e as suas Paisagens de Cartão-Postal

Datas de Partida:Partidas de julho 2026 Até junho 2027

partidas desde:Lisboa

Itinerário da viagem

Cidade de origem - Zurique

Dia 1: Saída do voo da cidade de origem até Zurique, a maior cidade da Suíça. Chegada e recolha do carro alugado. Conduza até ao seu hotel situado na capital gastronómica e cultural deste formoso país alpino. Situada nas margens do lago Zurique, na confluência com o rio Limmat, num imponente enclave natural de suaves colinas, a cidade causa admiração pela sua riqueza histórica, o seu ambiente cosmopolita e as suas atraentes propostas culturais. Não é em vão que há anos que Zurique integra as cidades com maior qualidade de vida do mundo. O coração da cidade compõe-se pelo lago com o mesmo nome e o centro histórico, um lugar mágico para admirar a cada recanto que passe e onde se encontra o principal símbolo de Zurique: a Grossmünser (na Zwingliplatz). Nesta igreja-mosteiro, construída em estilo românico, entre os séculos XII e XIII, que teve um papel muito relevante na Reforma Protestante, destacam-se sobretudo os seus campanários gémeos que datam do século XV e desenhados sob parâmetros góticos. Também apresenta elementos do estilo barroco graças aos capitéis acrescentados em finais do século XVIII, e uns belos vitrais do século passado. Para além da sua riqueza arquitetónica, o centro histórico chama a atenção pela grande quantidade de ruas eminentemente turisticas devido às suas lojas e comércio, de que a rua Bahnhofstrasse, considerada uma das ruas comerciais mais atraentes do mundo, é expoente máximo. A cidade de Zurique tem ainda cerca de 50 museus e 100 galerias de arte, entre os quais se destacam Kunsthaus Zurique (Heimplatz, 2), com a coleção de arte moderna mais importante da localidade, e Landesmuseum Zurique (Museumstrasse, 2), o museu de história cultural mais visitado da Suíça. Não perca ainda o impressionante Jardim Zoológico de Zurique (Zürichbergstrasse) onde se reunem 340 espécies e mais de 4.000 animais, um jardim zoológico interativo que permite o contacto direto com alguns animais e onde se salienta o parque de elefantes "Kaeng Krachan". (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Zurique é ainda a capital mundial do futebol ao acolher a sede da Fédération Internationale de Football Association-FIFA, o organismo que desde 1904 tem a seu cargo o governo do futebol federado dos cinco continentes. Ali encontrará todo o mundo do futebol sob um só teto graças ao FIFA World Football Museum (Seestrasse, 27), um mundo de experiências interativas que entusiasmará até o menos aficionado do "desporto rei". (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Sendo a capital gastronómica da Suíça, Zurique apresenta uma das densidades mais altas de restaurantes por habitante de toda a Europa, e as famosas estrelas também, pelo que poderá apreciar tanto receitas locais, como o "Züri Gschnätzlets", escalopes de borrego à moda de Zurique, como os pratos mais requintados de todo o mundo. Assim, recomendamos que visite o restaurante vegetariano mais antigo do mundo, a "Haus Hiltl", localizada no número 28 da Sihlstrasse e que está aberto desde 1898. Também as típicas "beizen", barraquinhas de comida que se encontram nas ruas, gozam de grande popularidade. Já só lhe resta desfrutar da animada vida noturna de Zurique, que se concentra na zona histórica junto ao rio Limmat, em ruas como a Niederdorfstrasse e Oberdorfstrasse, e na zona de Hauptbahnhof, principalmente nas imediações da Langstrasse e da Escher-Wyss-Platz. A maioria dos bares e discotecas fecham as suas portas às 2 da manhã, ainda que alguns se mantenham abertos até à 4. Alojamento em Zurique.

Zurique - Vaduz (Principado do Listenstaine) - St. Moritz (Suíça)

Dia 2: Faça um pequeno-almoço completo com o "Birhermüesli".Criado em 1900 pelo médico suíço Maximilian Oskar Bircher-Brenner. Consiste em flocos de aveia, sumo de limão, leite condensado, maçãs raladas e avelãs ou amêndoas, depois do qual se sentirá com forças para enfrentar o dia. Quando estiver pronto, embarque rumo a um dos países mais pequenos da Europa com uma área de apenas 160km², o Principado do Listenstaine, um destino predileto do turismo durante todo o ano graças às suas estâncias balneares, estações de esqui e beleza natural incrível. (Nota: Desde que Listenstaine se integrou no espaço aduaneiro da Suíça em 1923, não há postos de controlo entre os dois países). Em particular, dirija-se à capital Vaduz, de onde se ergue, do ponto mais alto da cidade, o majestoso castelo dos príncipes, designado Vaduz Schloss (Äulestrasse, 30), uma impressionante fortaleza que se consegue ver de quase todos os pontos de Vaduz. De origem medieval e fortificado, durante os séculos XVI e XVII foram-lhe adicionadas duas alas, uma de estilo renascentista e outra de estilo neoclássico, o Castelo de Vaduz não é a única atração dentro da "pequena cidade", como lhe chamam carinhosamente os seus habitantes. Podemos encontrar três belas esculturas equinas em bronze e em tamanho real que reproduzem com grande precisão os vários movimentos dos cavalos, e a Catedral de São Florino de Vaduz (St. Florinskirche in Vaduz ou Kathedrale St. Florin), que começou por ser uma igreja de estilo neogótico mas que mais tarde se tornou a catedral (St. Florinsgasse, 17). Construído entre 1869 e 1874 pelo arquiteto Friedrich von Schmidt, este templo catedrático contém os sepulcros do príncipe Francisco José II e da sua esposa Georgina de Wilczek, caracterizando-se pela sua torre pontiaguda visível a partir de qualquer ponto de Vaduz. Recomendamos também uma visita ao Parlamento, localizado na praça de Peter-Keiser, e ao museu Kunstmuseum Liechtenstein, no coração de Vaduz (Städtle, 32), onde estão em exibição obras de Gustave Courbet, Marcel Duchamps e Jean Tinguely, entre outros artistas de renome. O elegante edifício do museu apresenta uma fachada de betão coberta de pedra basáltica negra e foi desenhado pelos arquitetos Morger, Degelo e Kerez. Um regalo para os olhos. Perto do mesmo podemos encontrar a Hilti Art Foundation, que convida a percorrer a história da arte dos últimos 150 anos. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Como não poderia deixar de ser, a cozinha de Liechtenstein tem muitas influências dos seus países vizinhos. Por exemplo, os queijos, o "Rösti" suíço, um prato de batatas fritas cortadas em tiras, e uma grande variedade de "Wursts" (salsichas) são uma parte importante da dieta. Os vinhos locais têm uma classificação alta, mas raramente são exportados. A última etapa da sua jornada devolve-o às terras suíças mas não a um sítio qualquer, um sítio que é sinónimo de "estilo, elegância e classe" em forma de destino turístico, o internacionalmente conhecido St.Moritz (Sankt Moritz em alemão, St.Moritz em francês e San Maurizio em italiano). Pelo menos desde 1864, o berço das férias de inverno alpinas de luxo e do "jet-set", St.Moritz já era bastante conhecido graças à sua estância balnear com águas cujas características medicinais foram descobertas há 3.000 anos, caracterizando-se por uma excelente gastronomia que se pode desfrutar nos mais de 100 restaurantes da St.Moritz. Se tiver oportunidade, experimente a famosa tarte de nozes da Engadina, uma deliciosa receita local. Alojamento em St. Moritz.

St. Moritz - Bellinzona - Lugano

Dia 3: Sede dos Jogos Olímpicos de Inverno e dos Campeonatos Mundiais de Esqui Alpino, St.Moritz oferece excelentes instalações para a prática de qualquer desporto de inverno, assim como para desfrutar de um moderno (e luxuoso) estilo de vida alpino. A localidade encontra-se dividida em dois núcleos: St.Moritz-Dorf, a aldeia propriamente dita onde se encontra o legado histórico e cultural da cidade; e S.Moritz-Bad, situado na foz do rio Reno, no lago de St.Moritz, que acolhe as instalações turísticas mais modernas e as estâncias balneares. Em St.Moritz-Dorf recomendamos que visite o Museu Segantini (Via Somplaz, 30), que exibe o famoso típico alpino de Giovanni Segantini entitulado "Vida-Natureza-Morte", os restos da igreja de São Maurício que remonta do século XV, e a torre inclinada. St.Moritz oferece igualmente muitas oportunidades para explorar os arredores naturais e encantar-se com a sua beleza. Uma das excursões mais populares é a subida de funicular ao topo de Muottas Muragl, um miradouro incomum de onde é possível contemplar não só os maciços de Piz Palü e Piz Bernina, com o característico branco das suas encostas, como também os lagos da Alta Engadina e o próprio St.Moritz. O funicular funciona até ao final da tarde. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Quando estiver pronto, siga para sudoeste em direção à capital do cantão Ticino (Ticino em italiano, e Tessin em alemão e francês), a bela Bellinzona (Bellenz, em alemão), provavelmente a mais italiana das cidades suíças e onde as marcas da cultura lombarda são bem visíveis. Poderá maravilhar-se diante da extraordinária defesa entrançada de Bellinzona, composta por três castelos unidos pela antiga muralha da cidade, um conjunto classificado de Património Mundial pela UNESCO em 2000. São também três dos castelos mais bem preservados da Suíça, com os nomes Castelgrande, Montebello e Sasso Corbaro. Atualmente, todos eles albergam diferentes coleções museológicas dedicadas às áreas da arqueologia, da arquitetura e da arte. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). De seguida, dirija-se ao último destino do dia, a cidade de Lugano, a cidade mais populosa da Suíça italiana e com uma clara personalidade mediterrânica. A oferta cultural de Lugano baseia-se sobre três eixos: a Catedral de São Lourenço, na Via Borghetto, fundada no início da Idade Média e que contém um grande número de frescos barrocos no seu interior; a Igreja Santa Maria degli Angioli, na Piazza Bernardino Luini, que alberga a espetacular obra "Paixão e Crucificação de Cristo" criada pelo próprio Bernardino Luini em 1529; e o MASILugano, o Museu d’Arte della Svizzera Italiana, também ele situado na Piazza Bernardino Luini, que exibe obras de autores como Klee, Jawlensky, Renoir e Degas. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Outras atividades recomendadas são a visita ao Parco Ciani, o Parque Cívico-Cian, situado nas margens do Lago de Lugano e que é o pulmão verde da cidade com os seus 63.000 metros quadrados de superfície; e a subida de funicular ao Monte Brè, a chamada "montanha caseira de Lugano", de onde poderá desfrutar de uma maravilhosa vista panorâmica da cidade, do lago, do Monte San Giorgio e dos Alpes Valaisanos. (Nota. Não incluído). A gastronomia típica de Ticino inclui receitas como a "Polenta", uma papa de milho que se mistura com queijo; os "Vermicelles Marroni", uma sobremesa feita à base de castanhas cozidas e açucaradas que se moldam em forma de esparguete; o Zincarlìn, um queijo fresco típico do Valle di Muggio em forma de pequena cartola; e as "Amaretti", que são pequenas bolachas crocantes com amêndoas trituradas. Alojamento em Lugano.

Lugano - Sion - Montreux

Dia 4: Continue a sua viagem até uma das cidades mais antigas do país e a que desfruta de mais dias de sol por ano de toda a Suiça. Capital do cantão de Valais e construída nas margens do rio Ródano com os Alpes valaisanos a sul e com os Alpes berneses a norte, a localidade de Sion (Sitten, em alemão) e a sua zona vinícola são das mais famosas no mundo inteiro e produzem bebidas como o "Fendant", um vinho branco. É impossível perder-se, já que desde longe se avistam no horizonte as torres do castelo episcopal de Tourbillon, do século XIII, e as ruínas da igreja fortificada de Valère, cujos alicerces datam da época dos celtas, ambos situados nas imponentes colinas íngremes que protegem a cidade como silenciosas guardiãs há 7.000 anos. Outros pontos de interesse incluem a Câmara Municipal, de um branco imaculado e construída no século XVII, e a Plaza du Theatre, onde encontrará a igreja fortificada de La Trinidad e Valère Theatre, antiga residência episcopal até o século XIV. Continue a sua viagem até à cidade de Montreux. Situada numa baía do lago Lemano, Montreux é uma elegante e bela cidade de jardins e casas senhoriais, eleita há décadas por personalidades de vulto como Charlie Chaplin ou Freddy Mercury como lugar de descanso. Muito próximo da localidade, tomando um caminho ao longo da margem do Lemano, entre ladeiras cobertas de vinhedos, encontra-se um dos enclaves mais visitados em toda a Suiça, o castelo de Chillon (Château de Chillon). Trata-se de uma fortaleza de grandes torreões e belos salões do século XIII erguida numa ilha rochosa nas margens do lago, fonte de inspiração para Lord Byron no seu famoso poema "O prisioneiro de Chillon". (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Montreaux tem também uma estreita relação com a música. Ali viveu Freddie Mercury os seus últimos anos de vida (diz-se que as suas cinzas foram lançadas no Lago Lemano em frente à estátua erigida em sua memória), e a banda Deep Purple sofreu um incêndio durante um concerto de Frank Zappa que inspirou a famosa canção "Smoke on the water". Para além disso, durante o mês de Julho, Montreux converte-se na capital mundial do jazz, acolhendo o famoso Montreux Jazz Festival, que desde o seu início em 1967 vem reunindo todas as grandes celebridades de estilos como o jazz, blues, rock, world music e soul. (Nota. Não incluído). A gastronomia alemã, francesa e italiana tem grande influência na culinária de Montreux, destacando-se receitas típicas como a "Suppe Mais Paraguyer", um prato de carne a que se junta farinha de milho e gordura de porco, ou o "Rösti à suíça", feito à base de batatas, banha de porco e manteiga. Alojamento em Montreux.

Montreux - Lausana - Berna

Dia 5: Comece o dia passeando junto ao lago Lemano até chegar ao primeiro ponto de paragem do dia. Lausana é a segunda cidade em importância do Lago Lemano e a capital mundial do movimento olímpico, além de ter uma atraente cidade medieval com ruas íngremes e escadarias abrigadas pela bela Catedral de Notre-Dame de Lausana (Cathédrale de Notre-Dame de Lausana). Considerada a mais bela e impressionante obra do início do período gótico na Suíça, localizada na Place de la Cathédrale, a sua construção começou em meados do século XII e não seria concluída até 100 anos depois. Como referência cultural da Suíça ocidental, Lausana apresenta vários museus de grande importância, entre os quais se destacam a Collection de l'Art Brut no castelo Beaulieu (Avenue des Bergières, 11) que exibe desde 1971 uma coleção única composta por obras de marginalizados sociais, presos e doentes psiquiátricos, e a Fondation de l'Hermitage (Route du Signal, 2), que não oferece apenas exposições temporárias de arte mas também umas vistas espetaculares sobre o lago Lemano e catedral. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). O bairro que circunda a catedral e o bairro ribeirinho de Ouchy estão divididos entre lojas e gastronomia, onde pode provar muitos pratos regionais, como o tradicional "Saucisse au chou", salsicha com repolho ou o "Papet Vaudois", que é a versão do "Saucisse au chou" acompanhado de batatas e alho francês gratinado. Outro dos pratos típicos da região são os "Malakoff", bolinhos de queijo fritos que costumam servir como aperitivo, e os "Carac", deliciosas taças de chocolate para sobremesa. Bom proveito! Continue caminhando ao longo da margem do Lago Lemano em direção a sudoeste até chegar ao próximo ponto de paragem da Rota. Genebra é conhecida como a "Capital Mundial da Paz", uma cidade que abriga a sede europeia da ONU e a sede da Cruz Vermelha, com uma localização imbatível nas margens do Lago de Lemano, o "pequeno mar" da Suíça. Na margem direita encontra-se uma grande parte da oferta de hotéis e restaurantes de Genebra, enquanto na margem esquerda encontra-se a área comercial e a cidade velha (Vieille Ville), cujo epicentro é a Place du Bourg-de-Four. O centro histórico é uma bela trama de ruelas animadas muito bem preservadas, como a Grand-Rue, onde Jean-Jacques Rousseau nasceu, onde convergem seus edifícios históricos mais emblemáticos, como a Catedral de São Pedro (Cathédrale St-Pierre). cuja construção começou em 1160 e levou mais de um século para ser concluída (Place Bourg-Saint-Pierre). É uma autêntica jóia do românico e gótico, porque tem o maior número de capitéis destes estilos em toda a Suíça. Não perca a subida de 157 degraus até o topo de sua torre norte onde poderá desfrutar de uma espetacular vista panorâmica da cidade e do lago. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). O Palácio das Nações Unidas (Palais des Nations) está localizado no centro do Ariana Park, nas margens do Lemano (Avenue da la Paix, 14) e há visitas guiadas em 12 idiomas que percorrem parte de suas salas, como a Sala do Conselho, decorado com belos frescos e o enorme Salão da Assembleia. Muito perto da sede da ONU está o Museu Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (Avenue de la Paix, 17), que abriga uma exposição permanente chamada "A aventura humanitária", que destaca o arquivo da Agência Internacional dos Prisioneiros de Guerra 1914-1923, registada no Registo de Memória do Mundo da UNESCO. A importante indústria relojoeira suíça também deixou sua marca na cidade na forma do "Horloge Fleuri", o relógio de flores do Jardim Inglês, que é um símbolo de renome mundial dessa indústria em Genebra, e o Musée International de l'Horlogerie (Rue Charles-Galland, 2), um museu de relógios que inclui uma coleção de peças adornadadas de jóias e relógios de música. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Genebra também é conhecida como a "Cidade dos Parques", porque tem mais metros quadrados de espaço verde por habitante do que qualquer outra cidade na Suíça. O Parque dos Bastiões (Rue St. Léger), com suas esculturas dos fundadores calvinistas, ou o Parc de Eaux Vives (Rue des Eaux Vives), com o seu pequeno lago navegável de barco, são apenas dois exemplos da riqueza natural que adorna grande parte de Genebra. Continue até Berna, onde chegará ao início da noite. Alojamento em Berna.

Berna - Interlaken - Lucerna

Dia 6: A cidade de Berna oferece ao viajante um impressionante centro histórico, considerado um dos melhores exemplos do urbanismo medieval na Europa e é desde 1983 Património da Humanidade da UNESCO. Situada numa colina abraçada pelo rio Aar, a cidade antiga alberga muitos tesouros que não deverá perder, como a Catedral de Berna (Berner Münster, em alemão), uma jóia de estilo gótico que levou mais de 400 anos a ser terminada e cuja torre de mais de 100 metros a converte no edifício religioso mais alto da Suíça. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Outro dos seus monumentos mais característicos é a "Zytglogge", a famosa torre do relógio que data dos finais do século XII e à qual foi acrescentado em 1530 o calendário astronómico e o carrilhão. A todas as horas em ponto pode testemunhar o jogo nostálgico de figuras que incluem o "jaquemart" de ouro (o autómato que toca o sino), o galo e Cronos, deus do tempo. O incomparável complexo medieval é completado pelos 6 quilómetros de arcadas "Lauben", Arcadas comerciais do século XV construídas para proteger o público do mau tempo e suas muitas belas fontes do século XVI, como A Fonte do Arcabuzeiro. Mas Berna é mais do que o seu centro histórico. Sendo a capital estatal, alberga o Palácio Federal da Suíça (Bundeshaus em alemão, Palais fédéral em francês, e Palazzo federale em italiano), a sede do governo suíço desenhada pelo arquiteto Hans Wilhelm Auer e inaugurada a 1 de Abril de 1902 (Bundesplatz, 3). O Kunstmuseum, o Museu de Arte de Berna, é uma instituição de renome mundial que exibe mais de 3.000 quadros e esculturas bem como 48.000 desenhos manuais, gráficos de imprensa, fotografias, videos e filmes de artistas como Pablo Picasso, Paul Klee, Ferdinand Hodler e Meret Oppenheim (Hodlerstrasse, 8-12). Mas a atração mais curiosa da cidade é, sem dúvida, o Bärenpark (Grosser Muristalden, 6), literalmente o "Parque dos Ursos", lar de Finn, Björk e sua filha Ursina, uma família de plantígrados que poderá ver a escalar, pescar e brincar num terreno de 6.000 metros quadrados que se estendem desde a Fossa dos Ursos até à margem do Aar. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Recomendamos que prove num dos restaurantes semeados pelo centro histórico e nos arredores do Palácio Federal, um dos pratos mais típicos do país: o "Älplermagronen", um gratinado de batatas, macarrão, queijo, natas e cebolas guarnecidas com puré de maçã. Quando estiver pronto para partir, dirija-se à cidade de Interlaken, que fica a 57 quilómetros a sul da capital suíça. Interlaken é conhecida como o centro de atividades desportivas de verão e inverno da Suíça. De facto, é o ponto de partida de numerosas excursões aos impressionantes cumes que a rodeiam, e que chamaram a atenção no seu tempo a celebridadedes como Johann Wolfgang von Goethe ou Felix Mendelssohn Bartholdy. A ampliação das linhas ferroviárias nos finais do século XIX e princípios do século XX catapultou ainda mais a fama da região como destino turístico de exceção ao torná-la mais acessível e deste modo aumentar numericamente as suas atrações naturais. De facto, mais de 45 ferrovias de montanha, funiculares aéreos, telecadeiras e teleskis ligam Interlaken com as montanhas, os glaciares e uma densa rede de trilhas. Recomendamos a ferrovia Junhfraubahnene, que há mais de 100 aos sobee à estação de combóios a maior altitude na Europa, 3.454 metros acima do nível do mar, atravessando nada mais, nada menos que o Património Mundial da UNESCO "Alpes suíços Jungfrau-Aletsch". De lá, pode chegar ao topo da Europa, o Jungfraujch, um mundo de gelo e neve eterna; visitar os impressionantes glaciares de Aletsch e Oberland; ou ir ao tradicional restaurante de comida suíça onde pode saborear um "Luzerner Chügelipastete", um vol-au-vent recheado com almôndegas fritas em molho branco, ou um ensopado como o "Hafenchabis", de borrego ou porco com repolho, e os "Stunggis", de carne de porco com legumes. Outra das excursões mais recomendadas é a que o leva em teleférico ao cimo da montanha Schilthorn a 2.970 metros de altitude, onde poderá maravilhar-se com umas impressionantes vistas panorâmicas de toda a região. É lá que se encontra o famoso restaurante giratório "Piz Gloria", que oferece um delicioso menu onde não podia faltar o "Hamburger 007". Localizadas nas proximidades de Interlaken, as Grutas de São Beatus (St. Beatus-Höhlen, em alemão),penetram até um quilómetro nas profundezas do imponente maciço de Niederhorn. Lá, poderá deleitar-se com cenários incríveis de estalagmites e estalactites, cascatas subterrâneas e pequenos passadiços e cavernas que vão fazer as delícias de pequenos e graúdos. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Quando estiver pronto, continue o Roteiro até à margem do lago dos Quatro Cantões, onde se encontra Lucerna, uma das cidades que soube conjugar melhor o seu impressionante legado histórico e cultural com o design mais inovador. De facto, as suas duas atrações mais reconhecíveis são, por um lado a Ponte da Capela, ou Kapellbrücke, uma das pontes com telhado de madeira mais antigas da Europa que data do ano 1332, e por outro lado o KKL Luzern Culture and Convention Centre (Europaplatz, 1), o futurista centro de culturas e congressos, desenhado pelo famoso arquiteto francês Jean Nouvel, e que combina cultura, eventos e gastronomia. A propósito, no centro do Kapellbrücke está a octogonal Torre de Água ou Wasserturm, construída no início do século XIV. Trata-se de outro dos símbolos principais da cidade e pelo que se diz, é o monumento mais fotografado da Suíça. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). O centro histórico de Lucerna, interdito ao tráfego, está repleto de praças pitoresca, como a do Mercado do Vinho (Weinmarkt), mas também de casas históricas adornadas com frescos e formosas igrejas, como a igreja jesuíta "Hofkirche" do século XVII, considerada a primeira obra religiosa barroca da Suíça. Não perca o Monumento ao Leão Moribundo, ou Löwedenkmal, que fica situado num pequeno parque perto da Löwenplatz e comemora a morte de 700 mercenários da Guarda Suíça durante o assalto revolucionário de 1792 ao Palácio das Tulherias em Paris. A escultura está lavrada sobre uma parede rochosa e é obra do escultor dinamarquês Berte Thorvaldse, que a esculpiu entre 1819 e 1821. Todas estas atrações e muitas mais convertem Lucerna na cidade mais turística da Suíça. Alojamento em Lucerna.

Lucerna - Basileia - Zurique

Dia 7: Aproveite a manhã para continuar a explorar Lucerna. Seguindo a A2 a noroeste durante 100 quilómetros, percorrendo uma parte considerável, chegará ao seu destino. A cidade de Basileia, situada no noroeste da Suíça, na margens do rio Reno, fazendo fronteira com a Alemanha e a França, é considerada a capital cultural da Suíça. Poderá visitar alguns dos seus quarenta museus que abrangem um amplo espetro de temas e que se adaptam a todos os gostos e interesses. Aí, entre outros, fica o Kunstmuseum Basel (Museu de Arte), uma das coleções públicas de arte mais antigas do mundo; o Museu Tinguely, dedicado à obra do escultor de ferro Jean Tinguely; o Museum der Kulturen (o Museu das Culturas), com uma das maiores coleções de civilizações antigas da Europa; a "Fondation Beyeler" e o seu moderno edifício de 127 metros de comprimento; o Museu de História da Farmácia, o Museu da Caricatura e da Banda Desenhada e o Museu de Casas de Bonecas, que ano após ano atraem numerosos visitantes. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Os monumentos mais característicos da cidade concentram-e nos arredores da praça grande do mercado, denominada Marktplatz, com o seu pitoresco palácio municipal (Rathaus), construído entre 1504 e 1514 e decorado com arenito vermelho. E a sua catedral, que data da época românica tardia e gótica, e em cujo interior está o túmulo do célebre humanista e filósofo holandês Erasmo de Roterdão. Basileia ainda soube complementar o seu importante legado histórico com uma arquitetura moderna refletida numa grande quantidade de edifícios que levam o selo de arquitetos de renome internacional. Herzog & de Meuron, Mário Botta, Diener & Diener ou Richard Meyer são apenas alguns deles. Não lhe será difícil encontrar uma das muitas lojas onde se vende o requintado e variado chocolate suíço, uma delícia que começou a adquirir fama mundial a partir da segunda metade do século XIX. Recomendamos que prove concretamente a especialidade regional denominada "Mässmogge", uns bonbons de açúcar recheados com pasta de castanha cozida e coberta de glace. Não hesite em fazer uma visita à pastelaria "Lëckerli Huus" (Greifengasse, 2) para provar as tradicionais massas de especiarias e mel batizadas de "Basler Leckerli". Entre os pratos mais conhecidos de Basileia encontra-se a sopa de farinha de Basileia, que se serve com pastéis de queijo e cebola, tradicionalmente no Carnaval, e o "suuri Lääberli", um guisado acre feito à base de fígado. Pode aproveitar as noites de verão para passear pelos seus numerosos parques ou mesmo pelas margens do Reno, o emblema secreto de Basileia. Regresse a Zurique, ponto de partida desta fascinante Rota. Alojamento em Zurique.

Zurique - Cidade de origem

Dia 8: Apresentação no aeroporto com tempo suficiente de antecedência para devolver o carro alugado e voo de regresso à cidade de origem. Chegada. Fim da viagem e dos nossos serviços.

A sua viagem inclui

  • Voo de ida e volta.

  • Estadia no hotel seleccionado em Zurique.

  • Regime seleccionado em Zurique.

  • Estadia no hotel seleccionado em Saint Moritz.

  • Regime seleccionado em Saint Moritz.

  • Estadia no hotel seleccionado em Lugano.

  • Regime seleccionado em Lugano.

  • Estadia no hotel seleccionado em Montreux.

  • Regime seleccionado em Montreux.

  • Estadia no hotel seleccionado em Berna.

  • Regime seleccionado em Berna.

  • Estadia no hotel seleccionado em Lucerne.

  • Regime seleccionado em Lucerne.

  • Aluguer de carro.

  • Seguro de viagem.

A sua viagem não inclui

  • Taxas de alojamento em Suíça é paga localmente no hotel.

  • Possibilidade de pagamento de portagens.

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Notas importantes

  • Recomendamos que adquira o cartão 'Zürich Card' que poderá comprar em pontos de venda localizados na estação central de combóios, no aeroporto ou na Schweizer Heimatwerk Store, localizada na Uraniastrasse. Este cartão permitir-lhe-á aceder gratuitamente ou com descontos a mais de 40 museus, transportes públicos (incluindo o teleférico), visitas guiadas, cruzeiros no Limmat e atrações turísticas variadas. Também se pode adquirir pela Internet.
  • Condução na Suíça: 1. É obrigatório circular sempre com os faróis acesos, mesmo no dia mais claro de verão. O cinto de segurança é obrigatório para todos os passageiros. 2. Limites de velocidade na estrada. 2.1 Dentro das localidades até 50 km/h. 2.2 Fora das localidades até 80 km/h. 2.3 Estradas com mais do que uma faixa num dado sentido (vias rápidas) e autoestradas até 120 km/h. 2.4 Há muitos radares na Suíça, especialmente nas zonas de baixa velocidade, e os detectores de radares são proibidos. As multas por excesso de velocidade são muito caras, por isso respeite o limite máximo de velocidade. Se for multado, a polícia pode exigir o pagamento imediato da infração. 3. Na Suíça, os sinais rodoviários azuis indicam estradas secundárias, enquanto os verdes indicam autoestradas. 3.1. Certifique-se de que o carro de aluguer tem um autocolante verde "Switch Highway Vignette" no para-brisas. O autocolante permite o uso gratuito de todas as auto-estradas suíças durante 1 ano (na Suíça não existem portagens). 4. Não são permitidos pneus perfurantes de outubro a abril, sendo estes proibidos na maioria das autoestradas durante todo o ano. O limite de velocidade com este tipo de pneus é de 80 km/h. 5. Não se esqueça de levar no carro um triângulo vermelho de advertência e um colete refletor amarelo para usar em caso de avaria ou acidente. 6. Consumo de álcool. O limite legal é de 0,5 g/l. Existem penalidades severas para os motoristas que passem o limite permitido. 7. Estacionamento. Todas as principais cidades da Suíça têm estacionamento pago. 7.1. Se quiser estacionar na rua, deve ter em conta a sinalização presente no chão. Linha amarela: proibido estacionar. Linha Azul: grátis, mas limitado a um dado intervalo de horas (exceto à noite). O disco de estacionamento azul é obtido gratuitamente nos balcões de turismo de qualquer cidade e é válido para toda a Suíça. Linha branca: pago e limitado a um dado intervalo de horas (varia consoante a localização). O pagamento é feito nos parquímetros autorizados.
  • Os quartos triplos em Europa são geralmente quartos com duas camas individuais ou uma de casal, nos quais se instala uma cama extra para a terceira pessoa, com os inconvenientes que isso implica, por essa razão, desaconselhamos o seu uso na medida do possível.
  • A hora de entrada no hotel no dia da chegada depende de cada estabelecimento, mas em caso algum será antes das 15h00, salvo indicação em contrário.
  • As excursões e visitas sugeridas para cada dia são indicativas, podendo o turista personalizar a viagem de acordo com o seu programa, gostos e necessidades.
  • O cartão de crédito é considerado uma garantia, pelo que, por vezes, o seu uso é imprescindível para se registar nos hotéis.
  • Normalmente os hotéis dispõem de berços para bebés. Caso contrário, terão de dividir cama com um adulto.
  • Para a recolha do automóvel de aluguer é necessário um cartão de crédito (não de débito) em nome do titular da reserva, que também deve ser o principal condutor do veículo.
  • Consulte a documentação necessária para entrar os destinos visitados e para trânsito nos países onde são feitas escalas aéreas.