Percurso Musical pelo Sul (Musical Roots of the South)

Percurso Musical pelo Sul (Musical Roots of the South)

EUA, 18 Dias · Ao seu gosto de carro

Viaje ao ritmo da música pelas cidades americanas mais melódicas

Se este roteiro fosse uma pauta músical, estaria cheia de grandes notas e de poucos silêncios. Ao escolher este itinerário, estará a apostar em diversos géneros musicais, mas todos eles têm algo em comum: a alma. O Blues, o Soul, o Rock & Roll ou o country são apenas 4 dos estilos musicais que dominam as cidades que irá visitar. Dallas, Houston, Austin, Nova Orleães ou Atlanta são apenas uma amostra daquilo que o espera. Cidades para visitar durante o dia e que guardam tesouros escondidos durante a noite. Dezenas de salas onde a música ao vivo é o Santo Gral. É por isso que reservámos duas noites em algumas das maiores capitais, para que tenha tempo de visitar o maior número de locais possível, para que experimente todos e cada um dos acordos que te esperam neste cenário. Terá tempo para visitar museus, como o dos Grammy ou do B.B. King, a casa onde nasceu Elvis, ou um dos negócios de Dolly Parton, a rainha do Country. Também lhe propomos passar um dia na praia a relaxar, em Houston, e um dia para estar em contacto com a natureza antes de chegar a Atlanta. Além disso, poderá conhecer a plantação onde nasceu o Blues e o local onde - reza a lenda - Robert Johnson vendeu a alama ao diabo para se tornar no melhor guitarrista de todos os tempos. Felizmente, não terá de fazer nenhum pacto com o inferno para poder fazer esta viagem inesquecível por oito estados. Ponha-se a caminho e descubra o fascinante ""Roteiro Musical pelo Sul"" (Musical Roots of the South).

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Percurso Musical pelo Sul (Musical Roots of the South)
Lua de Mel
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Datas de Partida:Partidas de julho 2026 Até junho 2027

partidas desde:Lisboa

Itinerário da viagem

Cidade de origem - Dallas

Dia 1: Saída do voo da cidade de origem até Dallas. Depois de realizar as formalidades aduaneiras e de chegada relevantes, recolha o seu carro alugado e comece a desfrutar das suas férias. (Nota. Em abril, a cidade celebra um dos seus eventos musicais mais conhecidos: o "Deep Ellum Arts Festival". Trata-se de um festival com mais de 25 anos de história, gratuito e que junta os maiores talentos da atualidade em diversas áreas. Outro dos grandes eventos musicais da cidade é o "Morton M Meyerson", um dos maiores espaços do mundo onde pode ouvir a melhor ópera. Os concertos do Coro e da Orquestra Sinfónica de Dallas também são um grande chamariz na cidade). Alojamento em Dallas.

Dallas

Dia 2: Podemos dedicar a manhã a visitar a cidade e deixar a música para depois de comer e para a noite. Conhecer a cidade vai ajudar-nos a compreender muito melhor a sua relação histórica com a música. Propomos uma visita à Reunion Tower, ao The Sixth Floor Museum - que recorda o assassinato de John Fitzgerald Kennedy a 22 de novembro de 1963 -, a Chinatown, e também às montanhas russas do Parque Six Flags. Caminhar por Pioneers Square, entrar na Catedral ou andar no elétrico de Mackinney Avenue. Quando chegar a hora de comer, nada melhor do que provar a carne na brasa, uma especialidade local. Irá encontrar centenas de restaurantes a servi-la. Peça a opinião a algum habitante local e de certeza que não se vai enganar. Passear por Park City e pelo Distrito Cultural também pode ser a junção perfeita entre o turismo e a música, e pode ser o plano ideal para depois da refeição. Pode visitar teatros, jardins, o Centro de Artes Cénicas, e uma grande variedade de museus - o Nasher, o Meadows e galerias de arte dedicadas às vanguardas mais recentes. (Nota. Consulte os horários dos centros culturais que mais lhe interessarem antes de planear o dia. Tenha em atenção que costumam fechar por volta das 17:00h/18:00h. Entrada não incluída). Tem que planear bem a noite. Deve escolher os locais que deseja visitar com tempo, e consultar as bandas e atuações musicais que se realizam durante a sua estadia na cidade. Assim, se não as conhecer, terá tempo de o fazer e até de aprender a cantar as suas músicas. Não se esqueça que as atuações com maior procura costumam esgotar rapidamente, por isso, nesses casos, aconselhamos que compre os bilhetes online antes da viagem. Alguma recomendação? Entre as principais salas de espetáculos da cidade estão a “Trees”, “House of Blues” - debaixo do palco há terra que foi tirada propositadamente do Delta do rio Mississippi - a "Bomb Factory" - nos arredores do Deep Ellum-, "Magnolia", "Dada", “The Balcony Club” e o “Lakewood Theater”. Fora do circuito, não hesite em consultar a agenda do "American Airline Center”. Passaram por aqui várias das vozes mais importantes do panorama musical internacional e é provável que a sua visita coincida com algum concerto de um grande nome da música. Alojamento em Dallas.

Dallas - Austin

Dia 3: Quando sair de Dallas, terá uma viagem de cerca de 3 horas e meia até chegar a Austin, o seu próximo destino. Irá viajar pela 35E e pela 35, duas estradas cómodas e sem partes perigosas. O nosso conselho é sair cedo para evitar o trânsito, parar em West e tomar o pequeno-almoço e almoçar em Gourdough. Austin é uma cidade jovem e atrevida e isso traduz-se numa vida cultural e musical apaixonante. De tal forma que há mais 200 locais onde pode ouvir música ao vivo. É considerada a capital da música ao vivo dos Estados Unidos e, provavelmente, de todo o mundo. A grande maioria destes espaços encontra-se perto da Congress Avenue, à volta da 4th e 6th Street. Esta cidade nunca dorme e há sempre alguém a cantar ou tocar um instrumento em alguma esquina ou rua. Aqui respira-se e ouve-se talento por toda a cidade. Há dezenas de festivais, principalmente durante o verão, embora também se realizem ao longo dos outros meses do ano, como, por exemplo, o "South by Southwest". Vai ficar surpreendido quando vir que até em lojas de bicicletas, como é o caso da "Mellow Johnny's Bike Shop”, se organizam concertos com artistas conhecidos. O concerto de Jovanotti foi muito bom! Relativamente à parte mais turistica, pode começar a sua visita à cidade no Capitólio e arredores. O edifício é majestoso, tanto por dentro como por fora. A sua cúpula é deslumbrante e é uma das maiores do país. Também grande é a estrela que preside a paragem seguinte, o Museu de História. Por estas paragens, a gastronomia é algo quase sagrado. Além dos mais variados restaurantes da moda, também existem os "food trucks" e bancadas de rua que se costumam encontrar nas ruas mais centrais. Pode reservar a tarde para ficar a conhecer os bairros de East Austin e South Congress, conhecido como SoCo, os mais hipsters e modernos da cidade. Para jantar, pode ir até Congress Avenue. Tem uma variada lista de opções e também estará perto das salas de música mais conhecidas. Algumas das nossas recomendações incluem The Elephant Room” (315 Congress Avenue), “Jazz Austin Acoustical Cafe” -não se vendem bebidas alcoólicas e é proibido fumar-, “Shoal Creek”; “The hole in the wall”, “Garage Cocktail Bar”, “Continental Club”, “The Broken Spoke”, “Sahara Lounge” e “The Nook Amphitheater”. Alojamento em Austin.

Austin

Dia 4: Qualquer desculpa é boa para passar mais um dia em Austin e ter a oportunidade de explorar mais locais de música ao vivo. Mas isso será quando cair a noite. Depois de tomar o pequeno-almoço, pode continuar a visitar a cidade. Se o calor apertar, pode ir às compras pela 2nd Street e refugiar-se nas lojas com ar condicionado ou então procurar abrigo e sombra no Zilker Park, onde poderá tomar banho na sua piscina ou alugar um barco para navegar pelo fotogénico rio Colorado. Não vá para muito longe, porque hoje tem de provar um bom churrasco texano e os melhores sítios para o fazer encontram-se à volta do parque. Pode provar o churrasco de porco ou de novilho, ou, se tiver coragem, os dois. Para aproveitar o facto de estar a viajar de carro, pode deslocar-se até à Biblioteca e ao Museu Presidencial Lyndon B.Johnson, que tem parque de estacionamento gratuito e onde poderá ver uma réplica da Sala Oval de Washington. O edifício é dedicado ao ex-presidente Johnson e poderá descobrir muitos segredos ligados à vários presidentes por lá. O exterior do edifício também é digno de contemplar. Antes de cair a noite, pode dedicar-se a procurar os graffitis da cidade. Garantimos que não vai ser difícil encontrá-los, já que decoram grande parte dos edifícios em Austin. No entanto, calcule bem o tempo que tem, já que, ao pôr-do-sol, já deve estar na ponte da Congress Avenue. Todas as primaveras, acontece um espetáculo natural impressionante neste local. Mais de um milhão de morcegos saem do seu esconderijo para ir buscar a primeira refeição do dia, formando a maior colónia urbana deste tipo de animal no país. Se isto não chegar, pode levar esta experiência em limite e embarcar em algum dos cruzeiros que cruzam o rio e que param para contemplar esta cena. À noite, pode continuar a conhecer os locais musicais, no entanto, se visitar a cidade em outubro, não pode perder o "Austin City Limits Musical Festival". Os bilhetes costumam esgotar ainda antes de se saber o cartaz, uma vez que já passaram por aqui artistas de renome como Lana del Rey, Eminem, Manu Chao, Lorde, Sam Smith… Alojamento em Austin.

Austin - San Antonio

Dia 5: É provável que deixe Austin com uma certa nostalgia, mas, como deve saber, tem ainda muita viagem pela frente e muitas surpresas por descobrir. Uma delas é San Antonio, que se encontra a aproximadamente hora e meia de distância pela 35. São 130 quilómetros que pode fazer seguidos ou, se achar necessário, com paragens pelo caminho em Gruene ou em Buc-ee's, que se encontram a meio do caminho. Para poder apreciar a música em San Antonio, o melhor é passar aqui uma noite, já que a maioria dos espaços só tem música ao vivo e atuações em horário noturno. Quando cair a noite, aproveite e dê uma passeio pela cidade, que oferece muitos pontos de interesse. Um dos mais populares é "O Alamo". Também conhecida pelo seu nome em espanhol "Misión de San Antonio de Valero", tem entrada gratuita. Se quiser saber o que se passou neste local em 1836, a melhor forma é ver o western "The Alamo" com John Wayne, que conta na perfeição a batalha pela independência. Também não tem de tirar a carteira para aproveitar o Riverwalk, um passeio agradável junto ao rio San Antonio. É uma das jóias da cidade. Trata-se de uma rede de caminhos e passadiços, rodeados de bares, restaurantes e muitas obras de arte. Na verdade, um simples passeio por esta zona irá satisfazer qualquer desejo de visitar um museu. Junta o "Alamo" com as restantes 4 missões, por isso poderá visitá-las se quiser. Além disso, inclui uma grande variedade de lojas, se quiser ir às compras. Quando chegar a hora de comer, pode ir até à Pearl Brewery, a meca da gastronomia. Pearl é um conjunto de restaurantes com cozinha de autor, de lojas locais e inclui o campus do Instituto Culinário da América. Inclui também uma fábrica de cerveja e muita paixão pela comida e pela bebida. Aqui, tudo está cuidado ao milímetro, desde os restaurantes até ao passeio pelo rio. À tarde, pode ir até aos arredores da Catedral de San Fernando. Este bonito edifício é conhecido por ser a catedral, mas também por se realizarem projeções de mapping incríveis na sua fachada. Ao pôr-do-sol, vai começar a viver a vertente mais musical da cidade. San Antonio é uma das melhores cidades para ouvir estilos musicais tão díspares como o heavy metal ou o jazz. Entre os locais mais emblemáticos, encontram-se o "Paper Tiger" e o "Jazz Tx". Alojamento em San Antonio.

San Antonio - Houston

Dia 6: Tem pela frente dois dias com as suas duas noites para apreciar Houston, por isso pode despedir-se de San Antonio com tranquilidade. Se faltou ver alguma coisa, aproveite a parte da manhã antes de partir para a sua próxima paragem. Por outro lado, se está ansioso para conhecer Houston, pode sair diretamente pela 10, uma estrada larga que não apresenta qualquer problema e, 320 quilómetros depois, irá chegar a Houston. Para tornar o trajeto mais agradável, pode parar em Schulenburg, para tomar um refrigerante e continuar a viagem até à cidade com mais habitantes de todo o estado. Outra alternativa é encher o seu reprodutor de música com alguns dos artistas que deram concertos recentemente no seu próximo destino. “Ben Harper”, “The Lumineers” ou “Alice Cooper” são apenas algumas das sugestões. Houston tem um grande potencial a nível musical, mas o seu apogeu máximo só começa depois do pôr-do-sol. É por isso que reservámos duas noites na cidade, para que tenha tempo de visitar o maior número possível de espaços onde se toca música ao vivo. Se a tua estadia calhar ao fim-de-semana, pode começar o percurso em Traders Village, um mercado ao ar livre que se sobrepõe a todos os outros na cidade. É mágico e, além de ser o local ideal para fazer compras, é também a sede de festivais e atuações ao vivo, por isso pode começar a aquecer os motores para o que tem pela frente. Só está aberto ao sábado e ao domingo, por isso, se chegar noutro dia, pode ir diretamente para o Little White Oak Bayou, onde vai chegar quase sem querer, uma vez que é onde fica a saída da estrada 10, por onde esteve a conduzir nas últimas horas. Quando estacionar o carro, aproveite para dar um passeio nas margens do Buffalo Bayou. Há 40 quilómetros de pistas e caminhos, por isso escolha o que tem mais interesse em visitar tendo em conta que tem de fazer a viagem de ida e volta, já que vai deixar o carro estacionado no início. É um passeio muito agradável e vai sentir-se bem ao respirar ar puro dentro de uma cidade destas dimensões. Quando acabar, dirija-se até à Downtown e ao Central Business District, onde se vai sentir pequeno no meio de tantos arranha-céus. A Main Street - cuidado com o comboio - e o City Hall são alguns pontos de interesse imperdíveis, assim como a escultura de Joan Miró "Personagem e pássaros" que foi instalada em 1982. Quando terminar a sua visita ao coração financeiro, pode dirigir-se ao Buffalo Bayou Park, um parque cuja remodelação custou 58 milhões de dólares. O investimento deu frutos e este é um local perfeito para praticar diversos desportos. Pode alugar uma bicicleta, canoas e kayaks para percorrer o rio Buffalo Bayou. Quando acabar, já vai ser hora de comer. Uma boa opção é visitar Green Street, onde irá encontrar uma grande oferta gastronómica. Se quiser provar fast food, tem muitas opções. No entanto, se preferir comer num restaurante, também tem uma grande variedade de ofertas. Depois do almoço, pode encarnar a personagem de um cowboy e procurar umas botas em alguma loja. É provável que entre no estabelecimento sem a intenção de comprar alguma coisa, mas quase de certeza que o espírito de cowboy o irá invadir e levá-lo a sair de lá com umas botas calçadas ou embrulhadas para oferecer como presente. De seguida, vá até ao Centro Espacial da NASA, onde poderá aprender tudo relacionado com o espaço e as diferentes missões que partiram da Terra. Existe uma secção dedicada exclusivamente a Marte e outra à Estação Espacial Internacional, entre muitas outras. Muito perto daqui, e para aproveitar o pôr-de-sol, já que não deve faltar muito para ele, pode visitar o Kemah Boardwalk. É um espaço que reúne diversão, atrações e é um bom destino para passear. Com vista para a baía de Galveston, há aqui um aglomerado de restaurantes temáticos que cheiram a mar. Mesmo assim, é aconselhável regressar ao centro da cidade para fazer aquilo que nos trouxe a Houston: viver a música. Há dezenas de clubes e espaços de grande qualidade onde pode ouvir música ao vivo, por isso aconselhamos que visite as suas páginas web, consulte a programação para esta noite e escolha a proposta que se ajusta melhor às suas preferências musicais. Entre os espaços mais seletos, encontram-se o “The Continental Club”, “White Oak Music Hall”, um espaço onde se realizam grandes concertos. Alguns dos artistas que passaram recentemente por este espaço incluem Ben Harper, The Lumineers e Alice Cooper. Precisa de mais recomendações? Aponte estes nomes: “Fitzgerald’s”, “House of Blues”, “Bohemeo’s”, “Café 4212”, “Cézanne Jazz Club”, “Catbirds”, “Firehouse Saloon” e “The Redneck Country Club”. Prepare-se para uma noite memorável! Alojamento em Houston.

Houston e arredores

Dia 7: Houston e os seus arredores são gigantescos, por isso tem uma grande oferta de lazer e entretenimento à sua disposição. O facto de ter um carro à sua disposição irá permitir-lhe fazer planos fora da cidade para ir visitar algum dos locais de grande interesse que existem por perto. A agenda de ontem era apertada, por isso se não teve tempo para ver alguma coisa, este pode ser um bom momento para o fazer. Se conseguiu, então hoje sugerimos 5 visitas rápidas: Galveston, Corpus Christi, Port Aransas, Mustang Island ou The Woodlands. Galveston é uma ilha que fica a uma hora de distância do centro de Houston. Para chegar lá, tem de cruzar o Galveston Causeway, que o vai levar diretamente para um universo de lazer e diversão. Inclui um parque de diversões que está aberto 365 dias por ano. Trata-se do Galveston Island Historic Pleasure Pier, onde irá sentir que as horas passam mais depressa do que o normal. Também aventureiro e divertido é o Schlitterbahn Galveston Island Waterpark, um parque aquático que está aberto o ano inteiro, já que nos meses mais frios se transforma num parque coberto. Além disso, a ilha também alberga mais 12 grandes pontos de interesse, entre museus e locais de lazer. Em alternativa, Corpus Christi encontra-se a mais de 3 horas de distância de Houston, por isso deve planear passar o dia inteiro nesta viagem. É sinónimo de praia e é a zona mais conhecida da North Beach. O estacionamento aqui é gratuito e inclui todo o tipo de comodidades. Aqui, poderá visitar o porta-aviões “U.S.S Lexington”, um dos maiores navios da marinha dos Estados Unidos. Perto de Corpus Christi encontra-se Port Aransas, outra zona balnear. Tem menos movimento do que a localidade vizinha, mas nem por isso o seu areal é menos concorrido. Uma parte do parque de estacionamento é gratuito e a outra é paga, por isso fique atento e não se engane. Quer esteja em Corpus Christi ou em Port Aransas, poderá deslocar-se até ao Mustang Island State Park, um refúgio balnear muito natural. É ideal para praticar surf, tomar banho e até para pescar. Na verdade, se gostar de pesca, este é o local ideal para conseguir umas boas apanhas. Além disso, o parque estatal de Mustang Island State Park oferece a possibilidade de observar as aves que usam este local como escala nas suas migrações. Tudo isto é mais para sul, mas se não lhe apetece pisar areia e o sol e a água não lhe agradam, pode sempre descobrir The Woodlands, a 30 minutos de distância para norte, pela estrada 45. O seu anfiteatro provoca inveja a qualquer capital mundial. Na verdade, foi eleito o segundo melhor do mundo e, só o ano passado, recebeu 64.000 espetadores para espetáculos teatrais e mais de 350.000 para concertos. Está em atividade durante o ano inteiro e é provável que haja alguma atuação de primeiro nível no dia em que estiver na cidade. Chama-se “Cynthia Woods Mitchell Pavilion” e costuma disponibilizar vários lugares gratuitos. Fique atento e aproveite! A última sugestão passa por não sair da cidade, visitar o jardim zoológico, o aquário e algum dos seus parques aquáticos e poupar as energias para a noite. (Nota. Além dos espaços mais locais, Houston tem também uma ampla rede de grandes espaços e recintos preparados para grandes concertos.Alguns exemplos incluem: Toyota Center, Minute Maid Park, Stereo Live, Arena Theatre o el Revention Music Center). Alojamento em Houston.

Houston - Port Arthur - Lafayette - Nova Orleães

Dia 8: Esperamos que não tinha ficado a pé até muito tarde ontem à noite, porque hoje tem um dia muito divertido pela frente. Há muita estrada e muitas coisas para ver, por isso carregue as baterias com um bom pequeno-almoço e ponha-se a caminho o mais cedo possível. A primeira paragem é em Port Arthur, a 144 quilómetros de distância pela estrada 10. Vale a pena parar aqui, principalmente para visitar o Museum of the Gulf Coast. E o que tem de interessante o museu da costa do golfo? A resposta é o "Music Hall of Fame". Um espaço onde cabe a história de 60 músicos de estilos tão diferentes como o rock, o blues, o soul ou o jazz, e com nomes tão ilustres como Janis Joplin, Jimmy Johnson ou Robert Rauschenberg. Quando terminar a sua visita, volte à estrada até chegar a Lafayette. Tem duas opções: percorrer os 215 quilómetros pelo interior ou então viajar pela costa, onde o trajeto passa para os 260 quilómetros, mas as vistas são mais agradáveis. A decisão é sua! Lafayette é sinónimo de música e comida cajún e zydeco. As sessões de música onde se fazem improvisações de cajún ou os bailes de cajún e zydeco são muito frequentes. Também vale a pena ver a bonita St John Cathedral e o Vermilionville, um museu vivo da cultura cajún e criola. É o local ideal para comer, principalmente marisco, caranguejos do rio e peixe. Quando tiver o estômago cheio, pode pôr-se a caminho do último destino do dia: Nova Orleães. Provavelmente vai precisar de 2 horas e meia para percorrer os 220 quilómetros da viagem. Depois de passar tantas horas de carro, sugerimos que descanse um pouco no hotel, que se arranje e saia à procura de comida e boa música. Amanhã, terá o dia inteiro para visitar a cidade, mas apenas duas noites para apreciar a infinidade de espaços que fizeram de Nova Orleães uma das cidades americanas mais interessantes a nível musical. Alojamento em Nova Orleães.

Nova Orleães

Dia 9: Os danos causados em 2005 pelo furacão "Katrina", um dos mais devastadores do século XXI, serão visíveis durante décadas. A água cobriu mais de 70% da cidade e causou danos de muitos milhões de dólares. Mas se há algo que Nova Orleães tem é a coragem e o ânimo suficiente para seguir em frente. E assim foi.A música nunca deixou de tocar e os estragos do furacão foram ultrapassados com coragem e perseverança. Fundada pelos franceses em 1718 e entregue aos espanhóis nesse mesmo século, a cidade tem grandes influências de ambos os países, sobretudo a nível arquitetónico. Comprovará isso se começar a visita à cidade pelo French Quarter, o bairro francês. É, sem dúvida, o centro de Nova Orleães. Dentro deste distrito, não deixe de visitar Jackson Square, a Catedral de Saint Louis e de se perder entre as tendas e lojas de dezenas de artistas que vivem e trabalham nesta zona da cidade. É o recanto mais boémio e um dos mais agradáveis e surpreendentes para passear. O espirito das plantações está muito presente no bairro de Garden District. Alguns dos ex-proprietários dessas mansões estão enterrados certamente num dos dois grandes cemitérios da cidade: o de Saint Louis e o de Lafayette. E porquê mencionar o nome dos dois cemitérios? Porque dizem os viajantes que não é possível ficar a conhecer verdadeiramente uma cidade sem visitar os seus cemitérios. E Nova Orleães não é exceção. Se puder, contrate um guia que lhe explicará as histórias e lendas que rodeiam os túmulos e mausoléus mais importantes. Outra opção é passear pelas margens do rio Mississippi, onde poderá embarcar num dos ferries que o navegam ao ritmo dos blues ou do jazz. É uma grande experiência. Quando chegar a hora de comer, se preferir sentar-se e comer com faca e garfo, deve dirigir-se novamente ao French Quarter. É sempre possível provar alguns pratos da gastronomia cajún nesta zona como, por exemplo, a Jambalaya, ou então comer um dos aperitivos mais conhecidos da cidade: os po-boys. São pães bem recheados que o vão deixar cheio só de olhar para eles. Depois de comer, se ainda estiver perto do rio Mississippi, uma boa opção para fazer a digestão é dar um passeio por Audubon Park, uma gigantesca extensão de terreno na qual poderá dar de comer aos patos mais insaciáveis que alguma vez já viu. Nunca estão satisfeitos! Não pode deixar de acabar a noite noutro lugar que não seja Bourbon Street. Só pelo nome, já tem uma ideia do sítio onde está.São 24 horas de festa, música e uma dose de devassidão que não deixa ninguém indiferente. Quer goste de festa ou não, recomendamos que passe por aqui, nem que seja para a ver de longe. Se está à procura de um bom espaço de jazz para acabar a noite, então uma boa opção é qualquer um que se encontre na Frenchmen Street. Alojamento em Nova Orleães.

Nova Orleães - Baton Rouge - Natchez - Vicksburg - Indianola

Dia 10: Ficará surpreendido quando chegar a Baton Rouge. O seu Museu de Ciência e o seu Planetário são de primeiro nível, assim como todas as plantações que for encontrado na viagem desde Nova Orleães até aqui. Há 26. As mais importantes são a “Houmas House”, “Oak Alley” e a “Laura”. Não só são fascinantes pelas suas paisagens, mas também pelas suas construções e a sua história. Não se esqueça de que aqui, nestas terras, foram plantadas as sementes dos blues e do jazz, quando os antigos escravos cantavam melancolicamente. É muito graças a eles que se deve a existência da "Route 61". A mesma que o irá acompanhar durante todo o dia. Fique atento quando deixar Baton Rouge, uma vez que é aqui que se encontra uma das plantações mais fascinante de todas as que vai encontrar hoje. Em St. Francisville, dirija-se aos The Myrtles. Uma mistura de superstição e mistério rodeia esta plantação, uma vez que quem mora aqui conta que aparecem fantasmas e que as escravas falecidas há séculos aparecem em algumas fotografias tiradas nos dias de hoje. Seja como for, o ambiente é maravilhoso, tal como em Rosedown, outra das plantações mais famosas da zona. Ainda conserva o seu estado original, tanto nos edifícios como nos terrenos, que o farão viajar até ao início do século XIX assim que chegar. Continue a sua viagem para norte e desvie-se da estrada 61 em Natchez, nem que seja só para cruzar a sua ponte. Recomendamos que não regresse à estrada 61, mas que se dirija à Natchez Trace. Trata-se de uma estrada lindíssima, ideal para abrir as janelas, subir o volume da música e sentir-se livre. É uma sensação indescritível dentro do roteiro da música. Pode voltar à estrada 61 quando quiser; Port Gibson é um bom local para o fazer. À medida que for subindo para Vicksburg, vai ver que a paisagem vai variando. Nos primeiros troços é muito frequente encontrar pântanos nos dois lados da estrada. Por isso, embora vá encontrar grandes retas, fique atento, uma vez que pode ver tartarugas, veados e guaxinins a atravessar a estrada sem olhar. Além de os poder magoar, também pode sofrer algum percalço com o embate ou com uma travagem brusca, por isso deve estar com os cinco sentidos alerta na estrada e, se quiser admirar a paisagem, pare o carro para a poder contemplar em todo o seu esplendor. A paragem seguinte pode ser em Vicksburg. Quando chegar, dê um passeio pela margem do rio Yazoo e visite um dos campos de batalha mais conhecidos deste lado do Mississippi. A batalha em questão travou-se em 1863, e marcou o destino da Guerra Civil Americana. Poderá ficar a saber todos os pormenores no National Military Park, embora também seja importante consultar os horários com antecedência, porque o parque fecha muito cedo. Outro dos pontos de interesse nesta cidade é o museu da Coca-Cola. Daqui até Indianola falta apenas uma etapa que tem pouco mais de hora e meia de viagem. Alojamento em Indianola.

Indianola

Dia 11: Hoje pode descansar e passar um dia de relaxamento rodeado de música. Hoje pode levantar-se tarde, tomar o pequeno-almoço com calma, ver as fotografias que tirou nos últimos dias e entreter-se com o que Indianola tem para oferecer relacionado com a música. A sua primeira visita pode ser ao “Grammy Museum Mississippi”, em Cleveland. Não se trata da cidade no Ohio, mas sim de uma pequena aldeia a 30 minutos de distância de Indianola.Entre primeiro na estrada 448 até Shaw e, depois, siga pela 278 até chegar a um dos melhores e dos mais completos museus musicais do país. Está aberto de segunda a domingo e, lá, recordam-se os vencedores dos prémios Grammy, reúnem-se objetos de grandes estrelas - como roupas que passaram pela carpete vermelha - e explicam-se os segredos das galas. É uma oportunidade única de ficar a saber mais sobre um acontecimento mundial e, provavelmente, terá o prazer de ouvir música ao vivo quando lá estiver, uma vez que se organizam atuações quase todos os dias. Quando terminar a sua visita, terá outra jóia à sua espera, o "BB King Museum”. Encontra-se no número 400 da Second Street e é uma visita verdadeiramente inspiradora. O rei do blues deixou aqui um legado impressionante, com relíquias, guitarras e centenas de curiosidades. Poderá assistir a filmes, manobrar material interativo e até gravar a sua própria música. É a cidade natal do génio do blues, por isso não há melhor homenagem do que gravar a sua primeira - ou não - composição musical. Por último, prestar-lhe homenagem na sua sepultura, que se encontra nos jardins do museu. Recomendamos que reserve cerca de duas horas para esta visita, uma vez que vale muito a pena. Quando sair, será hora de comer, por isso procure o restaurante que mais lhe apetecer e sacie o seu apetite. Depois da sobremesa, pode relaxar com uma caminhada por entre milhares de ciprestes que se enchem a margem do Indian Bayou, que divide a cidade em dois. Em Indianola respira-se o blues e isso sente-se até nas fachadas dos edifícios. Percorra as ruas do centro para descobrir os murais dedicados a BB King, Charles Patton e a outros grandes músicos deste género musical. Depois de jantar, chegou a momento de visitar algum espaço onde se toca música ao vivo. O "Club Ebony" é um dos mais conhecidos, por isso é uma aposta segura. Alojamento em Indianola.

Indianola - Tupelo - Birmingham

Dia 12: Depois de o dia ontem ter sido para descansar, hoje vai deixar o Mississippi e entrar no Alabama. Para isso, propomos que se desvie do percurso mais rápido e que se dirija para Dockery Farms pela 49W para visitar a plantação onde nasceu o blues. É um local de tirar o fôlego e estará a caminhar por uma terra histórica onde surgiu este género musical. Quando terminar a sua visita, dirija-se para norte até Clarksdale, onde 3 guitarras marcam o local exato onde se encontra a "encruzilhada do diabo", the Crossroads. Reza a lenda que o guitarrista Robert Johnson vendeu aqui a sua alma ao diabo para se tornar no melhor tocador deste instrumento. E conseguiu alcançar esse feito em apenas dois anos, por isso quem sabe se a lenda não será mesmo verdadeira. Seja como for, aproveite o facto de estar num local como este. Entre Clarksdale e Tupelo tem duas horas de viagem, por isso recomendamos que as faça sem paragens. Pode ouvir as canções tristes de Robert Johnson ou apostar nas canções do Elvis, que será o protagonista da próxima paragem. A escolha é sua! Quando chegar a Tupelo, dirija-se diretamente ao Elvis Presley Birthplace, o local onde nasceu Elvis Aaron Presley a 8 de janeiro de 1935. Poderá visitar aquela que foi a sua primeira casa ou a igreja onde aprendeu a tocar os seus primeiros acordes na guitarra. O edifício inteiro foi trazido para aqui, por isso poderá caminhar pelos mesmos caminhos do rei do Rock n' Roll. Mas esta não é a única recordação de Elvis, porque, no mês de julho realiza-se um festival em sua honra, onde imitadores e seguidores se reunem para prestar homenagem a um dos grandes nomes da música. Uma boa ideia é comer em Tupelo antes de partir para Birmingham, a duas horas de distância daqui. Quando chegar, responda ao chamamento do deus do Vulcão, a divindade romana do fogo e aproveite o Vulcan Park. Lá, vai encontrar uma estátua deste deus, que relembra a relação da cidade com o ferro e que continua a ser a maior estátua de ferro fundido do planeta. Outra opção é visitar o Negro Southern League Museum, muito próximo do estádio dos Birmingham Barons, um dos poucos locais onde o grande Michael Jordan jogou basebol em 94. Quando chegar a hora de jantar, pode optar por propostas culinárias que não recorrem à eletricidade nem ao gás na sua confeção, como é o caso do restaurante Ovenbird, ou então, se tiver a sorte de encontrar uma mesa, pode experimentar o Babalu ou o Cosmos, dois dos locais mais distintos da cidade. À noite, abrem a maioria dos clubes de música ao vivo. Deixamos-lhe uma lista dos mais representativos: “Gip’s Place”, “Iron City”, “Bottletree Cafe”, “Secret Stages” - Festival de dois dias na downtown- e a “Alabama Symphony Orchestra”. Alojamento em Birmingham.

Birmingham - Chattanooga - Gatlinburg

Dia 13: Hoje é um dia em que vale a pena conduzir. Tem à sua espera uma viagem apaixonante entre Birmingham e Chattanooga, onde vai conduzir entre duas cadeias montanhosas magníficas. Tem uma infinidade de opções, mas sugerimos as mais rentáveis, ou seja, as que são mais interessantes e nas quais perde menos tempo em desvios do caminho. A primeira é uma maravilha da natureza e vai encontrá-la perto de Reece City, onde terá que sair da estrada 59 para apanhar a 211 até as Noccalula Falls, localizadas no Noccalula Falls Park, um parque com jardim zoológico e outras diversões, mas é provável que hoje não tenha tempo para ver tudo. É por isso que recomendamos que visite as cataratas, que contemple a queda de água de 27 metros de altura e que continue o caminho até à paragem seguinte. A 45 minutos de Chattanooga, pode parar no Cloudland Canyon State Park, um parque ideal para fazer caminhadas e excursões.Neste parque, pode deixar o seu carro num parque de estacionamento e, a poucos metros de distância pode ver mais umas cataratas. São sempre um bom espetáculo, mas se achar que ver um exemplo de cataratas já é suficiente, então pode continuar para Chattanooga sem parar. Principalmente porque um dos maiores pontos de interesse da cidade são as Ruby Falls, umas cascatas subterrâneas com 44 metros de altura no coração de Lookout Mountain. A iluminação da gruta é enigmática e muda de cor, para que cada instante passado no seu interior seja único. Perto de Ruby Falls, encontram-se os Rock City Gardens, uns jardins selváticos com uma várias grutas e uma vegetação muito frondosa. Outra das opções é visitar o Museu da guitarra Songbirds, a maior coleção de guitarras vintage do país. É alucinante o tempo que pode passar a comtemplar os instrumentos. Toda esta informação é útil sempre que a sua visita coincidir com um festival, uma circunstância que o fará esquecer tudo o que leu anteriormente e acelerar - sempre com moderação na estrada - para aproveitar ao máximo o festival. E, em Chattanooga, há muitos. Estes são os principais: “3 sisters music festival”, “Bands on the Bluff”, “CultureFest”, “Chattanooga Symphony and Opera”, “Punk Festival”, “Jfest”, “Moon River Music Festival”, “Nightfall”, “Pops on the River”, “RiverRocks”. Amanhã terá o dia inteiro para aproveitar Gatlinburg, por isso, se achar melhor, pode entreter-se pelo caminho. À noite, pode também visitar algum espaço de música country e descobrir este género musical.Isto, se já não se apaixonou por ele. Alojamento em Gatlinburg.

Gatlinburg

Dia 14: A melhor forma de começar o dia é a provar a especialidade culinária deste sítio: as panquecas. Gatlinburg é conhecida por todos os Estados Unidos pelas suas pancakes, por isso aponte estes locais: Log Cabin Pancake House, Atrium Pancakes y Pancake Pantry. Qualquer uma destas 3 opções é excelente. Com tantas calorias no corpo, vai ter energia suficiente para percorrer toda a cidade, mas não se preocupe, porque de seguida vamos dar-lhe um resumo dos melhores locais que pode visitar por aqui. Em primeiro lugar, deve visitar o seu aquário. É considerado o segundo melhor de todo o país. Provavelmente vai pensar: o que faz um aquário em pleno Tennessee? A resposta é complicada, mas vale a pena entrar e apreciar o Smokies de Ripley e as suas mais de 10.000 espécies. Basta cruzar a rua para chegar a Anakeesta, um espetacular parque natural. Uma das suas maravilhas é o teleférico, que o irá transportar a 180 metros de altura para poder ter as melhores vistas deste lugar. Aproveite para tirar a câmara e tirar fotografias a tudo à sua volta. De certeza que vai levar as melhores recordações. Também pode percorrer outra parte do parque através de pontes suspensas, uma experiência diferente que lhe vai permitir ver o bosque de outra perspetiva. Além disso, também servem para manter alguma distância entre si e os ursos que vivem aqui. Com alguma sorte, poderá ver algum deles nas alturas. Se viajar com crianças, aproveite as diversões que existem para eles como, por exemplo, o slide, ou a opção de procurar pedras preciosas numa cascata interativa criada para esse efeito. Quando chegar a hora de comer, vá até ao The Strip, a apenas uns minutos de distância de Anakeesta. É a zona comercial mais ativa desta localidade e o local ideal para comprar alguma recordação ou encher a mala de presentes originais para as pessoas que não o puderam acompanhar nesta viagem tão especial. Se ouvir música, vá ao encontro dela: provavelmente vai levá-lo até uma das destilarias de Gatlinburg, onde se costumam fazer concertos em direto e onde poderá provar o licor típico da zona, o White Lightnin’. Durante todo o dia poderá ver as Smoky Mountains, ou montanhas fumegantes, como pano de fundo. É normal que fique tentado a ir conhecê-las, mas não se preocupe.O dia de amanhã está reservado para elas. Se viajar entre maio e setembro e o calor apertar, um bom plano para passar a tarde é ir refrescar-se no Dollywood’s Splash Country, um parque aquático com um tamanho considerável que pertence a Dolly Parton, uma das rainhas do Country. Duas das suas músicas são clássicos mundiais: "Jolene" e "I Will Always Love You”, que Whitney Houston popularizou décadas após o seu lançamento. Para acabar, regresse ao hotel e prepare-se para passar uma noite local. Vai perceber rapidamente que, aqui, o estilo dominante é o country. O “Hogg’s Upstairs Taverne” e o “Shamrocks” são os que têm a melhor reputação. Alojamento em Gatlinburg.

Gatlinburg - Atlanta

Dia 15: Se ontem ficou encantado com um dos espaços de panquecas da cidade, hoje pode provar as delícias de outro. Garantimos que não vai ficar desiludido com nenhum. O dia de hoje é apaixonante. Vai poder visitar as Smoky Mountains, ou montanhas fumegantes. O seu nome deve-se à intensa neblina azulada que costuma cobrir os cumes das 16 montanhas que superam os 1.800 metros de altura. Juntas, formam um Parque Nacional exuberante e repleto de vegetação e fauna, entre a qual se destacam os ursos negros, os veados e os alces. A nossa recomendação é que cruze o parque de norte para sul através da Newfound Gap Road, são 53 quilómetros de natureza em estado puro. Trata-se de uma estrada asfaltada e com pequenos recantos feitos para poder estacionar o carro e contemplar a paisagem. Leve consigo um agasalho, porque a temperatura costuma descer entre 4 e 5 graus à medida que for subindo. Também é importante avisar que se viajar durante os meses de inverno, deve levar todo o equipamento necessário para si e para o seu veículo, uma vez que a quantidade de neve que cai no parque costuma ser bastante significativa. Quando deixar as Smoky Mountains para trás, estará em Cherokee, o hall de entrada da Nantahala National Forest, já na entrada da Carolina do Norte. Vai entrar na estrada 23 até Athens, cruzando 2 horas de bosque maravilhoso. É o maior de todo o Estado, por isso pode imaginar o seu tamanho. O seu nome vem da língua indígena, que lhe chamava Nantahala ou a "terra do sol do meio-dia", uma vez que o bosque tem tanta vegetação que, em muitas partes, a luz só entra quando o sol está mais alto. Vai viajar entre bosques que vão mudando de cor dependendo das espécies de árvores com as quais se vai cruzando e vai poder parar onde lhe apetecer. Há muita liberdade neste boque. Se quiser ter uma vista geral, dirija-se até Whiteside Mountain, um miradouro espetacular a partir do qual pode admirar a imensidão deste grande parque. Ainda mais a sul, no limite da Nantahala National Forest, irá chegar até às Whitewater Falls. São magníficas e, recentemente, foram construídas umas escadas de para as poder contemplar em todo o seu esplendor. Reserve alguns minutos para admirar o ambiente privilegiado onde se encontra. Imagine-se dentro de toda esta imensidade, a ouvir apenas a música das quedas de água e das aves que por aqui aparecem. É um privilégio. Entre este ponto e Athens são praticamente 2 horas de caminho pela estrada, que o vai levando para cada vez mais longe deste lugar mágico. No entanto, a nostalgia vai passar depressa quando comer alguma coisa e se puser a caminho de Atlanta. Provavelmente vai chegar já a meio da tarde, por isso aproveite a luz do dia que ainda restar para passar algum tempo livre e poupe as suas energias para conhecer a cidade em profundidade amanhã. Mas não se esqueça de consultar os espaços que oferecem música ao vivo para não perder nada. Os estilos mais prolíficos na cidade são o hip-hop e o rhythm and blues. A maioria encontra-se na zona de Little Five Points. Um dos nossos preferidos é o "Variety Playhouse". Alojamento em Atlanta.

Atlanta

Dia 16: Ontem só teve uma pequena amostra do que a capital da Georgia tem para oferecer. Depois de tomar um delicioso pequeno-almoço, dirija-se até ao Midtown para caminhar entre os arranha-céus e ficar a conhecer o Piedmont Park. De seguida, pode dirigir-se até ao World of Coca-Cola, um parque temático dedicado única e exclusivamente à bebida com gás mais famosa do mundo. Parece mentira que um parque dedicado a um refresco seja tão interessante, mas, na verdade, podemos garantir que irá aprender muita coisa sobre esta bebida gaseificada de cor acastanhada. Antes de comer, conduza até ao Fox Theatre, em Peachtree Street e veja qual é a programação para esse dia. É muito provável que aqui ainda consiga bilhetes a melhor preço do que pela Internet, por isso a visita vale bem a pena. Depois de comer, tem o paraíso dos amantes da música à sua espera: a Criminal Records. Mais do que uma loja, é um santuário da música. Aqui poderá encontrar tudo o que procura e, muito provavelmente, vai acabar por comprar alguma coisa. Há tanta música nas suas estantes, tanto talento e tanta paixao que vai sair com vontade de abrir um espaço semelhante na sua cidade. Tenha calma, não é o primeiro a ter esta ideia! Ao final da tarde, responda ao apelo da Jackson Street Bridge, a ponte ideal para quem gosta de fotografia. Oferece vistas únicas da cidade e vai-lhe parecer familiar, já que apareceu na primeira temporada de "The Walking Dead". A cena em que o Rick entra na cidade pela ponte em cima de um cavalo entre milhares de carros abandonados em sentido contrário é inesquecível. Se quiser procurar a foto perfeita, não se esqueça de levar um tripé e tirar a fotografia com uma exposição prolongada para poder captar os trilhos de luz deixados pelos carros. De certeza que se vai poder gabar dessa foto! À noite, se o "Fox Theatre" não for uma opção, aposte na “Atlanta Symphony Orchestra”. Tem uma qualidade extraordinária e é um estilo novo para acrescentar a todos os outros que ouviu durante esta viagem. Alojamento em Atlanta.

Atlanta - Cidade de origem

Dia 17: Apresentação no aeroporto com tempo suficiente de antecedência para devolver o carro alugado e voo de regresso à cidade de origem. Noite a bordo.

Cidade de origem

Dia 18: Chegada. Fim da viagem e dos nossos serviços.

A sua viagem inclui

  • Voo de ida e volta.

  • Estadia no hotel seleccionado em Dallas.

  • Regime seleccionado em Dallas.

  • Estadia no hotel seleccionado em Austin.

  • Regime seleccionado em Austin.

  • Estadia no hotel seleccionado em Santo Antônio.

  • Regime seleccionado em Santo Antônio.

  • Estadia no hotel seleccionado em Houston.

  • Regime seleccionado em Houston.

  • Estadia no hotel seleccionado em Nova Orleans.

  • Regime seleccionado em Nova Orleans.

  • Estadia no hotel seleccionado em Indianola.

  • Regime seleccionado em Indianola.

  • Estadia no hotel seleccionado em Birmingham.

  • Regime seleccionado em Birmingham.

  • Estadia no hotel seleccionado em Gatlinburg.

  • Regime seleccionado em Gatlinburg.

  • Estadia no hotel seleccionado em Atlanta - Ga.

  • Regime seleccionado em Atlanta - Ga.

  • Aluguer de carro.

  • Seguro de viagem.

  • - Valor do complemento de coleta e devolução do veículo em agência diferenciada.

A sua viagem não inclui

  • Autorização Electrónica (ESTA/ETA) para entrar em EUA.

  • Resort fee EUA

  • Possibilidade de pagamento de portagens.

Razões pelas quais o seu Percurso de Carro começa aqui

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Notas importantes

  • As gorjetas em EUA são uma prática comum.
  • Geralmente em EUA o alojamento em quartos triplos está dividido em duas camas de casal ou numa cama de casal e uma cama de solteiro, e o alojamento quádruplo em duas camas de casal.
  • Conduzir nos EUA: 1.Acelerar pela direita não só é legal, como é o que toda a gente faz e, quanto mais depressa deixar de se sentir intimidado pelas estradas de mais de cinco faixas por sentido de marcha, melhor. 2.É legal (e obrigatório) circular pela direita com o semáforo vermelho, quando houver um sinal que o indique. 3.Em relação ao estacionamento, certifique-se das horas a que é pedido e, se não puder deixar o carro ali, nunca estacione em frente a uma boca de incêndios (apesar de não haver nenhum sinal a proibi-lo expressamente). Se existem marcas pintadas no solo para delimitar os locais de estacionamento, deixe o carro mesmo no meio das mesmas, por enorme que lhe pareça o lugar. Seja especialmente cuidadoso no centro das grandes cidades e não passem nem um minuto da hora de colocar dinheiro do seu parquímetro (tenha atenção antes de pagar, pois existem dias da semana ou horas nos quais não é necessário colocar dinheiro). 4.Cuidado com as portagens. Podem ser indicadas com as palavras toll ou turnpike e costuma estar bloqueadas por uma barreira, pelo que é possível passá-las sem se dar conta e receber a multa umas semanas mais tarde. Não conduza nas vias indicadas como apenas para “Fastrak” e leve dinheiro em numerário, porque algumas portagens só podem ser pagas desta forma. 5.A não ser que queira uma multa e uma conversa incómoda com um agente da Highway Patrol, é melhor não circular a mais de 5 ou 10 milhas acima do máximo de velocidade permitido para a via. Se, apesar de tudo, a Polícia o mandar parar, mantenha as mãos no volante e à vista em todos os momentos e nem pense em mandar piadolas. 6.Aconselhamo-lo a contratar serviços de assistência em viagem e um GPS.
  • Consulte as restrições de entrada e requisitos adicionais para pessoas que já viajaram anteriormente para destinos como Cuba, Irã, Iraque, Iêmen, Síria, etc.
  • Os hotéis poderão cobrar uma taxa de Resort Fee que deverá ser paga diretamente no destino. O valor pode variar entre aproximadamente US$ 15 e US$ 65 por quarto, por noite. Esta taxa é indicativa e pode ser modificada dependendo da política do estabelecimento.
  • A hora de entrada no hotel no dia da chegada depende de cada estabelecimento, mas em caso algum será antes das 15h00, salvo indicação em contrário.
  • As excursões e visitas sugeridas para cada dia são indicativas, podendo o turista personalizar a viagem de acordo com o seu programa, gostos e necessidades.
  • O cartão de crédito é considerado uma garantia, pelo que, por vezes, o seu uso é imprescindível para se registar nos hotéis.
  • Normalmente os hotéis dispõem de berços para bebés. Caso contrário, terão de dividir cama com um adulto.
  • Para a recolha do automóvel de aluguer é necessário um cartão de crédito (não de débito) em nome do titular da reserva, que também deve ser o principal condutor do veículo.
  • Consulte a documentação necessária para entrar os destinos visitados e para trânsito nos países onde são feitas escalas aéreas.
  • Este itinerário foi preparado em colaboração com Brand USA.
  • Deve informar, ao recolher o veículo, que irá atravessar a fronteira. Por vezes, é necessária uma autorização para circular por determinados países ou zonas/estados (como é o caso nos EUA e no Canadá). De acordo com as condições estipuladas no contrato de aluguer e na empresa contratada, poderá ter de pagar uma taxa extra ao chegar ao destino.