Percurso de Viena a Budapeste

Percurso de Viena a Budapeste

Áustria e Hungria, 7 Dias · Ao seu gosto de carro

Partida a 20/07/2026 de Porto

desde
1 164
por pessoa

Aproveite uma viagem entre duas das belas capitais banhadas pelo Danúbio, em pleno coração do Império Austro-Húngaro.

Entre o século XVI e o ano de 1919, os dois países por onde passa este fabuloso Roteiro de Viena a Budapeste estavam integrados no chamado Império ou Coroa Austro-Húngaro (Österreichisch-Ungarische Monarchie, em alemão; e Osztrák-Magyar Monarchia, em húngaro), um conglomerado variado de nações da Europa oriental que "pertencia" à família Habsburgo. Tão vasto quanto instável, o Império Austro-Húngaro destacou-se principalmente ao longo das suas últimas décadas de existência, durante o reinado do imperador Francisco José, graças ao seu prestígio artístico e intelectual, como um importante centro cultural, tendo Viena como cidade principal, numa época em que a sua influência se comparava à de Paris. Depois da sua derrota na Primeira Guerra Mundial, esta monarquia dual fragmentou-se em diversos estados que, assim, recuperaram a sua identidade étnica, religiosa e cultural. Convidamo-lo a percorrer este magnífico Roteiro de Viena a Budapeste, para que possa ficar a conhecer uma boa parte das marcas deixadas por este império opulente, visitando ao seu ritmo as terras da Áustria Oriental e da Hungria Ocidental, dois países europeus modernos e hospitaleiros. E, claro, sem perder de vista as bonitas e pitorescas capitais, Viena e Budapeste, respetivamente, duas das mais cidades mais atraentes e animadas do Velho Continente. Aproveite este percurso ao volante enquanto disfruta de paisagens inesquecíveis, como as do Vale do Danúbio, repleto de aldeias bucólicas de contos-de-fada e de vinhedos intermináveis e do gigantesco património monumental distribuído por cidades austríacas como Sankt Pölten, e húngaras como Gyor e Veszprém, além das suas capitais. Deixe-se maravilhar por dois dos edifícios religiosos mais importantes do continente: as abadias de Melk, na Áustria, onde Umberto Eco se inspirou para escrever "O Nome da Rosa", e de Pannonhalma, na Hungria, declarada Património da Humanidade pela UNESCO devido à sua importância histórica e arquitetónica. Uma viagem maravilhosa pelo coração da Europa.

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Percurso de Viena a Budapeste

Datas de Partida:Partidas de julho 2026 Até junho 2027

partidas desde:Lisboa, Porto

Itinerário da viagem

Cidade de origem - Viena

Dia 1: Saída do voo da cidade de origem até Viena. Chegada e recolha do carro alugado. Viena é uma grande capital imperial e conserva um grande legado do seu passado na forma de palácios e edifícios históricos. Teve o seu auge durante a Idade Média, graças aos Habsburgo, que estabeleceram a sua residência nesta cidade. A sua época dourada aconteceu durante o século XVIII, quando se transformou numa cidade fundamental do Império Austro-Húngaro. Viena é também uma grande capital europeia, moderna e movimentada que, sem dúvida, o irá surpreender com a sua vitalidade. É obrigatório dar um passeio pelo encantador centro histórico nos arredores da catedral de São Estêvão. Com o seu telhado vistoso de azulejos azuis e a sua torre de 137 metros de altura, a Catedral teve de ser reconstruída após a Segunda Guerra Mundial. Durante um passeio pelas ruelas do centro histórico, irá sentir que está a viajar em tempos antigos, uma vez que os edifícios se encontram num excelente estado de conservação. Lá, poderá visitar os pátios do Palácio Imperial (Hofburg). Visite o interior do Palácio, que foi a residência de inverno dos Habsburgo, e vá até ao museu da imperatriz Sissi e ver os aposentos reais. Também pode visitar o Parlamento, a Câmara Municipal e a Ópera, uma vez que se encontram todos muito próximos desta zona. Se gosta de ópera, deve tentar comprar bilhetes para ver alguma das obras que se encontram em cartaz. Será uma experiência inesquecível. Existem três locais principais para assistir à ópera: a Ópera de Viena (Staatsoper Wien), em pleno centro e a mais famosa e opulenta de todas; a Volksoper Wien; e o Theater an der Wien. A variedade de doces e bolos com os quais a Áustria recebe os viajantes é ampla e deliciosa. A deliciosa tarte Sacher ou Sachertorte, é um verdadeiro clássico. Perto da Ópera de Viena, encontra-se o Hotel Sacher, o local original que a começou a vender. Não se pode ir embora sem a provar! Alojamento em Viena.

Viena

Dia 2: Pode dedicar o dia de hoje a explorar a cidade. Aconselhamos uma visita ao Palácio de Schönbrunn, que foi a antiga residência de verão dos Habsburgo. Este palácio impressionante e os jardins que o rodeiam são a joia da coroa de Viena. Lá, poderá ver a Grande Galeria e os aposentos da imperatriz Sissi, da imperatriz Maria Teresa e do duque Francisco de Lorena, onde posteriormente viveu Napoleão II, "a Pequena Águia". Também poderá visitar os antigos estábulos imperiais (Wagenburg) que atualmente albergam a Coleção de Coches Imperiais com mais de sessenta coches. À tarde propomos-lhe visitar alguns dos museus da cidade. O Hundertwasser é um edifício muito peculiar, de fachada colorida e irregular, e coberto de vegetação. Lá, poderá observar a obra do artista Friedensreich Hundertwasser, conhecido pelas suas obras arquitetónicas pouco convencionais, as suas pinturas e esculturas. Também pode fazer uma visita ao MuseumsQuartier, que fica muito perto do centro. Trata-se de um espaço cultural, com diferentes edifícios que albergam vários museus, bares e restaurantes. O seu pátio central concentra um grande número de pessoas na primavera e no verão para aproveitar eventos ao ar livre ou simplesmente para comer ou beber alguma coisa. Além das lojas de luxo do centro histórico, pode visitar a Mariahilferstrasse, que é a rua principal para fazer compras. Lá, irá encontrar todo o tipo de lojas de roupa e locais onde pode comprar recordações da cidade. Do ponto de vista gastronómico, a cozinha de Viena tem uma certa tradição. Não hesite em provar o prato mais típico da cidade: o schnitzel, um enorme panado com batatas fritas que tem mais de cinco séculos de história. Viena é uma cidade tranquila, mas mesmo assim poderá encontrar vários sítios para tomar um copo rodeado de uma atmosfera agradável. A zona do triângulo das Bermudas, no centro, e a zona de Prater oferecem vários pubs e discotecas onde pode aproveitar a vida noturna. Alojamento em Viena.

Viena - Krems an der Donau - Melk - Sankt Pölten - Viena

Dia 3: Recomendamos que conduza até Sankt Pölten, percorrendo o bonito vale do Danúbio numa viagem com cerca de 150 quilómetros. Em primeiro lugar, desloque-se até à localidade de Krems an der Donau, situada a oeste, a aproximadamente 80 quilómetros de distância de Viena. Krems é uma pequena cidade medieval conhecida pelo fabrico de Marillenschnaps, um conhaque feito a partir de damascos. Vale a pena passear pelo seu centro histórico que se encontra num magnífico estado de conservação. A Porta de Steiner Tor, que no passado dava acesso à cidade, é a mais fotografada. Outros edifícios de interesse incluem a câmara municipal do século XVI e a coluna Dreifaltigkeitssäule que representa a Santíssima Trindade. As igrejas de São Vito e Bürgerspitalskirche, dos séculos XIV e XV respetivamente, também são locais que valem a pena visitar sem demasiada pressa. A partir de agora, vai entrar na zona mais atraente e pitoresca do vale do Danúbio. Conhecida como Wachau, trata-se de uma zona de belas paisagens com vinhedos, castelos e aldeias lindíssimos, que parecem ter saído de um conto de fadas. É lá que se encontra um dos maiores tesouros da Áustria: a conhecida abadia de Melk, situada 40 quilómetros a sudoeste de Krems, pela B3. Encontra-se no alto da localidade de Melk, nas margens do Danúbio. A abadia de Melk é um dos mosteiros cristãos mais conhecidos do mundo. (Nota. Não se esqueça de que só é possível visitar a abadia em grupos guiados entre as 11h e as 14h. Entrada não incluída). Ficou conhecida na Idade Média graças à grande coleção de manuscritos existentes na sua biblioteca. 30 quilómetros a leste de Melk, encontra-se o destino principal do dia, a cidade milenar de Sankt Pölten, á qual poderá chegar facilmente apanhando a 1. Fundada em 771 graças à abadia beneditina de São Hipólito, Sankt Pölten é a cidade mais antiga da Áustria. Capital do estado da Baixa Áustria, a sua longa história deixou vários pontos de interesse nas suas ruas, principalmente um importante legado barroco com a assinatura do celebre arquiteto austríaco Jakob Prandtauer, que também concebeu a abadia de Melk. Entre as suas obras, destaca-se o edifício central do Instituto da Virgem e o convento da Ordem das Carmelitas, ou Karmeliterhof, que atualmente alberga o Museu de História e o Museu de Belas Artes de Sankt Pölten. Conhecida pelas suas praças amplas, um dos ícones por excelência da localidade é a Praça da Cidade, onde se ergue a Coluna da Santíssima Trindade e se encontra a Câmara Municipal, também de estilo barroco. Também não deve perder o antigo castelo de Wasserburg, que data do século XII e que se encontra atualmente inserido num vasto parque decorado com um bonito lago. No verão, é um dos pontos de encontro sociais de Sankt Pölten, graças ao seu ambiente animado. Chegou a hora de regressar à capital austríaca, situada a 65 quilómetros a leste pela A1. Já em Viena, irá voltar a apaixonar-se pela sua atmosfera especial e requintada, pelas suas paisagens urbanas barrocas, os seus Kaffeehäuser (cafés) iluminados por candelabros, os seus Beisln (bistro-pubs) revestidos a madeira, os seus grandiosos palácios imperiais e reconhecidos museus repletos de obras de artistas como Klimt, Schiele e Kokoschka... A sua riqueza histórica, cultural e gastronómica junta-se a tudo o que é novo: desde o design, à arquitetura e à arte contemporâneas até às iniciativas ecológicas e às inovações culinárias. À noite, poderá visitar os seus animados bares que dão fama à cidade, como, por exemplo, os que se encontram na Gumpendorfer Strasse. Alojamento em Viena.

Viena - Gyor (Hungria)

Dia 4: Para chegar a Gyor, cidade localizada no país vizinho da Hungria, dirija-se para sudoeste, percorrendo os 125 quilómetros de distância que a separam de Viena. Primeiro, conduza pela autoestrada A4 até chegar à fronteira com terras húngaras, na localidade de Nickelsdorf e, a partir daí, para Gyor pela M1. A fundação desta localidade remonta à época dos celtas e, atualmente, é uma importante cidade universitária, assim como um popular destino turístico. A rua Baross Gábor út e as praças Széchenyi tér e Megyeház tér do centro urbano albergam todos os anos o seu famoso Mercado de Advento (Gyori Adventi Vásár), onde poderá encontrar principalmente artesanato húngaro, assim como comida tradicional da região e destas datas festivas, como, por exemplo, o ""Kurtoskalacs"", também chamado ""Chimney Cake"", um doce tradicional húngaro, o ""Rétes"", uma espécie de ""Strudel"" húngaro e o vinho Tocai. O centro antigo da cidade, onde se encontra grande parte da oferta gastronómica e de lazer da cidade, ergue-se sobre a colina Káptalan, na confluência entre os rios Danúbio, Rába e Rábca. Entre outros atrativos, alberga Püspökvár, a residência dos bispos de Győr, com a sua torre incompleta, assim como os seus edifícios mais antigos: a torre do século XIII e a capela gótica de Dóczy do século XV. Outros locais de interesse em Győr são a sua catedral de estilo gótico e barroco, que era originalmente em estilo romano, a igreja beneditina de São Inácio de Loyola e o Museu de Arqueologia Romana. Alojamento em Gyor.

Gyor - Abadia de Pannonhalma - Veszprém - Budapeste

Dia 5: Descubra no caminho para Veszprém um dos principais ícones turísticos da Hungria, visitado por mais de 200.000 pessoas por ano. Trata-se da Abadia de Pannonhalma, construída no ano de 996 e declarada Património da Humanidade ela Unesco por ser o paradigma da "estrutura e da organização de um mosteiro cristão em constante evolução há milhares de anos". Para lá chegar, deve apanhar em Gyor a Estrada 81 em direção a sul e percorrer uma distância de apenas 22 quilómetros. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Depois da visita à Abadia de Pannonhalma, continue em direção a sul, pela Estrada 82 durante cerca de 65 quilómetros até chegar ao segundo destino do dia. Veszprém é uma cidade que alberga um importante património religioso-monumental concentrado no seu centro histórico, onde se erguem a Catedral de São Miguel (A veszprémi érsekség foszékesegyháza, Szent Mihály-székesegyház), e a Capela de Gisela (Gizella-kápolna), ambas situadas na rua Vár utca. Veszprém é uma das cidades húngaras onde mais se vê o culto à beata Gisela da Hungria, a primeira rainha-consorte do país em finais do século X e inícios do século XI, depois do seu casamento com Estêvão I, ""o Santo"" (Szent István király). Uma das principais promotoras do estabelecimento do cristianismo em terras húngaras, a rainha viveu durante muitos anos em Veszprém, antes de se retirar para um convento após a morte do marido, o último grande príncipe dos húngaros e o primeiro rei da Hungria. A oferta de gastronomia e lazer está muito repartida pela localidade, embora seja possível encontrar vários restaurantes e locais para sair à noite nas ruas centrais de Brusznyai Árpád utca e Kossuth Lajos utca, assim como nas ruas Egyetem u e Csermák Antal utca, situadas na periferia. Não perca a oportunidade de se aproximar de uma das duas Koko Patisserie"" de Veszprém, onde poderá provar as tortas tradicionais húngaras e uma grande variedade de gelados caseiros. Uma encontra-se no centro e a outra na rua Március utca. Agora, dirija-se a Budapeste, a capital da Hungria, e, para isso, recomendamos que apanhe primeiro a Estrada 8 e logo depois Autoestrada M7, sempre em direção a leste para percorrer os 115 quilómetros de distância que a separam de Veszprém. Já em Budapeste, pode ir ao bairro judeu, onde encontrará muitas opções para jantar e sair para tomar uma bebida. Alojamento em Budapeste.

Budapeste

Dia 6: Dia livre na capital húngara para visitar as principais atrações de uma das mais belas cidades da Europa. O ícone mais conhecido da "Jóia do Danúbio" é o espetacular e imponente edifício do Parlamento que, depois dos de Bucareste e Buenos Aires, é o terceiro maior do mundo. Construído entre 1884 e 1902 ao longo do rio Danúbio, está localizado na entrada principal da praça Kossuth Tér. É de estilo neogótico e tem 691 divisões. Sem dúvida que é digno de ver. Também na margem de Buda do Danúbio, encontrará outro dos seus grandes símbolos: o Bastião dos Pescadores (Halászbástya), uma construção neogótica e neoromânica em terraços que remonta ao final do século XIX. Esta magnífica fortaleza, apelidada pelo grupo de pescadores que defenderam esta parte das muralhas durante a Idade Média, tem sete torres que representam precisamente as sete tribos magiares que se estabeleceram na região no ano de 896. Hoje, constitui um dos pontos de vista excepcionais da capital húngara, oferecendo vistas espetaculares de Peste a qualquer hora do dia. Graças aos seus 235 metros de altura, outro excelente ponto de vista é a Colina Gellért, um enclave de onde se pode contemplar o Danúbio em todo o seu esplendor. "A Estátua da Liberdade" coroa esta colina, um monumento erigido em memória da conquista soviética da Hungria durante a Segunda Guerra Mundial. Como não poderia ser de outra forma, Budapeste também tem a sua quota de Património Mundial da UNESCO na forma das duas principais ruas de Budapeste: Váci Utca e Avenida Andrássy. A Váci Utca, localizada em Buda, é a rua que corre paralela ao Danúbio, onde ficavam os muros de contenção do rio, hoje em dia repletos de lojas e restaurantes. O conjunto de Andrássy Út, em Peste, inclui a Ópera, a Praça Erzsébet e a Praça dos Heróis (Hösök tere), esta última presidida pelo Memorial do Milénio, um monumento adornado com estátuas dos líderes das sete tribos magiares que fundaram a Hungria, entre outros. Aproveitando o seu passeio juntos às margens do Danúbio, atravesse a Ponte das Correntes, uma das mais antigas que ligam Buda a Peste, inaugurada em 1849. Em relação à excelente oferta museológica da capital magiar, recomendamos o Centro Memorial do Holocausto, uma viagem avassaladora através das dificuldades da comunidade judaica húngara desde as primeiras perseguições até aos massacres nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Alojamento em Budapeste.

Budapeste - Cidade de origem

Dia 7: Quando chegar à capital da Hungria, e se ainda tiver tempo para fazer turismo, visite a colina do Castelo de Buda (Budai Vár), uma fortaleza de estilo tardio-gótico construída durante o século XIV, ou então percorra a emblemática Avenida Andrássy de Peste que une a Praça Isabel ao Parque da Cidade, e onde se poderá maravilhar com as magníficas e luxuosas casas, os seus palácios neorrenascentistas e as suas belas fachadas. Ambas são reconhecidas pela UNESCO como Património da Humanidade. Apresentação no aeroporto com tempo suficiente de antecedência para devolver o carro alugado e voo de regresso à cidade de origem. Chegada. Fim da viagem e dos nossos serviços.

A sua viagem inclui

  • Voo de ida e volta.

  • Estadia no hotel seleccionado em Viena.

  • Regime seleccionado em Viena.

  • Estadia no hotel seleccionado em Győr.

  • Regime seleccionado em Győr.

  • Estadia no hotel seleccionado em Budapeste.

  • Regime seleccionado em Budapeste.

  • Aluguer de carro.

  • Seguro de viagem.

  • Valor do complemento de coleta e devolução do veículo em agência diferenciada.

A sua viagem não inclui

  • Taxas de alojamento em Áustria é paga localmente no hotel.

  • Possibilidade de pagamento de portagens.

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Notas importantes

  • Conduzir na Áustria. Conduzir na Áustria é muito cómodo e seguro graças à sua excelente rede de estradas, todas em muito bom estado. Mas necessita saber que para conduzir em auto-estradas e vias rápidas é imprescindível comprar uma vinheta, que é o sistema de pagamento, e que há que colocá-la visível no pára-brisas dianteiro. Os carros de aluguer normalmente já a têm incluída.
  • Os quartos triplos em Europa são geralmente quartos com duas camas individuais ou uma de casal, nos quais se instala uma cama extra para a terceira pessoa, com os inconvenientes que isso implica, por essa razão, desaconselhamos o seu uso na medida do possível.
  • A hora de entrada no hotel no dia da chegada depende de cada estabelecimento, mas em caso algum será antes das 15h00, salvo indicação em contrário.
  • Conduzir na Hungria: 1. Todos os passageiros são obrigados a usar cinto de segurança e também é obrigatório o uso de cadeirinha de bebé para crianças até aos 3 anos de idade. 2. Limites de velocidade na estrada. 2.1 Centros urbanos até 50 km/h. 2.2 Estradas até 90 km/h. 2.3 Autoestradas até 120 km/h. 3. As multas de trânsito são pagas na hora e com a moeda do país. 4. Não se esqueça de levar no carro um triângulo vermelho de advertência e um colete refletor amarelo para usar em caso de avaria ou acidente. 5. Consumo de álcool. A tolerância com o álcool ao volante na Húngria é zero e, por isso, a taxa máxima de álcool permitida é de 0,0 g/l. Há sansões severas em vigor relativamente a este assunto. 6. Estacionamento. A maioria das cidades turísticas tem zonas de estacionamento gratuito. É permitido estacionar do lado direito em ruas de sentido duplo e em ambos os lados da estrada em ruas de sentido único. 7. Verifique se o carro de aluguer tem uma vinheta autocolante para poder conduzir sem problemas pelas seguintes autoestradas com portagens: M1, M3, M5 e M7.
  • As excursões e visitas sugeridas para cada dia são indicativas, podendo o turista personalizar a viagem de acordo com o seu programa, gostos e necessidades.
  • O cartão de crédito é considerado uma garantia, pelo que, por vezes, o seu uso é imprescindível para se registar nos hotéis.
  • Normalmente os hotéis dispõem de berços para bebés. Caso contrário, terão de dividir cama com um adulto.
  • Para a recolha do automóvel de aluguer é necessário um cartão de crédito (não de débito) em nome do titular da reserva, que também deve ser o principal condutor do veículo.
  • Consulte a documentação necessária para entrar os destinos visitados e para trânsito nos países onde são feitas escalas aéreas.
  • A idade mínima para alugar um carro na Hungria é de 21 anos, embora tal possa variar de acordo com a categoria do veículo. O condutor tem de ter carta de condução há pelo menos 1 ano.
  • Deve informar, ao recolher o veículo, que irá atravessar a fronteira. Por vezes, é necessária uma autorização para circular por determinados países ou zonas/estados (como é o caso nos EUA e no Canadá). De acordo com as condições estipuladas no contrato de aluguer e na empresa contratada, poderá ter de pagar uma taxa extra ao chegar ao destino.
  • Uma vez que se encontra na Europa Oriental, o clima da Húngria inclui invernos frios e secos. Por isso, recomendamos que use roupa adequada. Um casaco forrado por dentro, de preferência impermeável, assim como luvas, cachecol, gorro e roupa interior térmica não podem faltar na sua mala. É preferível usar calçado impermeável e antiderrapante, uma vez que os nevões e as geadas matinais são comuns. Aproveite as visitas aos mercados para beber algo quente de vez em quando, para manter a sua temperatura corporal.