Percurso da Seda e dos seus Mosteiros

Percurso da Seda e dos seus Mosteiros

Arménia, 9 Dias · Ao seu gosto de carro

Deixe-se apaixonar por um país que tem as suas raízes numa das civilizações mais antigas do mundo

A Arménia apaixona a cada recanto. Ausente dos grandes circuitos turísticos, é um país que conserva toda a sua autenticidade e que tem as suas raízes numa das mais antigas civilizações do mundo. No limite entre a Europa e a Ásia, e enclausurada entre países como a Turquia, a Geórgia, o Azerbaijão e o Iraque, a Arménia possui um rico património monumental onde se destacam os seus mosteiros fabulosos e milenares, muitos deles reconhecidos como Património da Humanidade pela UNESCO. Uma vez que esta pérola enclausurada no Cáucaso foi a primeira nação a adotar o cristianismo como religião oficial no ano de 301, a sua influência longínqua encontra-se perfeitamente refletida na própria identidade do povo arménio. Dentro do seu legado cultural, destacam-se também as pegadas deixadas nas suas terras pela passagem da importante "Rota da Seda", provavelmente a rota comercial mais importante da história, que ligou o Oriente e o Ocidente durante séculos. Na Arménia, poderá descobrir em primeira mão os famosos "caravançarai", as pousadas que se espalhavam pelo longo e árduo caminho, destinadas ao descanso dos mercadores e dos viajantes. Deixe-se apaixonar também pelas suas belas paisagens de mesetas vulcânicas e vales profundos, sempre sob o olhar atente do imponente e omnipresente Monte Ararat, onde se diz que a Arca de Noé ficou encalhada. E também pelo caracter afável e hospitaleiro dos arménios, pessoas simples que estão sempre dispostas a ajudar e a brindá-lo com a sua amizade. Não perca este Roteiro fabuloso de carro e seja um dos primeiros a explorar a Arménia, um país que o vai apaixonar a cada quilómetro que percorrer.

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Percurso da Seda e dos seus Mosteiros
Culturais

Datas de Partida:Partidas de julho 2026 Até junho 2027

partidas desde:Lisboa

Itinerário da viagem

Cidade de origem - Erevã

Dia 1: Saída do voo da cidade de origem até Erevã. Noite a bordo.

Erevã

Dia 2: Chegada e recolha do carro alugado. A capital da Arménia é o "acampamento base" ideal para percorrer este belo e recôndito país do Cáucaso ao volante, além de ser também um destino turístico incrível por direito próprio. Foi fundada em 782 a.C., o que a torna numa das cidades mais antigas do mundo, na qual reside um terço da população total da Arménia, país com 3 milhões de habitantes. Comece a sua visita pela famosa Cascata, um gigantesco monumento-escadaria de 302 metros de desnível, construído durante a época soviética. Formado por diversos terraços decorados com fontes e quedas de água espetaculares, a Cascata alberga o museu de arte Cafesjian, um importante centro de exposições artísticas que é percorrido através de um circuito de escadas rolantes. Não hesite em subir ao ponto mais elevado deste edifício faraónico para contemplar as melhores vistas panorâmicas da cidade, principalmente ao final da tarde, com o omnipresente Monte Ararat como pano de fundo. Impressionante! O coração social de Erevã é a praça da Republica, um local que transborda de vida e atividade durante os sete dias da semana. Além disso, todas as noites entre as 21:00 e as 23:00, transforma-se num cenário único com a "Dança da Água", um espetáculo durante o qual as fontes da praça ganham vida. Recomendamos que jante em algum restaurante tradicional da zona para aproveitar a saborosa gastronomia da Arménia, que oferece pratos como o "Dolmades", carne picada misturada com arroz e envolvida em folhas de videira ou de couve (a variedade estival inclui um recheio de tomates, beringelas e pimentos), e o "Lahmacun", a chamada "pizza arménia", uma massa de pão fina coberta com uma camada fina de carne de carneiro picante. Delicioso! Alojamento em Erevã.
Dia 3: Uma vez que são herdeiros de uma cultura nómada milenar, os produtos lácteos têm uma grande importância na gastronomia da Arménia. Na verdade, o chamado queijo "Panir" é já há séculos o ingrediente básico do pequeno-almoço arménio, o "Hahts u Panir", ou pão e queijo, um alimento ideal para enfrentar o dia com energia. Não é por nada que um ditado local diz "Hahts u Panir, gortst banir", ou seja, "o pão e o queijo é que fazem o trabalho". Outro dos pequenos-almoços tradicionais da gastronomia arménia, que se costuma consumir no inverno devido ao seu elevado conteúdo nutricional, é o "Jash". Este prato é preparado à base de batatas e entranhas de vaca quase fundidas no seu caldo, e come-se com alho e "lavash", o pão tradicional fino do país que é preparado num "tonir", um forno subterrâneo. Continue a sua visita pela capital da Arménia na Freedom Square. Esta importante praça capital fica situada num bonito parque com um lago, zonas relvadas e vários terraços. A partir de lá, é possível ver a majestosa Ópera de Erevã, um imponente edifício que recebe atuações e concertos ao longo de todo o ano. Uma das principais atrações da capital da Arménia é a sua completa e variada oferta musical. Lá, destaca-se o Museu de História da Arménia, onde se encontra em exposição o sapato mais antigo da História, com mais de 5.500 anos de antiguidade, e o Museu de Arte para Crianças, onde são expostas obras de artistas infantis e adolescentes entre os 4 e os 17 anos, tanto do país como de outros pontos do planeta. É um espaço vibrante de luz e cor onde a enorme qualidade de alguns dos seus trabalhos o irá surpreender. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Se lhe apetecer passear e tomar algo, nada melhor do que a Northern Avenue, onde poderá continuar a provar pratos da gastronomia da Arménia, como o "Pastırma", carne de vaca seca e envolvida numa camada fina de cominhos, o "Harissa", cereais triturados fundidos com carne de frango e o "Jashlama", carne de vaca cozida com batatas, tomates e cebola. À tarde, visite a Matenadaran (biblioteca em arménio), um dos depósitos de maniscritos mais conhecidos do planeta. A sua coleção inclui documentos que remontam ao ano de 405, quando o alfabeto arménio foi criado, e possui cerca de 300.000 arquivos. Nos arredores de Erevã, encontra-se o Museu do Genocídio Arménio, um local essencial para conhecer a história recente deste povo milenar. Construído em 1968, este memorial é o local mais emotivo de toda a Arménia, uma vez que presta homenagem às cerca de um milhão e meio de vítimas do genocídio sofrido pela população arménia por parte da Turquia entre 1915 e 1922. Apesar de já ter passado um século desde esse acontecimento, o tema do genocídio ainda está muito presente e surge em muitas conversas entre arménios. É uma visita arrasadora, mas imprescindível. Alojamento em Erevã.

Erevã - Zvartnots - Echmiadzin - Oshakan - Erevã

Dia 4: A apenas 20 quilómetros da capital da Arménia, encontra-se um dos pontos de interesse turístico mais relevantes do país, a extraordinária Catedral de Echmiadzín (ou Ejmiatsin). Para chegar até local de uma das primeiras igrejas cristãs da história, tem de apanhar a M5 em direção a oeste. Para abrir o apetite, faça uma paragem 5 quilómetros antes de chegar a Echmiadzin, nas ruinas do Templo de Zvartnóts (que significa anjos celestiais). Este santuário circular construído em meados do século VII pelo Católico (bispo principal da igreja apostólica da Arménia) Nersés III, cujo cognome era o construtor, permaneceu enterrado até ser descoberto em inícios do século XX. Este local religioso, dedicado ao fundador e santo padroeiro da Arménia, Gregório, o Iluminado, alberga as fundações e parte de uma antiga catedral, cujo interior está decorado com bonitos mosaicos, assim como os restos do palácio do Católico e uma garrafeira. Continue em direção a oeste pela mesma estrada M5 até chegar à localidade de Vagharshapat e ao seu fabuloso complexo monástico-catedrático chamado de o "Vaticano da Arménia", uma vez que se trata da sede principal da igreja apostólica da Arménia. Construída entre os anos de 301 e 303, e chamada de Santa Mãe, foi a primeira catedral do cristianismo do mundo, uma vez que foi neste território que a chama da nova religião surgiu primeiro. Composto por vários edifícios ou conjuntos de edifícios que datam desde os séculos IV ao XVII, assim como as igrejas de Santa Hripsimé (618), de Santa Gayane (630) e de Choghagat ou Choghakath (século VII) e de Astvatsatsin, que significa Mãe de Deus (século VII), o complexo religioso de Vagharshapat e o local arqueológico de Zvartnots foram reconhecidos como Património da Humanidade pela UNESCO no ano 2000. Quando tiver acabado de explorar esta maravilha arquitetónica, siga para norte, pela M3, e percorra os 15 quilómetros de distância até à pequena localidade de Oshakan, uma das mais antigas da zona. O título não é em vão, uma vez que esta era uma localidade importante nos tempos da Dinastia Arshakuni (ou Arsácida) que governou o destino do reino da Arménia entre os anos de 54 e 428. É lá que se encontra sepultado São Mesrobes Mastósio, o criador do alfabeto arménio em 405 a.C., na catedral homónima construída entre 1875 e 1879 pelo Católico Jorge VI da Arménia. Este alfabeto foi criado com o objetivo de tornar a Bíblia mais acessível aos arménios e para difundir a nova religião batizada de cristianismo. A entrada da igreja está decorada com 36 khachkars, as tradicionais pedras gravadas comemorativas da arte da Arménia (cuja escultura faz parte da lista de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO), que representam as 36 letras originais do alfabeto arménio idealizado por São Mesrobes. Perto de Oshakan, encontra-se o monumento ao alfabeto arménio, criado em 2005 para comemorar os 1.600 anos desde a sua fundação. Regresse a Erevã pela Ashtarak Highwway (AH81) em direção a leste e percorra os 28 quilómetros que a separam de Oshakan. Alojamento em Erevã.

Erevã - Monte Ararat - Mosteiro de Khor Virap - Região de Vayots' Dzor - Mosteiro de Noravank - Yeghegnadzor - Yeghegis - Erevã

Dia 5: A quarta etapa do Roteiro leva-o até ao lendário Monte Ararat, parte do coração histórico e religioso do país. Situado 42 quilómetros a sul de Erevã pela E117, esta paisagem impressionante foi a primeira terra sagrada da Arménia cristã e é considerada o local onde a Arca de Noé atracou. E, embora pertença à Turquia desde os anos vinte, o Monte Ararat continua a aparecer em muitas das fotos que se veem do país, devido ao seu profundo simbolismo. Naquela que é conhecida como a Planície de Ararat, no sopé desta majestosa montanha que chega aos 5.165 metros de altura, poderá visitar o belo Mosteiro de Khor Virap, um destino muito popular na Arménia situado a poucos metros da fronteira turca. Foi chamado de Khor Virap, ou masmorra profunda em arménio, uma vez que Gregório, o Iluminado, esteve lá preso durante 13 anos.Foi fundado no século VII e reconstruído no século XIII. Este complexo monástico, classificado como Monumento Histórico pelas autoridades da Arménia, é composto pela igreja principal de Atvatsatsin e por outra mais pequena, dedicada a São Gregório, vários edifícios menores, fortes muralhas e ornamentos típicos como cruzes, rosetas e discos comemorativos de pedra gravada. (Nota. Consulte os preços e horários. Entrada não incluída). Continue em direção a leste até à "marz" (provincia em arménio) de Vayots' Dzor, onde se encontra o Mosteiro de Noravank de Amaghu, a cerca de 85 quilómetros de distância de Khor Virap. Um importante centro religioso e cultural desde a sua construção no século XII e até ao final da sua atividade no século XIX, este complexo monástico encontra-se empoleirado sobre um montículo rochoso a mais de 1.500 metros de altitude no espetacular desfiladeiro do vale de Amaghu. A importância deste marco arquitetónico deve-se à categorização tanto do mosteiro como do próprio vale de Amaghu como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO desde o ano 2000. A noroeste e muito perto de Noravank, encontra-se a localidade de Yeghegnadzor, famosa pelo vinho que se produz nos seus campos. Lá, irá encontrar o interessante Museu Geológico de Yeghegnadzor, inaugurado em 2002, e as sedes regionais do Museu Histórico da Arménia, o Instituto de Manuscritos Antigos Matenadaran e a Galeria Nacional de Arte da Arménia, todo um banho de cultura deste maravilhoso país Transcaucásico. (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Continue o seu caminho em direção a norte pela M10 até chegar ao seu próximo destino: a aldeia de Yeghegis e a sua riqueza histórica incomparável. Um ponto de passagem importante da "Rota da Seda", que, durante os séculos XIII e XIV a converteu numa das cidades mais importantes da Arménia, Yeghegis alberga tesouros como o seu cemitério medieval judaico e a igreja de Zorats. No primeiro caso, trata-se de um pitoresco cemitério repleto de lápides com inscrições em hebraico e aramaico que vão desde o ano 1266 até 1346. Por outro lado, Zorats data do século X e apresenta uma estrutura única nos templos do país, uma vez que foi construído para dar a bênção aos soldados antes de estes partirem para a batalha...enquanto eles estavam montados em cavalos! Quando estiver pronto, chegou a hora de regressar à capital da Arménia. Apanhe primeiro a H10 para depois aceder à E117 e percorrer os cerca de 140 quilómetros que separam Erevã da lendária Yeghegis. Alojamento em Erevã.

Erevã - Cemitério de Noratus - Caravançarai de Orbelian - Mosteiro Sevanavank - Mosteiro de Haghpat - Mosteiro de Sanahin - Região de Dilijan

Dia 6: Hoje chegou a altura de emergir completamente na famosa "Rota da Seda", visitando o Caravançarai medieval de Orbelian, situada a caminho de Selim. Imobilizada e profunda para os viajantes que transitavam pela via comercial mais famosa da História, foi construída em 1332 pelo príncipe Orbelian Chesar, precisamente em pleno apogeu da "Rota da Seda". Para chegar a este local histórico, deve dirigir-se para leste, pela M4, até chegar à margem ocidental do incrível Lago Sevan, o segundo maior lago alpino do mundo. Deve assinalar-se que, juntamente com o lago Van e ao lago Urmia, que se encontram atualmente em território turco, este lago forma os chamados "Mares da Arménia", uma alcunha herdada dos tempos em que os três lagos pertenciam ao histórico reino da Arménia. Apanhe a M10 em direção a sul, contornando o Lago Sevan até chegar ao Caravançarai de Orbelian. A meio do caminho, irá cruzar-se com o Cemitério de Noratus que poderá visitar no caminho de ida até à passagem de Selim, ou então quando se dirigir à região de Dilijan, situada a norte do Lago Sevan, onde irá passar a noite. O Cemitério de Noratus reune a maior concentração de khachkars de todo o país, com um total de 900, e oferece um itinerário orientativo com cartazes explicativos que aprofundam os aspetos mais importantes de algumas das peças. Quando tiver explorado o grande Caravançarai de Orbelian e o Cemitério de Noatus, chegou a altura de regressar a norte, sem deixar a M10, até chegar ao Mosteiro Sevanavank (ou mosteiro dos Santos Apóstolos de Sevan), situado a cerca de 100 quilómetros de distância do Caravançarai e muito perto da cidade de Sevan. Este complexo monástico que data do ano de 874, é um dos pontos turísticos mais visitados do país, não só devido à sua importância histórica, como também pelas excelentes vistas para o grande lago arménio e as imponentes cordilheiras que o rodeiam. A localidade de Sevan é também uma das portas de entrada para a bela e pitoresca província de Dilijan. que guarda outros dois Patrimónios da Humanidade, reconhecidos pela UNESCO: os mosteiros de Haghpat e Sanahin. Importantes centros culturais durante a dinastia Kiurikian, que governou estas terras entre os séculos X e XIII, ambos os santuários representam na perfeição o apogeu a arquitetura religiosa da Arménia, onde se unem elementos bizantinos e caucasianos. Além disso, Sanahin foi conhecida durante vários anos devido à sua escola de caligrafia e iluminações. Alojamento na Região de Dilijan.

Região de Dilijan - Dilijan - Parque Nacional de Dilijan - Mosteiros de Goshavank e Haghartsin - Ijevan - Região de Dilijan

Dia 7: Dedique a manhã à descoberta da chamada "Suíça da Arménia", a cidade de Dilijan e os seus arredores, conhecida pelo seu ambiente natural incrível e bucólico. Não perca a praça Maior, decorada com uma grande fonte e com o edifício dos Paços do Concelho como pano de fundo. Situada a noroeste de Erevã, a localidade é rodeada de vales densamente arborizados, imponentes montanhas e pastos verdes que integram o Parque Nacional de Dilijan, a zona mais bosques da Arménia. Durante o período de domínio soviético, foi um centro turístico muito apreciado graças às suas fontes de água medicinal e ao seu habitat tradicional preservado. No interior do Parque Nacional de Dilijan encontram-se o complexos monásticos de Haghartsin e Goshavank, assim como o pequeno lago Parz. O primeiro destes belos mosteiros encontra-se situado numa ravina florestal a cerca de 13 quilómetros a noroeste da cidade de Dilijan, apanhando primeiro a M4 para depois se desviar por Haghartsin Road (H50). É considerado o maior centro cultural da Arménia medieval e é um dos poucos exemplos perfeitamente conservados da arquitetura local dos séculos X ao XIII. E, a 20 quilómetros a sudoeste do Mosteiro de Haghartsin, encontra-se o complexo monástico de Goshavank. (Nota. Consulte os preços e horários. Entrada não incluída). Construído no século XII, alberga alguns dos melhores exemplos do delicado estilo de encaixe de pedra esculpida, elaborado pelos artesãos locais durante a Idade Média. Quando tiver acabado de explorar ambos os santuários, dirija-se para leste, em direção à cidade de Ijevan, que fica a cerca de 25 quilómetros de distância pela M4. Reza a lenda que, há dois milénios atrás, o rei Artavazd I reuniu os jovens mais bonitos da Arménia, tanto homens como mulheres, criou a localidade de Ijevan e casou-se com uma das jovens mais bonitas. Mitos aparte, desde tempos antigos que esta zona se tornou num local de descanso da rota comercial entre o Levante (Oriente Próximo) e o norte do Cáucaso. Finalmente, a localidade de Karavansara (ou Caravançarai), cujo nome tem origem nas pousadas que eram utilizadas para o descanso e reabastecimento daqueles que percorriam a "Rota da Seda".Foi fundada em 1780 e prolonga-se por ambas as margens do Rio Agstev. Em 1919, durante a Republica Democrática da Arménia (ou a Primeira Republica da Arménia), a população mudou o seu nome para Iljevan, que se mantém até aos dias de hoje. Ao contrário da agreste Dilijan, a cidade de Iljevan faz lembrar a típica localidade arménia com um passado soviético: sóbria, prática e com vários projetos faraónicos de construção abandonados antes de estarem concluídos, como é o caso da tentativa falhada de emitir a Cascata de Erevã. Percorra os seus arredores e entre no Parque Santuário, uma zona de vida selvagem protegida e preparada para a prática de atividades de aventura como slide, bicicleta de montanha ou um "canopy walk". (Nota. Consulte os preços e horários na página web. Não incluído). Alojamento na Região de Dilijan.

Região de Diliján - Garni - Mosteiro de Geghard - Erevã

Dia 8: Hoje chegou a altura de regressar a Erevã para descobrir alguns dos pontos de interesse relevantes que se encontram espalhados pelos seus arredores. Nomeadamente a localidade de Garni e o seu importante templo de estilo greco-romano. Apanhe a M4 em direção a sul e percorra os cerca de 110 quilómetros de distância que a separam de Dilijan. O templo de Garni, consagrado ao deus Mitra e que data do século I, é o único templo pagão de toda a região do Cáucaso e é uma visita imperdível em qualquer viagem à Arménia. Destruído por um terramoto no ano de 1679, para depois ser reconstruído entre 1969 e 1974, a sua excelente localização oferece vistas deslumbrantes para imortalizar com a sua câmara fotográfica. (Nota. Consulte os preços e horários. Entrada não incluída). A cerca de 300 metros abaixo do tempo, encontra-se a Garganta de Garni, um dos pontos de interesse naturais mais espetaculares e desconhecidos da Arménia. Formado por pedra basáltica e rasgado pelo rio Azat, este acidente geológico tem paredes rachadas imponentes com dezenas de metros de colunas hexagonais. Uma autêntica maravilha! Se continuar para leste pela H3, irá chegar ao Mosteiro de Geghard, após um trajeto de apenas 10 quilómetros. É outro dos locais mais importantes a nível turístico do país, uma vez que, juntamente com o vale de Azat foi catalogado como Património da Humanidade pela UNESCO em 2000. Perca-se entre os muitos recantos e curvas desta maravilha arquitetónica escavada na rocha durante o século IV pelo omnipresente Gregório, o Iluminador. Não se vai arrepender! Regresse a Erevã pela H3 em direção a oeste e conduza os 40 quilómetros de distância que separam a capital da Arménia do Mosteiro de Geghard. Alojamento em Erevã.

Erevã - Cidade de origem

Dia 9: Este última etapa da sua viagem depende da hora de partida do seu voo de regresso a casa. Se ainda tiver algumas horas para continuar a aproveitar a cidade de Erevã, recomendamos que visite o seu popular Mercado Central coberto, situado na avenida Mashtots. De planta retangular e com um estilo marcadamente persa, destaca-se pela sua característica entrada semicircular em bronze e dedica-se à alimentação, pelo que poderá sentir os aromas embriagantes dos produtos locais. E também o Vernissage, um fantástico mercado de arte ao ar livre, situado ao largo das ruas Aram e Buzand. Lá, poderá adquirir diferentes obras da tradição artesanal da Arménia. Apresentação no aeroporto com tempo suficiente de antecedência para devolver o carro alugado e voo de regresso à cidade de origem. Chegada. Fim da viagem e dos nossos serviços.

A sua viagem inclui

  • Voo de ida e volta.

  • Estadia no hotel seleccionado em Yerevan.

  • Regime seleccionado em Yerevan.

  • Estadia no hotel seleccionado em Dilijan.

  • Regime seleccionado em Dilijan.

  • Aluguer de carro.

  • Seguro de viagem.

A sua viagem não inclui

  • Possibilidade de pagamento de portagens.

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Notas importantes

  • Conduzir na Arménia. 1. É obrigatório colocar o cinto de segurança nos bancos da frente do veículo. 2. Limites de velocidade na estrada. 2.1 Zonas urbanas até 60 km/h. 2.2 Em estrada até 90 km/h. 2.3 Em autoestradas até 110 km/h. 3. Não se esqueça de levar o triângulo vermelho de advertência de perigo e um colete refletor no carro alugado para usar em caso de avaria ou acidente. 4. As crianças com menos de 12 anos devem viajar no banco de trás do veículo. 5. Longe das grandes cidades, é recomendável viajar com o depósito cheio, uma vez que podem existir zonas com poucos postos de combustível. 6. Quando chegar a altura de planear o tempo que vai passar ao volante em cada dia, deve ter em atenção que as estradas principais se encontram em bom estado, mas que algumas das estradas secundárias podem não estar no melhor estado de conservação e, por vezes, a sinalização pode ser escassa.
  • Os quartos triplos em Europa são geralmente quartos com duas camas individuais ou uma de casal, nos quais se instala uma cama extra para a terceira pessoa, com os inconvenientes que isso implica, por essa razão, desaconselhamos o seu uso na medida do possível.
  • A hora de entrada no hotel no dia da chegada depende de cada estabelecimento, mas em caso algum será antes das 15h00, salvo indicação em contrário.
  • As excursões e visitas sugeridas para cada dia são indicativas, podendo o turista personalizar a viagem de acordo com o seu programa, gostos e necessidades.
  • O cartão de crédito é considerado uma garantia, pelo que, por vezes, o seu uso é imprescindível para se registar nos hotéis.
  • Normalmente os hotéis dispõem de berços para bebés. Caso contrário, terão de dividir cama com um adulto.
  • Para a recolha do automóvel de aluguer é necessário um cartão de crédito (não de débito) em nome do titular da reserva, que também deve ser o principal condutor do veículo.
  • Consulte a documentação necessária para entrar os destinos visitados e para trânsito nos países onde são feitas escalas aéreas.