Rota 66 de Chicago a Santa Monica

Rota 66 de Chicago a Santa Monica

EUA, 17 Dias · Ao seu gosto de carro

Partida a 20/07/2026 de Lisboa

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por pessoa

Faça-se à estrada mais famosa do mundo numa aventura que mudará a sua vida para sempre!

Chicago não só compete com Nova Iorque por ser uma das cidades mais incríveis do mundo, como é o início da maior aventura de estrada de todo o país. Percorrer a "Route 66" de carro é uma daquelas viagens que todos devem fazer pelo menos uma vez na vida. Propomos-lhe 17 dias de paixão em que conduzirá por aquela que é conhecida como a "Mother Route", atravessará povoações históricas e conhecerá personagens fascinantes. As pessoas que vivem por e para a "Route 66", que dedicaram as suas vidas a manter o espírito original vivo e que o atenderão em pessoa para que possa entender a magia que envolve esta estrada lendária. Toneladas de asfalto que atravessam o país e lhe permitirão escrever a sua própria história numa road-trip de filme. Tudo isso temperado com uma visita ao Grand Canyon, uma das grandes maravilhas do mundo que a natureza modelou com o passar dos séculos. Adorará a visita e desfrutará de um passeio pelos seus caminhos num dos melhores dias de todas as suas férias. Além disso, dentro da "Route 66" visitará lugares como Las Vegas, Los Angeles, Chicago, Saint Louis, Springfield, Oklahoma, Santa Fe e Santa Monica, todos eles sítios fascinantes que, sem dúvida, deixarão recordações indeléveis na sua memória. Tantos, que é possível que precise de mais do que um dispositivo de armazenamento para guardar todas as fotografias que tirará ao longo da sua viagem. Apenas tem de se lançar à estrada e dedicar-se a desfrutar da melhor experiência da sua vida.

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Rota 66 de Chicago a Santa Monica

Datas de Partida:Partidas de julho 2026 Até junho 2027

partidas desde:Lisboa, Porto

Itinerário da viagem

Cidade de origem - Chicago

Dia 1: Saída do voo da cidade de origem até Chicago. Depois de realizar as formalidades aduaneiras e de chegada relevantes, recolha o seu carro alugado e comece a desfrutar das suas férias. Tem o resto do dia livre para começar a conhecer uma das cidades mais interessantes dos EUA e saborear a deliciosa gastronomia. Alojamento em Chicago.

Chicago

Dia 2: Os amantes de Nova Iorque ficarão com o coração dividido assim que puserem um pé em Chicago. É também a cidade dos arranha-céus, mas com uma vida e um caráter que podem bem levá-lo a ser infiel à Big Apple por algumas horas. O centro da cidade é o bairro de The Loop. Aqui encontra-se o Parque Millenium Park, com as suas opulentas e gigantescas esculturas, que o farão perguntar-se porque é que não pode ter um parque assim na sua cidade. Não se esqueça de tirar uma fotografia junto ao Cloud Gate ou à Crown Fountain. E prepare-se para continuar a tirar fotografias! Chicago é uma daquelas cidades que nos mantêm de boca aberta aonde quer que vamos. Poucas sensações podem ser mais agradáveis do que ouvir a música ao ar livre sob a estrutura do Jay Pritzker Pavillion. Além disso, em The Loop também encontrará uma enorme oferta cultural e alguns dos mais famosos arranha-céus da cidade. Daqui também se pode ter acesso ao Navy Pier, uma ótima maneira de começar o dia. Abre às 10h00 e apresenta uma das melhores vistas do Lago Michigan e alguns dos melhores planos para a cidade, se for com crianças. A Roda Gigante e o museu das crianças são sempre uma aposta segura. A partir daqui, terá acesso a alguns dos barcos que oferecem um agradável passeio pelo Lago Michigan. (Nota. Excursão não incluída). Para ver a cidade de outra perspetiva, nada melhor do que subir até ao topo, especificamente à Torre Willis (anteriormente conhecida como Sears Tower), a mais de 400 metros de altura. Poderá apreciar a modernidade de uma das cidades mais interessantes nos Estados Unidos. Daqui verá a Michigan Avenue, a Chicago "Golden Mile". Quando descer, pode ir até lá. Estarão à sua espera as lojas mais exclusivas, uma ampla oferta gastronómica e a atmosfera mais exclusiva. Este bairro também é o local ideal para admirar a arquitetura da cidade. Não é preciso ser um erudito na matéria para desfrutar do percurso pela South Michigan Avenue ou pela State Street. Ao sul de The Loop, os amantes da arte têm encontro marcado com os melhores museus da cidade. Os nossos favoritos são o The Art Institute of Chicago, onde o tempo parece deter-se entre as suas valiosas obras de arte, e o Museu de Ciências Naturais, onde pode conhecer T-Rex Sue. Não se esqueça de perguntar por ela! (Nota. Para entrar nos museus e poupar-se às filas para as principais atrações da cidade, muitos viajantes optam por comprar o CityPass. Faça as contas para ver se compensa, mas pense que poupará muito tempo, evitando-lhe horas de espera que poderá investir em visitas a outros lugares da cidade). Para terminar o dia, nada melhor do que passear pelo Lincoln Park, ao norte da cidade. O ambiente é uma maravilha, de facto, pelo que é certo que vai ficar mais tempo do que o que tinha guardado para esta visita. Aproveite! As suas principais atrações são o Zoo e a represa de Caldwell Lily Pool. À noite, desfrute do ambiente dos famosos clubes de jazz da cidade. Alojamento em Chicago.

Chicago - Bloomington - Springfield (Illinois)

Dia 3: Antes de partir para Springfield, pode aproveitar para ver algumas das coisas que não pôde visitar ontem, ou ir à Universidade de Chicago e a Hyde Park. Mas lembre-se de que o separam de Springfield cerca de 330 quilómetros. São quase quatro horas de estrada na 66, pelo que deve carregar carregar o seu telemóvel ou iPod com músicas de Robert Johnson, Muddy Waters e BB King... E vá em frente! Esta é uma etapa famosa porque faz parte de várias rotas, como a 66 e a 61, entre outras. Assim, encontrará pelo caminho dezenas de carros que estão a fazer o mesmo percurso. Certamente serão de nacionalidades muito diversas, pelo que é um bom exercício multicultural misturar-se e coincidir nalgumas das mais típicas visitas do dia. Decerto isso tornará o dia na estrada mais agradável e, quem sabe, talvez faça um amigo que viva do outro lado do planeta. A primeira paragem pode ser Joliet. É a menos de uma hora depois de sair de Chicago, mas o Teatro Rialto vale bem a uma paragem. Se acha que é muito cedo para parar, siga a sua rota para Wilmington, onde pode fotografar-se sob o "Gemini Giant", e para Braidwood. Aí o esperam várias réplicas de Elvis, de Betty Boop ou dos Blues Brothers e cafés que o transportarão de volta aos anos 60. Como já deve ter percebido, aqui a questão da gasolina não é problema. Não convém confiar demasiado e levar o depósito até ao fim, mas é muito comum encontrar postos de gasolina, mesmo em pequenas localidades. Um bom exemplo é o que encontrará em Odell. Vai querer parar para reabastecer! Outro conselho é usar um bom GPS ou quaisquer aplicações para smartphones criadas para a ocasião. A "Route 66" está muito bem sinalizada, mas ser-lhe-á muito útil se sair da rota para fazer alguma visita. As ligações entre as estradas são tão comuns que agradecerá a ajuda em determinados momentos. As paragens nas localidades de Pontiac e Towanda são opcionais, mas nem por isso menos atraentes. Se parar em Pontiac, não se esqueça de visitar o museu e desfrutar dos murais que decoram algumas fachadas. Em Towanda, pode passear ao longo da estrada por onde passava originalmente a "Route 66". É uma mistura de nostalgia e magia que o fascinará com certeza. A estrada é muito confortável nesta área e convidará a deliciar-se com a paisagem. Extensões intermináveis ​​de campos de milho ou instalações gigantes que foram o orgulho dos mecânicos desta região. Dependendo das paragens que tiver feito, é provável que chegue a Springfield à hora do almoço. Para informação, saiba que está na capital do Estado de Illinois, que não é Chicago, como muitos pensam. Portanto, há muito para ver. Mas, primeiro, comer.E este é um bom lugar para fazê-lo. Não se deixe surpreender pela infinidade de locais de comida rápida. Pode sucumbir ou procurar um restaurante local onde saborear as saladas típicas americanas ou os clássicos cachorros-quentes. Como atrações, a cidade é conhecida pela casa de Abraham Lincoln, o Capitólio e pela beleza do lago Springfield. Dê um passeio pela cidade e aproveite a oportunidade para fotografar tudo o que se refere à Route 66. Alojamento em Springfield.

Springfield (Illinois) - Saint Louis

Dia 4: Hoje tem um dia muito descontraído pela frente, com alguns quilómetros de estrada, pelo que pode aproveitar para desfrutar da paisagem e ser totalmente livre. Pare onde quiser e quando quiser. Daqui a St.Louis são apenas duas horas de caminho, por isso, aconselhamo-lo ir com calma. No que diz respeito às distâncias, cuidado se procurar no GPS, porque muitas vezes indicam o tempo em função da autoestrada 55, que corre paralela à "Route 66". Se for pela "Mother Route" (como também é conhecida a "Route 66"), demorará sempre mais, devido às condições da estrada e ao número de tentações que encontrará pelo caminho e o levarão a parar uma e outra vez. E outro conselho, para evitar erros e dúvidas, ao longo desta etapa, referimo-nos sempre a Springfield no Illinois e a Saint Louis no Missouri, porque há outros lugares com os mesmos nomes noutros Estados e um erro ao usar um navegador pode provocar-lhe uma surpresa. Em Saint Louis, além do beisebol e dos blues, os dois ícones da cidade, o terceiro emblema é o Gateway Arch. Fica muito perto de Eads Bridge, pelo que pode aproveitar para visitar ambos os lugares. A ponte é famosa por ser a primeira que uniu as duas margens do rio Missíssippi, o que não é pouca coisa, uma vez que uma pertence ao estado de Missouri e a outra ao de Illinois. Para ir fechando o dia, nada melhor do que perder-se num bar que produza a sua própria cerveja. Há muitos, pelo que não deverá ser difícil localizar um. Para o jantar, uma boa opção poderá ser uma aventura em The Hill, um ninho de restaurantes italianos. E não falamos de um qualquer restaurante italiano, mas sim de que aqui se concentram alguns dos chefs mais importantes do mundo. Por fim, não se pode ir a Saint Louis e não ouvir blues ao vivo num sítio qualquer. Pergunte qual é o local mais na moda, que será provavelmente no bairro de Soulard, e não hesite em desfrutar dos acordes dos melhores executantes. Alojamento em Saint Louis.

Saint Louis - Springfield (Missouri)

Dia 5: Está na "Route 66" e isso tem de se notar. Continue pela pitoresca área rural do Missouri, até chegar à cidade de Springfield, reconhecida como o ponto de origem da "Route 66" em 1926 e também por ser o local de nascimento de Mark Twain. Para começar bem, não há nada melhor do que voltar uns quilómetros para trás e seguir o apelo da nostalgia de Old Chain of Rocks Bridge. É uma ponte histórica que liga as duas margens do rio Mississippi e que, embora antigamente permitisse a passagem de veículos, é agora uma das mais longas do mundo só para peões. Atravessá-la contém uma aura de mistério que o levará praticamente ao espírito original da "Route 66". São quase dois quilómetros que separam os Estados de Illinois e Missouri, onde poderá desfrutar de um momento mágico. Sente-se nos bancos e sonhe com os acordes do blues e do jazz. No final, volte ao carro, ponha uma boa música e dirija-se a Eureka. Poucos quilómetros antes de chegar, encontrará o Parque Estadual Route 66. Aí, procure um pequeno museu e não hesite em entrar. No seu interior recolhe artigos originais da "Mother Route", como também é conhecida a "Route 66" nos Estados Unidos. Lembre-se de que ao longo do dia seguirá paralelamente à autoestrada, às vezes à esquerda, outras, atravessando pontes, à direita. Por esta razão, não se fie nos tempos que os GPS mostrarem, porque o habitual é que se baseiem na autoestrada. Mas não se preocupe, porque hoje terá um dia fácil e confortável. Pode parar onde quiser, e isso é que há de melhor no modo que escolheu para passar as suas férias. É completamente livre, por isso divirta-se! Desça as janelas e respire fundo. Passará por Villa Ridge e chegará a Meramec Caverns, um lugar muito especial que está aberto ao público desde 1933. Foi o refúgio do famoso bandido Jesse James e do seu bando e hoje é um espetáculo de estalactites e estalagmites. Seguindo a Rota, a próxima paragem é Cuba. Sim, há uma Cuba no Missouri. Conhecida como a "Cidade dos Murais" em breve entenderá porquê. Aqui pode parar num dos cafés e desfrutar dos murais, muitos deles originais, com um tema único: a "Route 66". E aqui respira-se e transpira-se a estrada. Se gosta de coisas estranhas, pare em Fanning e veja a segunda maior cadeira do mundo. É espetacular! E não se esqueça de tirar uma fotografia ao lado dela para mostrar quando voltar a casa, porque senão não acreditarão em si. Em Lebanon, poderá parar para almoçar e desfrutar do Museu da Route 66. Adorará, tal como meter gasolina em qualquer um dos postos de gasolina que encontrará pelo caminho. São fantásticas, estão cheias de histórias e é provável que o pessoal esteja disposto a contar-lhas, se for amigável. Em Lebanon, faltar-lhe-ão cerca de 90 quilómetros para chegar a Springfield, por isso já está perto do final da etapa. Quando você alcançar a meta, aproveite o tempo livre e conheça a cidade à sua vontade. O que lhe sugerimos é um dos planos mais curiosos que pode fazer aqui: a visita ao castelo Pythian, à noite, para verificar se é verdade a lenda dos seus fantasmas. Alojamento em Springfield.

Springfield (Missouri) - Joplin - Tulsa

Dia 6: A melhor maneira de começar o dia é com um bom pequeno-almoço americano e reabastecer para partir em direção a Springfield com o estômago e o depósito cheios. Tem pela frente um dia excitante, 100% "Route 66". Quinhentos km fascinantes ao longo da estrada que têm o seu primeiro ponto de interesse em Gay Parita. É uma estação de gasolina mítica que passou por várias mãos desde 1930. O proprietário mais famoso foi Gary Turner, que faleceu em 2015. Depois de um período negro, a filha de Gary e o seu marido retomado as rédeas do negócio e seguem os passos do seu pai. Se parar por aqui, invista algum tempo a falar com eles para que lhe expliquem a figura de Mr. Turner e a sua contribuição histórica para a "Mother Route". Claro, ninguém lhe pedirá nada em troca, mas é sempre bom colaborar com alguma gorjeta para ajudar a manter este lugar. Figuras como estas são irrepetíveis! Para às duas sugestões seguintes terá de se desviar da 66, mas vale a pena. A primeira proposta é Joplin, uma pequena cidade que cresceu em torno do negócio da extração do zinco e conseguiu reconverter-se para ter um dos museus mais interessantes sobre The Main Street of America, a estrada principal da América. Além disso, fica a dois passos da paragem seguinte: um posto de gasolina muito especial. É uma estação de serviço que poderá reconhecer imediatamente, uma vez que as carrinhas à entrada são as gémeas protagonistas do filme "Carros", da Pixar. E daí o seu nome, "Cars on the Route". Dispõe de um pequeno e maravilhoso restaurante e pode parar para um café e seguir o seu caminho agora já para o Kansas. Na verdade, não demorará muito a chegar a Brush Creek Bridge, uma ponte branca imaculada na qual não poderá perder a oportunidade de tirar uma fotografia com o símbolo da "Route 66" pintado no pavimento. Todos estes lugares são mágicos e guardam milhares de histórias, pelo que não deverá hesitar em perguntar a qualquer habitante local que encontrar. Continuaremos a rota. Deixará com nostalgia o Kansas e entrará no Oklahoma, onde o esperam ondulantes pastos e grande parte da rota original, que foi repavimentada e agora circula-se por autoestrada. É uma pena para os românticos, mas recuperará o tempo que foi gastando em todas as paragens. A primeira paragem em Oklahoma poderia ser o Vintage Iron Motorcycle Museum em Miami - embora seja Miami de Oklahoma, não da Flórida - que inclui autênticas obras de arte retiradas do mundo a duas rodas. Aqui poderá também visitar o Coleman Theatre e comer numa das melhores hamburguerias de toda a "Route 66". Quase nada. Em continuaçã,o pode voltar à estrada até ao Totem Pole Park, com um totem de 30 metros muito curioso e cheio de detalhes. Quando chegar a Catoosa poderá visitar a sua baleia azul e lançar-se em direção a Tulsa, a capital do petróleo. Tanto assim que aconselhamos a encher o depósito aqui, porque em poucos lugares encontrará gasolina tão barata como aqui. Com os dólares que poupará já poderá custear parte do plano de hoje à noite. Tulsa tem um dos mais famosos cinemas drive-in do Oklahoma, pelo que não pode perder o filme de hoje à noite! Até começar a sessão pode passear pelos jardins ou pelo interior do Philbrook Museum of Art, na margem do rio Arkansas, ou pela Downtown. Alojamento em Tulsa.

Tulsa - Oklahoma City

Dia 7: A melhor maneira de começar o dia é com um abundante pequeno-almoço, como se faz por aqui: à grande. De estômago cheio, faça o mesmo ao depósito do carro, aproveitando os preços de Tulsa, e faça-se à estrada. À sua frente tem um dos dias mais tranquilos. Entre Tulsa e Oklahoma City há cerca de 200 quilómetros ao longo da "Route 66" e, apesar de passar por cidades como Sapulpa, Milfay ou Chandler, a paragem estrela do dia é, sem dúvida, a casa-museu de John Hargrove, em Arcadia. É absolutamente indescritível, quer a sua coleção quer a sua amabilidade. Como a maioria das atrações, públicas e privadas, dentro da "Route 66", é gratuita, mas para que possa continuar a existir é bom ir dando gorjetas para que aqueles que virão depois possam desfrutar da mesma forma. É uma daquelas figuras que se tem de conhecer, daquelas pessoas que valem bem a pena uma viagem e que fazer desta lendária Rota algo único. A poucos quilómetros daí chegará a Oklahoma City, uma cidade encantadora. Tem um dos jardins botânicos mais espetaculares do mundo, o Myriad Botanical Gardens. Tem uma grande parte exterior, mas também uma interior, localizada numa estufa transparente e espetacular iluminada com luzes coloridas, quando o sol se põe ao fim do dia. Tem um jardim tropical excecional. Além disso, aqui celebram-se muitos festivais e atividades, pelo que deve consultar o programa para ver se coincide alguma coisa interessante com a sua visita. Outra grande atração são os seus três lagos, a saber: Overholser, Hefner e Draper Stanley. Os dois primeiros são realmente extraordinários e adorará passear pelos seus arredores e navegar neles. Se viajar na segunda quinzena de setembro, estará com sorte, porque coincidirá com a Great State Fair, o evento do ano na cidade, e sentir-se-á um verdadeiro americano. A cidade dos cowboys é espetacular à noite, iluminada, e apreciará um passeio pelos bairros de Midtown e Metropark. Alojamento em Oklahoma City.

Oklahoma City - El Reno - Weatherford - Clinton - Elk City - Shamrock - Amarillo

Dia 8: Estará a atravessar a planície dos Estados Unidos na Rota mais autêntica de todas as que sulcam o país, por isso neste momento deverá estar a desfrutar imensamente. Hoje circulará no Estado do Oklahoma e também no do Texas, no que será um dos seus dias favoritos da "Route 66". Antes de deixar a cidade, são horas de tomar o pequeno-almoço. E nada melhor do que provar os deliciosos bolos fritos, muito típicos aqui! Pode encomendá-los para levar e comê-los na primeira paragem do dia, na Lake Overholser Bridge, um lugar maravilhoso onde gostaria de fazer piqueniques todos os fins-de-semana. Relvado, um lago e uma ponte em fundo. Que mais se pode pedir? Quando achar conveniente, volte à estrada.Passará por El Reno, Weatherford e Clinton. Verá que a paisagem, quando se muda de Estado, varia profundamente e, por esta altura, provavelmente já estará familiarizado com as torres eólicas que caracterizam esta região. A poucos minutos de Clinton, esteja atento, porque tem diante de si uma joia de museu. O Oklahoma Route 66 Museum espera por si com as portas abertas e muito para ver no interior. É como uma pequena cidade em que se recria absolutamente tudo, desde a estação ferroviária à ópera, ao ""saloon"" e até à mulher da época com os rolos na cabeça. Tudo está detalhado, pelo que o preço do bilhete é plenamente justificado. A "Route 66" está cheia de lugares incríveis, mas também de pessoas apaixonantes, como foi Gary Turner - provavelmente conheceu a sua filha e genro ontem - e outras centenas de pessoas anónimas que tornam esta viagem lendária no mundo. Pois bem, se tiver sorte, espera-o Harley, na saída 11, depois de Elk City. Vive em Erick, uma pequena povoação onde a figura maior é Harley, o dono do City Meat Market. Nem sempre está aberto, mas ele vive muito perto e geralmente aparece quando vê movimento. Se não aparecer - barba longa, branca e cabelos brancos -, pergunte por ele, porque conhecê-lo melhorará - ainda mais - o seu dia. Assim que Harley queira, seguirá caminho pela Rota, entrando no Texas e passando por Shamrock, onde poderá visitar os dois postos de gasolina mais únicos do dia. O primeiro é Tower Station, que também tem um café americano típico, onde pode parar para reabastecer também o estômago. Um pouco de cafeína e um ou outro capricho revigorá-lo-ão certamente. A segunda fica muito perto do museu. É a Magnolia Gas Station e é única. Certamente conseguirá fazer as melhores fotografias do dia. Em seguida, passará por McLean e Groom, antes de chegar a Amarillo. Esta última parte da etapa é maravilhosa, não só pelo ambiente que se respira, mas porque terá sempre o sol em fundo, olhando para o oeste e será acompanhado pelos grandes moinhos de vento de ambos os lados da estrada. No final do dia, provavelmente já ao anoitecer, chegará a Amarillo, onde poderá jantar e descansar. Não pode perder um jantar de carne grelhada nos seus restaurantes típicos. Alojamento em Amarillo.

Amarillo - Tucumcari - Santa Rosa - Albuquerque

Dia 9: Durante a sua etapa de hoje chegará ao equador da sua viagem.Portanto, ânimo e vamos para a estrada, porque esperam-no alguns lugares muito interessantes e muito diferentes. O primeiro é Cadillac Ranch, de onde poderá avistar um dos doze Cadillacs que lá estão enterrados. Pode comprar latas de spray numa das lojas ou de Amarillo ou comprá-las aqui mesmo. A decisão é sua! Será, sem dúvida, uma obra efémera, porque passam por aqui centenas de pessoas por dia e, provavelmente, pintarão sobre a sua criação, mas não importa. Viverá um momento divertido, poderá fazer o que quiser e tirar fotografias originais para os seus entes queridos. Quando se lhe acabar a inspiração, dirija-se a Adrian. Em si mesma, não tem nada de especial, a não ser que é o Midpoint, a meio da "Route 66". Estará precisamente a tantos quilómetros de Chicago como de Los Angeles. Celebre-o na cafetaria mais típica da povoação e leve uma recordação. Quando voltar para a estrada, verá que existem troços que não são asfaltados e outros que estão cortados. Não se preocupe, porque terá sempre desvios por perto para entrar na autoestrada e poderá voltar à Rota na próxima saída. Apenas a 40 km de Adrian deixará o Texas e atravessará para o Novo México, o sexto Estado desde que começou a viagem em Chicago. Não está nada mal. Depois da fronteira encontrará Tucumcari, a cidade dos murais. São muito originais. Há 31, por isso pode fotografar-se com todos os que quiser. O mais espetacular mede 40 metros de comprimento por 7 de altura. Verá que Tucumcari é um enclave muito original. Apesar do estado de degradação de alguns dos seus motéis e cafés, a sua atmosfera única conquistá-lo-á de certeza. A partir daí pode conduzir até Santa Rosa e, dependendo da época do ano em que viajar, poderá dar um mergulho num dos seus lagos. A partir deste ponto, faltam-lhe cerca de 200 quilómetros até Albuquerque. Se vir que está com pouco tempo, pode entrar na 40 e encurtar a viagem. Chegará a Albuquerque, provavelmente, ao final do dia. Não se preocupe porque amanhã terá tempo para visitar a cidade. Alojamento em Albuquerque.

Albuquerque - Santa Fe - Albuquerque

Dia 10: Pode levantar-se com tempo, a menos que a sua viagem coincida com o mês de outubro. Ao longo de três fins-de-semana deste mês celebra-se o "Festival de Balões de Albuquerque", o maior do mundo. Começa às 4h00, com o início dos preparativos, e termina ao anoitecer, com os balões iluminados sulcando o céu do Novo México. É um espectáculo único e não hesite em vivê-lo, mesmo que seja apenas por algumas horas. Não se vai arrepender! Se viajar noutra época do ano, não se preocupe, tome o pequeno-almoço com calma e desfrute da cidade. Como recomendação, pode começar a sua visita pelo centro histórico de Albuquerque. Decerto chamará a sua atenção a tranquilidade que se respira aqui. Uma paz que se viu perturbada pela rodagem das cinco temporadas de "Breaking Bad". Por isso, se é um fã da série, pode começar a visita pelos lugares mais famosos da gravação. Começar pela casa de Walt, o protagonista, é uma boa escolha, e depois é só seguir a fila de pessoas, por desde há algum tempo que esta parte de Albuquerque se tornou um santuário de fãs do professor de química mais famoso do mundo. Os mais fanáticos têm a opção de fazer um passeio dentro da caravana de Walter pelos locais mais emblemáticos da série. Quando terminar o percurso pelos cenários de "Breaking Bad", recomendamos que deixe temporariamente Albuquerque para ir a Santa Fe. É a capital mais antiga de todos os Estados Unidos e é uma delícia passear pelos arredores da Catedral de São Francisco. A arquitetura é muito singular e embora haja uma elevada percentagem de turistas, ainda preserva o espírito original da "Route 66". Oferece, além disso, a possibilidade de entrar na Valles Caldera National Preserve e no Pecos National Historical Park. Dois deliciosos pulmões que podem ajudá-lo a desligar-se de tanta estrada e que farão passar um dia em contacto pleno com a natureza. Quando terminar, poderá voltar para Albuquerque e desfrutar das melhores vistas da região, subindo no Sandia Peak Tram, que atinge 3000 metros de altura. É uma experiência vertiginosa! Alojamento em Albuquerque.

Albuquerque - Gallup - Holbrook (Visita opcional Petrified Forest National Park)

Dia 11: Depois de um dia tranquilo, hoje há que regressar à estrada rumando a Gallup. Há pouco mais de 400 quilómetros em que passará por Mesita e por Grants, mas há pouco a ver lá. Em Gallup, no entanto, para quem gosta de fantasias e de lembranças, há uma lista de lojas que serão a sua perdição. Aqui poderá comprar roupa de cowboy ou de índio. Pode até levar um arco e flechas, se quiser reviver agora aqueles momentos em que brincou aos índios e cowboys. Quando deixar Gallup para trás, e já não a vir no espelho, verá que a paisagem começa a mudar. Isso significa que já entrou no Arizona! Por isso, diga adeus às planícies infinitas e diga olá às Montanhas Rochosas e pronto! Ganhou uma hora apenas por pisar o seu sétimo estado nesta Rota. Lembre-se de que no Arizona é uma hora a menos do que no Novo México. A nossa sugestão é que a invista no Parque Nacional da Floresta Petrificada. Como o próprio nome sugere, encontrará árvores petrificadas. O lugar é muito singular e inspirador. Na verdade, foi construída uma residência onde artistas passam temporadas aqui em busca de inspiração para criarem as suas obras em diferentes disciplinas. Além disso, é um lugar muito bom para caminhadas, graças aos trilhos habituais e às novas pistas que se vão abrindo todos os anos. Algumas das mais singulares são Red Basin e Martha's Butte, e pode percorrê-las guiando-se pelas balizas ou solicitando um guia, que lhe irá explicando as características da Floresta Petrificada. Além disso, esta visita calhará bem para comparar e calibrar mais tarde a vastidão do Grand Canyon. Se aqui se sente insignificante, imagine lá! A estrada através do Parque Nacional leva a Holbrook, onde passaremos hoje a noite. Alojamento em Holbrook.

Holbrook - Winslow - Flagstaff - Grand Canyon - Williams

Dia 12: Tem diante de si um dos dias mais emocionantes da sua viagem. Hoje terá a oportunidade de ver a vastidão do Grand Canyon e a ação do tempo na natureza ao longo dos séculos. Mas falando de épocas passadas, assim que saia de Holbrook, em Winslow, encontra-se o Rock-art-ranch, um rancho de bisontes e gado que acolhe uma maravilha histórica: mais de 3000 petróglifos. São todas talhadas na rocha pelos nativos que passaram por aqui há 13 000 anos, embora os petróglifos estejam datados de 5000 a.C. A visita tem de ser combinada com antecedência, mas vale a pena pelo que pode lá ver e por conhecer Brantley Baird, outra das grandes personagens desta viagem. É o dono do rancho, a pessoa que descobriu a maioria dos petróglifos, e um grande conhecedor e contador de histórias. Adorará ouvi-las. Em seguida, já pode ir para a joia do dia. Atravessará Canyon Diablo, Winona, Flagstaff e em Williams apanhará o desvio para a 64 que o levará diretamente até à entrada do Grand Canyon. Prepara-se para ficar em harmonia com a natureza, admirar a sua beleza e sentir-se como um grão de areia no meio do universo. É tudo tão impressionante que, por vezes, chega a ser esmagador. Desperte todos os seus sentidos e aprecie o ambiente que o rodeia. A definição de "canyon" é uma erosão de um rio sobre um terreno ao longo de milénios. Aqui, essa definição fica aquém. O rio Colorado criou uma autêntica obra de arte, modelando o terreno com se fosse um artesão a criar a sua escultura para ser admirada pelo público. Depois de chegar a Grand Canyon Village, só tem de se deixar levar de miradouro para miradouro. (Nota. Entrada não incluída). Na verdade, pode deixar o carro estacionado no Centro de Visitantes e deixar-se levar, agora literalmente, por um dos autocarros gratuitos que percorrem os lugares mais interessantes da área. Fica ao seu critério. Não desfrutará da liberdade que lhe dá ir no seu próprio carro, mas poderá descansar e certificar-se de que não perde nenhum lugar especial, uma vez que existem espaços que são abertos apenas para estes autocarros. Tem várias rotas diferentes, por isso não se esqueça de escolher a que mais o seduzir. No entanto, esta não é a única forma de conhecer o Grand Canyon. Há um número crescente de viajantes que preferem fazer um passeio de helicóptero para ver este milagre da natureza em todo o seu esplendor. Outra das opções é fazer trekking por alguns dos trilhos que estão sinalizados para esse efeito. Mas informe-se bem do tempo médio de cada percurso porque costumam ser trajetos a realizar em mais de um dia. Para fechar o dia para ir, nada melhor do que assistir ao pôr-do-sol de frente para oeste e desfrutando de uma verdadeira festa para o olhar. Lembre-se de que está a vivir momentos únicos e que, se as nuvens permitirem, poderá contemplar um dos melhores pores-do-sol do mundo. Quando o sol se põe, são horas de dizer adeus ao Grand Canyon e descer até Williams, onde passará a noite amanhã. Descanse hoje, depois de um dia emocionante, porque amanhã partirá para nada mais e nada menos do que Las Vegas. Alojamento em Williams.

Williams - Las Vegas

Dia 13: Acordará em Williams, onde pode saborear um bom pequeno-almoço americano que lhe permitirá lidar com energia com o trajeto até Las Vegas. Tanto se sair daqui pela 66 como pela 40, a primeira paragem interessante que encontrará é Seligman, uma das povoações mais coloridas e divertidas da costa oeste. Nela apreciará os carros antigos que estão estacionados na rua, formando um museu improvisado com veículos exclusivos. Além disso, poderá fotografar-se com uma bandeira americana gigante para levar uma recordação para casa. Ao sair de Seligman, terá de decidir se continua pela 66 até Kingman ou se agiliza o percurso pela 40. A escolha é sua! Assim que chegar a Kingman verificará que é um verdadeiro oásis no deserto de Mojave. É um ponto-chave da "Route 66" e aqui encontrará dezenas de pessoas que, como você, escolheram esta parte do planeta para passar as férias. Seja qual for o caminho por que veio, agora entrará na 93 para subir até à cidade de Las Vegas. Embora saibamos que está ansioso por chegar à cidade dos néons, recomendamos que faça uma última paragem. Vale a pena. É o Lago Mead. Espera-o na fronteira Nevada-Arizona e permitirá a prática de desportos como a moto aquática e até mesmo o mergulho ou simplesmente passear ao longo da costa contemplando o que o homem é capaz de construir, já que este lago é artificial. Foi criado como um reservatório de água para abastecer a área e tornou-se uma das principais atrações turísticas do país. Quando terminar a visita, estará apenas a meia hora de Las Vegas. Provavelmente não conseguirá chegar quando está iluminada por milhões de luzes de néon, mas não se preocupe, porque terá tempo para desfrutar plenamente da cidade que nunca dorme. É normal que em primeiro lugar deseje inspecionar o seu hotel até ao último recanto. Quando acabar, pode começar por percorrer a rua principal, a Strip. Cruzar-se-á com centenas de despedidas de solteiro que tentam emular os protagonistas do filme "The Hangover" e dezenas de angariadores a distribuir panfletos. Vá com calma, porque aqui as distâncias são muito longas e demorará algum tempo a percorrer o que tiver marcado no mapa. Um mapa onde cabe o mundo inteiro, já que andar por esta rua o levará à Torre Eiffel, à Estátua da Liberdade, aos canais de Veneza e às pirâmides egípcias. Antes de voltar para o hotel, também pode assistir ao espetáculo aquático do casino Bellagio. Litros e litros de água dançando ao som da música com um jogo de luzes e cores que vai deixá-lo sem palavras. Nem sempre é o mesmo.Pode, por isso, assistir a mais de um. Este espetáculo do Bellagio não é o único gratuito. Alguns dos maiores hotéis também os têm. De volta ao hotel, pode tentar a sua sorte no casino ou nas slots. Alojamento em Las Vegas.

Las Vegas - Barstow - Santa Monica

Dia 14: Diga adeus a Las Vegas porque Santa Monica espera por si. O dia de hoje tem muita estrada, cerca de 500 quilómetros, embora seja muito tranquilo. Na verdade, a primeira paragem que lhe propomos são os Fashion Outlets de Las Vegas, pouco antes de atravessar a fronteira com o Estado da Califórnia. São gigantescos, como tudo aqui nos Estados Unidos, e por isso recomendamos que estabeleça um limite de tempo que quer gastar aqui, porque é fácil perder-se com as ofertas e acabar por passar em busca de pechinchas. Quando partir, entrará na Califórnia e circulará durante 170 quilómetros, deixando à sua esquerda a Reserva Nacional do Mojave, que o acompanhará para lá de Baker, e atravessando as localidades de Midway e Harvard, antes de chegar a Calico. É uma cidade fantasma realmente fascinante. Embora tenha ambições de se tornar uma atração turística, a sua natureza não deixa de ser a de uma antiga mina abandonada que e pode visitar. (Nota. Entrada não incluída). Poucos minutos depois, chegará a Barstow, outro paraíso de compras. Há uma série de outlets muito interessantes onde encontrará muitas pechinchas e poderá encher a mala de roupas a bom preço. Isto, se não parou em Las Vegas. De Barstow a Pasadena são duas horas e meia de caminho. Poderá fazer o percurso sem paragens e atravessar - pela 15 - a Floresta Nacional de Angeles até chegar a Pasadena. Abandonar a "Route 66" poupar-lhe-á tempo, mas deixará de conduzir sem trânsito a fazê-lo nas larguíssimas autoestradas de Los Angeles. Se é fã da "Teoria do Big Bang", em Pasadena pode ir a Cheesecake Factory, onde no início da série trabalhava Penny. O apartamento de Sheldon e Leonard não existe como tal, mas comer um hambúrguer e um pedaço de bolo aqui pode ser uma experiência no mínimo curiosa. Deste ponto até Santa Monica é pouco mais de meia hora, mas o trânsito não é o melhor de Los Angeles. Tudo porque tem de atravessar a cidade para chegar a Santa Monica. Não se preocupe em deixar para trás Los Angeles, porque voltará daqui a dois dias. Mas agora são horas de concluir a "Route 66" e o fim está aqui, em Santa Monica. Particularmente no cais - por isso aproveite a última luz do dia para fazer todas as fotografias que quiser com o cartaz e para desfrutar de ter percorrido do início ao fim as entranhas de um país como os Estados Unidos. Em catorze dias, recolheu experiências que durarão uma vida. Pode considerar-se um sortudo! Alojamento em Santa Monica.

Santa Monica

Dia 15: Com a maravilhosa sensação de ter concluído a "Route 66" do início ao fim, merece todas as homenagens que se lhe apresentarão ao longo das próximas horas. A primeira pode ser levantar-se à hora que quiser. Esforçou-se durante duas semanas para sair da cama à primeira luz do dia, para aproveitar ao máximo os dias, e agora apreciará acordar à hora que lhe apetecer. O pequeno-almoço espera-o na Third Street Promenade, em plena Downtown de Santa Monica. Tem dezenas de cafés e lojas localizadas em pleno coração pedonal da cidade para desfrutar de um passeio refrescante. Quando acabar, pode ir a um dos mais mágicos "piers" da costa oeste americana. É uma experiência maravilhosa dar um passeio por este cais, sempre com bom ambiente e a presença perene da sua magnífica feira. Daqui poderá contemplar a praia de Santa Monica em toda a sua imensidão. Poderá desfrutar de um passeio pela areia, de um mergulho nas suas águas ou relembrar as correrias de Pamela Anderson, David Hasselhoff e dos restanntes nadadores-salvadores de "Baywatch". A famosa série foi filmada aqui e, na verdade, poderá as cabinas originais dos nadadores-salvadores reais. A praia é incrível. Há sempre pessoas e há sempre algo para ver ou fazer, seja jogar uma partida de "vólei de praia" ou assistir a qualquer um dos artistas de rua que atuam no passeio. Um passeio que liga a Venice Beach e que pode percorrer a pé, de patins ou alugando uma bicicleta. E para não mencionar que há também uma extensa rede de canais que exalam um certo romantismo como a famosa cidade italiana. Mas não há só há água e boa atmosfera, há também grafittis impressionantes. É também um bom plano visitar tudo antes de se pôr em forma em Muscle Beach, ginásio ao ar livre em plena praia. Imaginar uma coisa assim na sua praia favorita? Muito perto de Venice Beach encontrará um dos mais famosos liceus da década de 80, onde Sandy e Danny Zuko se apaixonam em "Grease". Por esta altura, já terá gasto grande parte do dia, por isso não hesite em ver o entardecer na praia de Santa Monica, com o "pier" e a feira em fundo. À noite, pode jantar na Third Street Promenade e terminar o dia no bar da moda da zona. Alojamento em Santa Monica.

Santa Monica - Los Angeles - Cidade de origem

Dia 16: Antes de planear o seu dia, recomendamos que organize tudo tendo em conta o tempo real de que dispõe para chegar ao aeroporto sem problemas. Dependendo da hora do voo, e graças à liberdade que lhe dá ter o seu próprio carro alugado, pode fazer a sua última paragem e descobrir algumas das atrações de Los Angeles. Apresentação no aeroporto com tempo suficiente de antecedência para devolver o carro alugado e voo de regresso à cidade de origem. Noite a bordo.

Cidade de origem

Dia 17: Chegada. Fim da viagem e dos nossos serviços.

A sua viagem inclui

  • Voo de ida e volta.

  • Estadia no hotel seleccionado em Chicago.

  • Regime seleccionado em Chicago.

  • Estadia no hotel seleccionado em Springfield.

  • Regime seleccionado em Springfield.

  • Estadia no hotel seleccionado em Saint Louis.

  • Regime seleccionado em Saint Louis.

  • Estadia no hotel seleccionado em Tulsa.

  • Regime seleccionado em Tulsa.

  • Estadia no hotel seleccionado em Oklahoma City.

  • Regime seleccionado em Oklahoma City.

  • Estadia no hotel seleccionado em Amarillo.

  • Regime seleccionado em Amarillo.

  • Estadia no hotel seleccionado em Albuquerque.

  • Regime seleccionado em Albuquerque.

  • Estadia no hotel seleccionado em Holbrook.

  • Regime seleccionado em Holbrook.

  • Estadia no hotel seleccionado em Williams.

  • Regime seleccionado em Williams.

  • Estadia no hotel seleccionado em Las Vegas.

  • Regime seleccionado em Las Vegas.

  • Estadia no hotel seleccionado em Santa Mônica.

  • Regime seleccionado em Santa Mônica.

  • Aluguer de carro.

  • Seguro de viagem.

  • - Valor do complemento de coleta e devolução do veículo em agência diferenciada.

A sua viagem não inclui

  • Autorização Electrónica (ESTA/ETA) para entrar em EUA.

  • Resort fee EUA

  • Possibilidade de pagamento de portagens.

Razões pelas quais o seu Percurso de Carro começa aqui

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Disponibilidade e preço online no momento, com confirmação imediata da sua reserva.

Sempre disponíveis para si

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Notas importantes

  • As gorjetas em EUA são uma prática comum.
  • Geralmente em EUA o alojamento em quartos triplos está dividido em duas camas de casal ou numa cama de casal e uma cama de solteiro, e o alojamento quádruplo em duas camas de casal.
  • Conduzir nos EUA: 1.Acelerar pela direita não só é legal, como é o que toda a gente faz e, quanto mais depressa deixar de se sentir intimidado pelas estradas de mais de cinco faixas por sentido de marcha, melhor. 2.É legal (e obrigatório) circular pela direita com o semáforo vermelho, quando houver um sinal que o indique. 3.Em relação ao estacionamento, certifique-se das horas a que é pedido e, se não puder deixar o carro ali, nunca estacione em frente a uma boca de incêndios (apesar de não haver nenhum sinal a proibi-lo expressamente). Se existem marcas pintadas no solo para delimitar os locais de estacionamento, deixe o carro mesmo no meio das mesmas, por enorme que lhe pareça o lugar. Seja especialmente cuidadoso no centro das grandes cidades e não passem nem um minuto da hora de colocar dinheiro do seu parquímetro (tenha atenção antes de pagar, pois existem dias da semana ou horas nos quais não é necessário colocar dinheiro). 4.Cuidado com as portagens. Podem ser indicadas com as palavras toll ou turnpike e costuma estar bloqueadas por uma barreira, pelo que é possível passá-las sem se dar conta e receber a multa umas semanas mais tarde. Não conduza nas vias indicadas como apenas para “Fastrak” e leve dinheiro em numerário, porque algumas portagens só podem ser pagas desta forma. 5.A não ser que queira uma multa e uma conversa incómoda com um agente da Highway Patrol, é melhor não circular a mais de 5 ou 10 milhas acima do máximo de velocidade permitido para a via. Se, apesar de tudo, a Polícia o mandar parar, mantenha as mãos no volante e à vista em todos os momentos e nem pense em mandar piadolas. 6.Aconselhamo-lo a contratar serviços de assistência em viagem e um GPS.
  • Consulte as restrições de entrada e requisitos adicionais para pessoas que já viajaram anteriormente para destinos como Cuba, Irã, Iraque, Iêmen, Síria, etc.
  • Os hotéis poderão cobrar uma taxa de Resort Fee que deverá ser paga diretamente no destino. O valor pode variar entre aproximadamente US$ 15 e US$ 65 por quarto, por noite. Esta taxa é indicativa e pode ser modificada dependendo da política do estabelecimento.
  • A hora de entrada no hotel no dia da chegada depende de cada estabelecimento, mas em caso algum será antes das 15h00, salvo indicação em contrário.
  • As excursões e visitas sugeridas para cada dia são indicativas, podendo o turista personalizar a viagem de acordo com o seu programa, gostos e necessidades.
  • O cartão de crédito é considerado uma garantia, pelo que, por vezes, o seu uso é imprescindível para se registar nos hotéis.
  • Normalmente os hotéis dispõem de berços para bebés. Caso contrário, terão de dividir cama com um adulto.
  • Para a recolha do automóvel de aluguer é necessário um cartão de crédito (não de débito) em nome do titular da reserva, que também deve ser o principal condutor do veículo.
  • Consulte a documentação necessária para entrar os destinos visitados e para trânsito nos países onde são feitas escalas aéreas.
  • Deve informar, ao recolher o veículo, que irá atravessar a fronteira. Por vezes, é necessária uma autorização para circular por determinados países ou zonas/estados (como é o caso nos EUA e no Canadá). De acordo com as condições estipuladas no contrato de aluguer e na empresa contratada, poderá ter de pagar uma taxa extra ao chegar ao destino.